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TST atinge 69,6% de satisfação entre os usuários em 2018

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Entre os advogados, o índice alcançou 73,1%.

De acordo com a Pesquisa de Satisfação 2018, divulgada pela Coordenadoria de Estatística e Pesquisa do Tribunal Superior do Trabalho (CESTP), o TST foi aprovado por 69,6% dos usuários que utilizaram os serviços do tribunal. Entre os advogados, o índice alcançou 73,1%.

A pesquisa avaliou a percepção dos usuários acerca de cinco temas: atendimento prestado pelos servidores e colaboradores, instalações físicas, prestação jurisdicional, serviços online e comunicação do Tribunal. Os temas são divididos em vários itens. O índice de satisfação do cliente é definido pela razão entre a soma de todas as notas atribuídas a cada tema e o número total de usuários que responderam a pesquisa.

O perfil dos usuários incluiu advogados, partes dos processos que tramitam ou já tramitaram no TST, membros do Ministério Público, estagiários de Direito e outros tipos de relacionamento. No total, 2.704 pessoas de todo o país responderam à pesquisa. São Paulo, com 648 pessoas, foi a unidade da Federação com mais participações na pesquisa, correspondendo a 24% do total. Em segundo vem Minas Gerais (12,6%) e Distrito Federal (10,7%).

Entre os temas avaliados, as instalações físicas do TST atingiram 77,3% de satisfação, seguidas por atendimento prestado (73%), serviços online (71,3%), comunicação (68,4%) e prestação jurisdicional (55,3%).

Serviços online

O item com o maior índice de satisfação na pesquisa pertence ao grupo dos serviços online. O TST Push (serviço de envio do andamento dos processos ou informativos do TST por e-mail) atingiu 82% de aprovação. Outros itens desse grupo também conquistaram boa avaliação dos usuários: a Pesquisa de Andamento Processual, com 77% de aprovação; a Pesquisa de Jurisprudência, com 69%; e a Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas, com 68%, foram os mais bem avaliados.

Atendimento

Outro tema que obteve destaque entre os itens avaliados foi o atendimento ao público. A atenção e o interesse dos servidores e dos colaboradores alcançaram 76% de satisfação, seguidos por esclarecimento de dúvidas (71%), rapidez no atendimento (68%) e tempo de resposta (60%).

Acessibilidade

O acesso para pessoas com deficiência foi apreciado por 62% das pessoas que responderam o questionário. Vale lembrar que o portal do TST, que atingiu o índice de 69% de satisfação, possui a ferramenta Rybená, software que permite, por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e de voz, o acesso ao seu conteúdo de texto para pessoas com deficiências auditivas e visuais ou com outras necessidades especiais, como idosos e disléxicos.

(AJ/TG)

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TSE não responde consulta sobre desfiliação comunicada pela internet

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O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em sessão administrativa nesta quinta-feira (06), decidiu não responder consulta sobre efetivação de desfiliação partidária apenas por manifestação expressa do filiado. Os ministros entenderam que a consulta prevê responder caso concreto, enquanto esse tipo de processo trata apenas de casos abstratos.

A decisão teve como base questionamento apresentada pelo deputado federal Waldir Oliveira, mais conhecido como Delegado Waldir (PSL-GO). Ele pretendia saber se a desfiliação de um partido pode ser efetivada por outros meios, além do pedido escrito de desfiliação escrito à agremiação, tais como: manifestação de desfiliação nos meios de comunicação, redes sociais e prática de atos que demonstrem vínculo do filiado a outro partido ou interesse em criar outra sigla. 

O parlamentar questionou também se a prática de atos que caracterizem nítida desfiliação poderia levar à perda do mandato daquele político eleito pela legenda.

O relator, ministro Og Fernandes, lembrou que a consulta foi autuada pouco depois de o presidente da República, Jair Bolsonaro, anunciar sua desvinculação do PSL, partido do parlamentar autor da consulta, ocasião em que também foi divulgada sua intenção em criar uma nova legenda. 

Diante dessas informações, de acordo com o ministro, a consulta perde o caráter necessário de questionamento abstrato, e possui inegável potencial de antecipar eventual julgamento sobre fatos existentes no cenário atual e que envolve inclusive o partido do consulente.

“A formulação de consulta válida pressupõe o cumprimento de três requisitos cumulativos: legitimidade do consulente, a pertinência temática, ou seja, vinculação de matéria eleitoral em sentido estrito e a completa desvinculação com casos concretos, ou seja, inequívoca abstração”, justificou o relator ao destacar que o questionamento não pode ser respondido. A decisão foi unânime.

CM/MO

Fonte: TSE

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