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Sesp supera meta de operações e ações integradas em 18%

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A Coordenadoria de Planejamento e Monitoramento (Coplam) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) superou a meta de 13 mil operações e ações integradas a serem realizadas anualmente. De janeiro a junho de 2018 já foram desenvolvidas 15.466, cerca de 18% a mais que o previsto para todo o ano. Em 2017 e 2016, este número também foi superado, com a contabilização de 20.730 e 18.079 operações e ações integradas, respectivamente. 

Em 2018, até outubro, já foram elaboradas 54 ordens de operações integradas oriundas da Sesp, e 14 produzidas nas regionais, totalizando um montante parcial de 68 ordens de operações. O coordenador de Planejamento e Monitoramento da Sesp, tenente-coronel PM Jean Klebber Britto da Silva, ressaltou que o resultado é reflexo da dedicação dos integrantes de todas as forças de segurança. “Isso demonstra o empenho de todos em promover a sensação de segurança à população, o que contribuiu sistematicamente para a redução dos índices de criminalidade no estado”.

Vale ressaltar que desde 2017 a parametrização considera uma operação a cada município participante. Já no caso das ações são consideradas as atividades desempenhadas pelas forças de segurança dentro das operações, quais sejam: inopinada; asfixia; start; mandados de busca e apreensão; mandados de prisão; prisão temporária e internação cautelar; flagrante delito; Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO); e fiscalização dos bombeiros.

Entre janeiro e julho deste ano, as 54 operações integradas resultaram nas apreensões de aproximadamente 700kg de drogas, 1.699 veículos e 228 armas de fogo, além de 161 veículos recuperados e 1.923 pessoas presas. No total, houve abordagem de 50.940 veículos e 92.989 pessoas, em 5.884 ações inopinadas (bloqueio), 7.504 de asfixia (saturação), e 11.250 starts (P.E.).

Com efetivo de 16.877 policiais militares, 5.160 policiais civis e 363 bombeiros militares, foram cumpridos 290 mandados de busca e apreensões; 534 mandados de prisões, internações cautelares e prisões temporárias; e efetuados 1.450 flagrantes delitos. As fiscalizações do Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT) ao longo deste período somaram 357 e os TCO’s foram 1.320.

O coordenador da Coplam acrescenta que, com base nos dados das atividades ordinárias das instituições de segurança realizadas de janeiro a junho de 2018, as operações integradas auxiliaram em média em 14% dos resultados obtidos. A média mensal de atividades integradas é de oito dias por mês.

Dados do ano passado

De janeiro a dezembro de 2017 foram realizadas 44 ordens de operações, para execução de atividades integradas em todo o estado, que resultaram na apreensão de 1,3 toneladas de drogas; apreensão de 2.670 veículos; recuperação de 611 veículos roubados; e 478 armas de fogo apreendidas. Para tanto, foram empregados 26.568 policiais militares, 10.591 policiais civis, 1.006 bombeiros militares, em 8.285 ações inopinadas (bloqueio), 11.446 de asfixia (saturação), e 12.886 Start (P.E.).

Neste período, houve cumprimento de 924 mandados de busca e apreensões, e 1.248 mandados de prisões, internações cautelares e prisões temporárias, além da realização de 2.120 flagrantes delitos; 1.588 TCO’s; 1.434 fiscalizações do CBM. Durante as operações, os profissionais da Segurança abordaram 181.919 pessoas e 75.852 veículos, e prenderam 3.745 pessoas.

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Balanço inclui prisão em flagrante e diversos materiais apreendidos

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Contratos de compra e venda, nove aparelhos celulares, documentos timbrados da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e material artesanal para atear fogo foram alguns dos itens apreendidos na Operação Jomeri, realizada no sábado (13) na região de Colniza. Foi efetivado também Auto de Prisão em Flagrante Delito por posse de arma de fogo e munições. Dos sete mandados de buscas e apreensões expedidos, quatro foram cumpridos com êxito.

A operação foi um desdobramento da ação fiscalizatória realizada no dia 05 de agosto. A iniciativa foi desenvolvida de forma conjunta pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco Ambiental), Promotoria de Justiça de Colniza, Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), Delegacia Regional de Juína, Delegacia Municipal de Colniza, Grupo de Operações Especiais (GOE), Batalhão de Proteção Ambiental da Polícia Militar e Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).

As instituições envolvidas na operação acreditam que o trabalho de repressão realizado na região foi primordial para que o “Dia do Fogo” não ocorresse. Levantamentos promovidos pelas equipes de inteligência sinalizavam para uma mobilização em larga escala.

Até 11 de agosto, dois dias antes da operação, o Corpo de Bombeiros Militar, por meio do Batalhão de Emergências Ambientais, e a Guarnição de Polícia Militar Ambiental da PMMT, já haviam expedido cinco autos de inspeção, cinco autos de infração e cinco relatórios técnicos na região. Cinco propriedades foram multadas por destruição com uso de fogo de aproximadamente nove mil hectares, totalizando R$ 122 milhões.

Além das medidas de busca e apreensão, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso instaurou dezenas de procedimentos de natureza cível, buscando a reparação socioambiental pela degradação já ocorrida. O valor total das indenizações é de R$ 421.731.922,05.

Desde a notícia de que ocupantes de uma das fazendas da região promoveriam incêndio criminoso na área, a Sema, por meio da Superintendência de Fiscalização e o Núcleo de Inteligência, Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental e Batalhão de Emergências Ambientais do Corpo de Bombeiros Militar, posicionaram suas equipes na área de forma ostensiva a prevenir e impedir a ação dos infratores, bem como identificar as pessoas ligadas à incitação lesiva ao meio ambiente. Já foram lavrados 18 autos de infração pela prática de desmate ilegal, que correspondem a 50% do desmate para o município de Colniza.

De 08 a 12 de agosto, o Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental aplicou em quatro pontos da região multas de R$ 200 mil por quebra de embargo e de R$ 450 mil por desmate ilegal, totalizando R$ 650 mil. Ao todo, foram fiscalizados oito alertas.

Em Mato Grosso, o uso do fogo está proibido desde o dia 1º de julho e a vedação segue até o dia 30 de outubro.

Fonte: MP MT

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