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Economia

Taxa de desemprego recua de 14,2% para 12,6% no segundo trimestre, diz IBGE

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Carteira de Trabalho
Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

Carteira de Trabalho

 A taxa de desemprego ficou em 12,6% no trimestre encerrado em setembro, uma queda em relação aos 14,2% registrados em junho, que serve de base de comparação. Ainda assim, há 13,5 milhões de pessoas em busca de uma vaga, segundo dados divulgados na manhã desta terça-feira pelo IBGE.

“No terceiro trimestre, houve um processo significativo de crescimento da ocupação, permitindo, inclusive, a redução da população desocupada, que busca trabalho, como também da própria população que estava fora da força de trabalho [contingente daqueles que não estão ocupados nem buscando emprego]”, diz a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy.

Apesar da reabertura econômica impulsionar o avanço da população ocupada, a expectativa dos economistas para os próximos meses é de desaceleração da geração de vagas de trabalho.

Isso porque a combinação de inflação de dois dígitos, juros elevados e riscos políticos impactam a atividade econômica, o que dificulta o otimismo dos empresários no que se refere à contratação de profissionais, apesar do período de festas no fim de ano incentivar a contratação temporária.

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Com isso, analistas projetam desaceleração da atividade econômica para 2022 e um recuo menor da taxa de desemprego.

Pesquisa reponderada

Nesta terça-feira, o IBGE divulgou a reponderação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua). Agora os resultados Contínua incorporam metodologia que ajusta os pesos das informações conforme idade e sexo dos informantes.

O objetivo da calibração é mitigar possíveis impactos de viés de cobertura, dado que a coleta de dados referente ao mercado de trabalho passou a ser feita por telefone no ano passado por conta da pandemia de Covid-19.

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Economia

Valle minimiza PEC dos Combustíveis: ‘não pode ser a única opção’

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Paulo Valle, secretário do Tesouro Nacional
Pedro França/Agência Senado

Paulo Valle, secretário do Tesouro Nacional

O secretário do Tesouro, Paulo Valle, afirmou que a PEC dos Combustíveis não pode ser a única solução para reduzir preços dos combustíveis e ressaltou a fase de estudos da proposta. A declaração foi dada em entrevista coletiva nesta quarta-feira (26).

Valle lembrou que negocia com o Congresso os termos da PEC e disse ser cedo responder questionamentos sobre o tema. Segundo o secretário de Guedes, os moldes da PEC não será exatamente como está sendo discutida atualmente.

“Acho que está cedo para a gente responder, porque ainda não tem uma proposta. Existem ainda estudos e sugestões que foram levadas à Casa Civil, a gente está participando das discussões, e não necessariamente a solução vai ser essa que vem sendo discutida”, disse.

O governo pretende usar a PEC para zerar impostos federais sobre combustíveis e energia elétrica e obrigar estados a praticar uma alíquota fixa do ICMS. A medida é considerada uma manobra do Planalto para não ultrapassar os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), já que a PEC não obriga o governo compensar a redução de arrecadação.

Na entrevista, Valle admitiu a possibilidade de queda na arrecadação em caso de aprovação da proposta. A expectativa, segundo especialistas, é  que o prejuízo ultrapasse R$ 100 bilhões.

“É lógico que valores que estão sendo mencionados são valores bastante altos, e aí podem afetar o primário deste ano, mas acho que está muito recente, ainda está muito indefinido. Isso inclusive vai ter que ser objeto de apreciação do Congresso Nacional”, concluiu o secretário do Tesouro.

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