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TSE se reúne hoje com equipes de Bolsonaro e Haddad para condenar fake news

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TSE sediará reunião com equipes dos presidenciáveis para discutir a disseminação de notícias falsas durante a eleição
Arquivo/Agência Brasil

TSE sediará reunião com equipes dos presidenciáveis para discutir a disseminação de notícias falsas durante a eleição

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, remarcou para esta quarta-feira (17) a reunião com os coordenadores de campanha dos candidatos à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) para discutir o problema da disseminação de notícias falsas durante a eleição, especialmente nas redes sociais. 

Leia também: Três em cada quatro eleitores temem ser influenciados por fake news

O encontro está previsto para às 19h30, em Brasília. O TSE chamou os dois partidos para assinarem um acordo e agora tenta conseguir um pacto entre os dois candidatos para que evitem as notícias falsas durante a eleição
, as chamadas fake news
, em inglês .
O Tribunal também reforçou a equipe que monitora essa prática que, para os ministros, pode afetar a credibilidade do processo eleitoral.  

O candidato do PT, Fernando Haddad, propôs um acordo com o adversário para evitar as fake news
, mas Bolsonaro recuou. “O pau mandado de corrupto me propôs assinar ‘carta de compromisso contra mentiras na internet’. O mesmo que está inventando que vou aumentar imposto de renda pra pobre. É um canalha! Desde o início propomos isenção a quem ganha até R$ 5.000. O PT quer roubar até essa proposta.” disse o candidato em seu Twitter.

Na semana passada, a coligação “O Povo Feliz de Novo”, de Fernando Haddad, solicitou a retirada de 222 conteúdos com informações supostamente inverídicas ou difamatórias em redes sociais como Twitter e Facebook. Um dos ministros do TSE, Carlos Horbach, permitiu a retirada de apenas uma postagem. Em decisão anterior, Horbach já havia determinado a retirada de informações falsas disseminadas pelo vereador Carlos Bolsonaro (PSL), filho de Jair Bolsonaro.

Leia também: Haddad busca apoio de ex-rivais e pede pacto contra notícias falsas na internet

Redes sociais se comprometem a combater notícias falsas durante a eleição 


O facebook criou uma nova ferramenta de denúncia para diminuir a disseminação de notícias falsas durante a eleição
Reprodução/Facebook

O facebook criou uma nova ferramenta de denúncia para diminuir a disseminação de notícias falsas durante a eleição

Nessa terça-feira (16), o Conselho Consultivo para notícias falsas do TSE realizou uma reunião com representantes do Whatsapp com o objetivo de discutir formas de garantir o alcance de respostas diante da divulgação de notícias falsas dentro da rede social. Segundo o vice-procurador eleitoral, Humberto de Medeiros, o WhatsApp se propôs a disponibilizar ferramentas ao TSE,  já adotadas por agências de checagem. 

Leia também: Ministro do TSE manda retirar informações falsas sobre Haddad do ar

O Facebook também anunciou, nessa terça (16), que está ampliando as medidas para combater fake news
. A rede social anunciou uma nova ferramenta de denúncia para que os usuários da plataforma possam informar sobre casos de informação falsa durante a eleição. O problema das notícias falsas durante a eleição
 entrou na agenda do TSE desde o início da preparação do processo eleitoral. 

* Com informações da Agência Brasil.

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Atos pela democracia reúnem lideranças de vários setores em SP

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Atos pela democracia reúnem lideranças de vários setores em SP
Reprodução/Twitter (@jhcordeiro)

Atos pela democracia reúnem lideranças de vários setores em SP

Advogados, juristas, empresários, intelectuais, acadêmicos e lideranças sindicais se reuniram nesta quinta-feira na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), no centro da capital paulista, para um  ato pela defesa da democracia no qual foram lidos dois manifestos.

O primeiro, organizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), com a a adesão de 107 entidades empresariais, acadêmicas e da sociedade civil. O segundo documento foi a “Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito”, organizada por ex-alunos da instituição e juristas, e que já conta com mais de 950 mil assinaturas.

Cerca de duas mil pessoas acompanharam o evento dentro do prédio no Largo São Francisco, enquanto centenas acompanharam a transmissão por um telão do lado de fora. A defesa das urnas eletrônicas e do resultado das eleições marcaram o tom dos discursos dos oradores, que evitaram citar nominalmente o presidente Jair Bolsonaro.

O ato começou no salão nobre da Faculdade de Direito, e foi aberto pelo reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti Júnior, que discursou em nome da universidade paulista e dos reitores de Unicamp, Unifesp, Unesp, UFABC E Ufscar. Ele foi aplaudido de pé ao pregar contra as fake news e contra os ataques ao sistema eleitoral.

“Estamos voltados a impedir retrocessos”, disse. Também discursaram o professor e advogado Oscar Vilhena, da Comissão Arns, o ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, a presidente da CUT de São Paulo, Telma Aparecida Andrade Victor, a representante da Coalizão Negra por Direitos, Beatriz Lourenço e o empresário Horácio Lafer Piva, entre outros.

Em seguida, foi lido o manifesto organizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), intitulado “Em Defesa da Democracia e da Justiça”. O texto, publicado nos principais jornais do país no último dia 5 de agosto, teve a adesão de 107 entidades empresariais, acadêmicas e da sociedade civil.

Em discurso antes de ler o manifesto, o ex-ministro da Justiça José Carlos Dias destacou, no ato, a união entre “capital e trabalho em defesa da democracia”.

“Hoje é um momento grandioso, talvez inédito, em que capital e trabalho se juntam em defesa da democracia. Estamos celebrando aqui com alegria e com entusiasmo o hino da democracia”, afirmou Dias.

Na sequência, o evento se transferiu para o pátio da faculdade, onde foi lido um segundo documento, a “Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito”, organizada por ex-alunos da instituição e juristas. O texto tem mais de 950 mil assinaturas.

“Ataques infundados e desacompanhados de provas questionam a lisura do processo eleitoral e o estado democrático de direito tão duramente conquistado pela sociedade brasileira. São intoleráveis as ameaças aos demais poderes e setores da sociedade civil e a incitação à violência e à ruptura da ordem constitucional”, afirma trecho da carta, em alusão aos ataques de Bolsonaro às urnas eletrônicas e ao Poder Judiciário.

A íntegra da carta pode ser lida aqui. O documento foi lido por Eunice de Jesus Prudente, professora da Faculdade Zumbi dos Palmares; Maria Paula Dallari Bucci, professora da Faculdade de Direito da USP; Flávio Flores da Cunha Bierrenbach, ex-ministro do Superior Tribunal Militar e Ana Elisa Bechara, vice-diretora da Faculdade de Direito da USP.

Ao final, a cantora Daniela Mercury fez uma pequena apresentação em uma das sacadas do prédio.

Fonte: IG Política

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