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WhatsApp, Instagram e Messenger começam a ser integrados, aponta vazamento

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Olhar Digital

Facebook WhatsApp
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Mark Zuckerberg, CEO do Facebook


Mark Zuckerberg confirmou no ano passado que pretendia unificar os seus três mensageiros – WhatsApp , Facebook Messenger e Instagram Direct – possibilitando que usuários de um conversassem com contatos em outro. Após um tempo sem novidades, algumas informações sobre a fusão começaram a surgir.


O site WABetaInfo, que costuma ter informações quentes sobre novidades do WhatsApp, listou alguns registros recentes sobre a integração dos aplicativos. Os primeiros detalhes vieram do desenvolvedor Alessandro Paluzzi, que postou imagens no Twitter mostrando uma novidade dentro do Instagram.

No caso, o app ganharia uma espécie de atalho para o Messenger – mas ainda não uma integração entre contatos e conversas. A função seria direcionar o usuário para fazer o download do Messenger e conversar com os amigos por lá.


Em outra imagem divulgada por Paluzzi, é possível identificar tabelas de bancos de dados locais sugerindo que algum tipo de integração entre Messenger e WhatsApp já está em andamento. Não seria ainda a possibilidade de continuar conversas de um em outro, e sim algumas funções como a opção do Messenger identificar contatos bloqueados no WhatsApp.

O WABetaInfo destaca alguns desafios que o Facebook pode estar enfrentando para tornar a integração real. A rede social precisaria definir uma maneira de enviar conteúdo de um app para um servidor para que ele seja acessado por outro, ao mesmo tempo que precisa manter a criptografia de ponta a ponta que já existe no WhatsApp.

Assim, é pouco provável que os aplicativos tornem-se um só em um futuro próximo. Isso sem contar que, depois de tanto tempo sem falar nada, o Facebook pode ter simplesmente abandonado os planos de união entre seus mensageiros.

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Tudum: veja como o som da Netflix foi feito e o que uma cabra tem a ver com isso

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Netflix
Unsplash/freestocks.org

Entenda como foi criado o som inicial da Netflix


O som ‘tudum’ da  Netflix  se tornou um dos áudios mais distintos e conhecidos do mundo, alcançando milhões de assinantes que acessam o serviço todos os dias. Mas o que permanece é o mistério de como ele foi criado. Dallas Taylor, apresentador do podcast Twenty Thousand Hertz, parece ter descoberto o segredo.

A criação do logotipo em áudio foi liderada por Todd Yellin, vice-presidente de produto da Netflix . A ideia dele era criar um som que fizesse as pessoas pensarem que estão prestes a “receber um presente”. Como estamos em uma era em que tudo é muito rápido, essa criação deveria ser curta e mais cinematográfica que eletrônica.

Para ajudar com isso, Yellin contratou Lon Bender, designer de som famoso em Hollywood. Após muito trabalho de criação, as possibilidades foram reduzidas a 20 ou 30 clipes de áudio vindos de diferentes instrumentos e efeitos.

Por um tempo, a equipe ficou entusiasmada com a ideia de incluir o som de uma cabra ao fim do ‘tudum’, mas a possibilidade foi rejeitada. Além disso, falou-se em utilizar um efeito do tipo subaquático borbulhante.

Após mais algumas eliminações, os selecionados foram tocados para grupos de pessoas que não tinham ideia para o que seriam usados. Após ouvir todos os candidatos, a maioria sugeriu o que conhecemos, pois alegaram que era o único que remetia a filmes.

Composição

Agora a parte mais interessante. O som principal do logo é composto por uma gravação de Lon Bender batendo sua aliança de casamento contra um armário, com o clipe tendo sua velocidade diminuída. No entanto, foi decidido que um elemento musical também era necessário para dar um “tom” final.

É aqui que o designer de som Charlie Campagna entra na história. Nos anos 90, ele criou uma música de 30 segundos usando sua guitarra elétrica conectada a um processador de efeitos. O trecho continha seções de guitarra invertida, uma das quais foi isolada e usada no efeito final da plataforma.

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