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Toyota Yaris XL Plus 1.5: um sedãzinho eficiente

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Carlos Guimarães/iG

Toyota Yaris Sedan XL Plus vem com o básico do conforto e sofisticação para famílias pequenas no dia a dia

Quem não quer um SUV, está bem servido de sedãs compactos no Brasil. Além da chegada do novo Onix Plus há também opções um pouco menos sofisticadas que a novidade da GM e que entregam um pacote interessante. Uma delas é o Toyota Yaris XL Plus (R$ 75.190) que se mostrou eficiente no dia a dia em alguns aspectos que vamos detalhar mais adiante.

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O Toyota Yaris Sedan XL Plus vem com uma lista bem recheada de equipamentos. Entre os destaques há farois com acendimento automático, câmbio CVT que simula 7 marchas, rodas de liga-leve de aro 15, bancos traseiros com encosto bipartido, partida por botão, piloto automático, controle de estabilidade (ESP), ancoragem ISOFIX e Top Tether e central multimídia com tela de 7 polegadas.

Mas o acabamento é bem simples, com revestimento de tecido e plástico por todo lado no interior. A central multimídia poderia ser mais prática, embora seja compatível com Android Auto e Apple Car Play. Há apenas uma entrada USB, que fica escondida debaixo do apoio de braço entre os bancos dianteiros, no porta-objeto. Sim, o carro agrada, mas o preço faz muita gente torcer o nariz.

Mesmo porque, estamos falando de um sedã compacto com motor 1.5, de 110 cv que funciona com o pacato câmbio CVT.  Mas que tem seus méditos, como o variador de fase na admissão e escape, o que ajuda na eficiência em garantir um desempenho razoável com boa economia de combustível. De acordo com dados do Inmetro, com apenas gasolina no tanque, o Yaris Sedan XL Plus pode fazer até 14,5 km/l na estrada e 13 km/l na cidade.

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O econômico Yaris Sedan

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Interior do Toyota Yaris Sedan é simples, mas há boa dose de equipamentos de série que contribuem com o conforto

Essa cerimônia em consumir combustível nos impressionou nesse  sedã que foi feito para ser dirigido sem pressa, quando o nível de ruído se mantém sempre em níveis bem civilizados. Se for pisar mais fundo no acelerador, o ronco do motor invade a cabine e atrapalha o conforto. O funcionamento do CVT, que procura priorizar a economia desanima a impor uma tocada mais quente.

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Bom também é que a suspensão consegue absorver bem as irregularidades do piso, com ajuda dos pneus borrachudos 185/60R 15. Some também a visibilidade adequada e terá um sedã compacto interessante para enfrentar o trânsito das grandes cidades e viajar com calma no fim de semana, tendo 473 litros de espaço no porta-malas.

Pelo preço que custa, não apenas Yaris Sedan XL Plus, mas todas as versões do sedã da marca japonesa deveriam ter ajuste de profundidade do volante, que pode ser regulado apenas em altura. E com um vão livre do solo de 15 cm vale  ter certa cautela em passar por valetas e lombadas para não correr o risco de raspara parte de baixo do carro.

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Nas curvas, o Yaris Sedan XL Plus apenas cumpre seu papel, nenhuma pretensão esportiva. Em contrapartida, o carro tem uma série de assistências que contribuem com a segurança e o conforto, como a direção elétrica que ajuda nas  manobras e o assistente de partida em rampas, que segura o carro durante três segundos para que não desça e bata no que estiver logo atrás.

 As conveniências que o Yaris Sedan XL Plus tem também incluem comando um toque nos vidros elétricos e volante multifuncional,  ar-condicionado digital e farois auxiliares de neblina, tanto dianteiros quanto traseiros. De fato, o carro é um sedãzinho eficaz, “pedra no sapato” de rivais como Fiat Cronos, Honda City, VW Voyage e Ford Ka Sedan.

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Conclusão

Se fosse um pouco mais em conta, o Toyota Yaris XL Plus iria incomodar ainda mais os principais concorrentes, exceto o Chevrolet Onix Plus e o VW Virtus, que ficam um degrau acima no terreno dos sedãs compactos, já tem têm um grau de sofisticação superior, tanto no que se refere ao conjunto mecânico (com motores turbinados) quanto aos equipamentos disponíveis (como o acesso à internet via 4G, do GM).

Ficha técnica

Preço: a partir de R$ 75.190

Motor:  1.5, quatro cilindros, flex

Potência:  110 cv (E) / 105 cv (G) a 5.600 rpm

Torque:  14,9 kgfm (E) / 14,3 (G) a 4.000 rpm

Transmissão:  Automático, CVT, tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / eixo de torção (traseira)

Freios:  Discos ventilados (dianteiros) / tambor (traseiros)

Pneus:  185/60 R15

Dimensões: 4,43 m (comprimento) / 1,73 m (largura) / 1,49 m (altura), 2,55 m (entre-eixos)

Tanque: 45 litros

Porta-malas: 473 litros 

Consumo gasolina: 13 km/l (cidade) / 14,4 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 12 segundos

Velocidade máxima:  186 km/h   

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Suzuki  revelará as novas Burgman 180 e Intruder 250 para 2020

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Novas Suzuki Intruder são mais modernas, estilosas e equipadas do que as que foram vendidas no Brasil

A Suzuki mostrará as novas Intruder 250 e a Burgman 180. Previstas para chegar ao mercado em 2020 e 2021, respectivamente, as novidades trazem as tecnologias apresentadas no Salão de Milão (EICMA), inclusive na V-Strom, que virá ao Brasil até o fim do ano que vem. Dentro de alguns meses, veremos, também, a divulgação da nova Intruder 155, antes da fabricante confirmar se também vão produzir a versão 125 e o Burgman 125 em 2021.

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Enquanto a Haojue Lindy é a velha Burgman, a nova scooter surge assim

O design e o estilo da nova Suzuki Intruder 250 serão completamente diferentes da esportiva Gixxer SF 250. Com proposta mais urbana, é pensada para oferecer uma postura mais confortável para o condutor, devido ao assento mais baixo, braço oscilante mais longo na suspensão e pedaleiras posicionadas mais à frente. Entre outras novidades, traz painel de instrumentos de LCD e farol de LED.

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Scooter rivalizaria diretamente com o Honda PCX e o Yamaha NMax

Para o scooter Suzuki Burgman , o motor de 180 cc é pensado para oferecer custos reduzidos, tal como os outros, que futuramente chegarão em menor cilindrada. Com isso, terá um cilindro e refrigeração a ar, mas com o sistema de injeção eletrônica. Os demais equipamentos incluem farol de LED completo, console de instrumento digital, grande armazenamento sob o assento e um porta-luvas na frente e freios ABS.

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Virão ao Brasil?

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Apelo esportivo e tecnologias de nova geração são exatamente o que os motociclistas brasileiros procuram

Muito possivelmente não. Isso porque, desde que o Grupo J. Toledo — responsável por trazer a Suzuki ao Brasil — assumiu as operações da chinesa Haojue em 2016 — marca de baixo custo da Suzuki, que utiliza componentes mecânicos em suas motos — apenas modelos maiores e mais caros restaram no lineup da fabricante japonesa. Será que a Haojue não poderia adotar as novas tecnologias para as futuras gerações de seus modelos?

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Burgman Executive 650: com grande porte, é o único scooter ainda vendido pela Suzuki no Brasil

O modelo mais em conta da Suzuki motos à venda atualmente é a naked esportiva GSX-S750A (R$ 37.785), e a mais cara é a GSX R1000 (R$ 68.984). Para se ter uma ideia, a única Burgman que sobrou foi a 650 Executive, que sai por R$ 55.893 — o mesmo preço da “estradeira” Boulevard M1800R, a moto com o maior motor no mercado de novos. Agora, a Suzuki Intruder 125 extinta em 2016, virou a Haojue Chopper Road 150 (R$ 7.987), enquanto a Burgman 125 tornou-se a Lindy 125 CBS (R$ 6.990).

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