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Mato Grosso

Sesp-MT realiza mais de 6 mil ações de valorização de servidores

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A qualidade de vida no ambiente de trabalho tem como objetivo facilitar as necessidades dos profissionais no desempenho de suas funções nas organizações. Visando estes valores, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) executou de 2015, até setembro deste ano, mais de seis mil ações que promovem o desenvolvimento profissional, a saúde e segurança de seus servidores.

As ações são promovidas pela Coordenadoria de Gestão de Pessoas (Cogep), que em 2017 ofertou 1.374 capacitações de promoção profissional em parceria com órgãos como a Controladoria Geral da União (CGU), Controladoria Geral do Estado (CGE), Escola de Governo e Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Entre as atividades realizadas estão cursos de fiscalização e gestão de contratos, planejamento e custos de serviços terceirizados, Academia de Líderes, que capacita servidores para atuarem como líderes estratégicos, entre outros.

Com relação às atividades de saúde e segurança, foram realizadas 1.202 ações no ano passado, como o Circuito Qualidade de Vida, que busca a identificação e prevenção de doenças ocupacionais, estimulando os trabalhadores quanto aos cuidados com a saúde e o programa de prevenção ao transtorno de estresse pós-traumático, que foca na educação a respeito dos sintomas, causas e tratamento de agentes da segurança pública que vivenciariam eventos críticos no desempenho da função.

Além destas atividades, a Secretaria também promove a cada dois anos uma pesquisa de clima organizacional. Em 2017 o estudo alcançou 1.357 profissionais da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec).

Para o gerente de desenvolvimento, saúde e segurança da Sesp, Eder William Salvaterra, as capacitações surgem para que os servidores sempre fiquem atualizados. “A nossa ideia é que o servidor sempre se mantenha atualizado, conhecendo novas ferramentas e formas de trabalho. Isso possibilita que ele também venha a progredir na carreira”.

Ações em execução
A Secretaria planeja colocar em prática o projeto para a estruturação de alojamentos e refeitórios em algumas instituições da Sesp em Cuiabá. O convênio foi firmado com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e também prevê a implantação do programa de educação financeira para 2.875 servidores, atendimento odontológico para 800 profissionais que atuam no interior do estado e estruturação e treinamento para a equipe de psicologia do Comitê Setorial de Saúde e Segurança no Trabalho.

Também está em andamento o curso básico de formação para membros das Comissões de Saúde e Segurança da Sesp. A capacitação será realizada em Cuiabá, Barra do Garças, Cáceres e Tangará da Serra. Um treinamento de imersão será realizado em continuidade à Academia de Líderes com finalidade de apoiar os gestores a refletirem sobre o seu papel de liderança e aplicabilidade para a Secretaria.

Lenine Martins / Sesp-MT

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Mato Grosso

PGJ de Mato Grosso participa de Ato em SP na defesa da democracia

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O procurador-geral de Justiça em Mato Grosso, José Antônio Borges Pereira, participou nesta quinta-feira (11), em São Paulo, do ato realizado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) para leitura e assinatura da “Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado democrático de Direito”. Ele integrou o grupo de 1200 pessoas selecionadas para participar do evento.

A limitação do espaço físico foi uma definição do comitê organizador para garantir a segurança dos participantes. Do lado de fora, milhares de pessoas acompanharam a leitura da carta por telões que foram instalados no Largo São Francisco.

“Fiquei extremamente feliz em participar desse ato histórico. Além de reafirmar o compromisso do Ministério Público na defesa da democracia e do respeito à nossa Constituição Cidadã, enfatizamos a necessidade urgente de se estabelecer, nesse momento eleitoral, uma pauta de discussão propositiva para soluções de problemas que assolam o nosso país. Além da crise econômica que desemprega milhões de brasileiros e aprofunda as desigualdades sociais, o Brasil precisa avançar e não pode se fechar para os debates em torno da questão ambiental”,ressaltou o procurador-geral de Justiça.

Borges voltou a repudiar manifestações, veladas ou explícitas, que tentam colocar em descrédito o sistema eleitoral brasileiro. “O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, cumprindo uma de suas mais nobres missões, repele de forma veemente e inarredável, qualquer iniciativa que atinja a democracia tão duramente reconquistada pelo povo brasileiro”, acrescentou.

O procurador-geral de Justiça reafirmou a lisura e transparência do sistema eleitoral do país, reconhecido como uma dos mais avançados e eficientes do mundo. “O discurso de que o voto eletrônico é inseguro e inconfiável não passa de aleivosia lançada com interesses nada republicanos”, enfatizou.

A Carta – Em agosto de 1977, em meio às comemorações do sesquicentenário de fundação dos cursos jurídicos no país, o professor Goffredo da Silva Telles Junior, mestre de todos nós, no território livre do Largo de São Francisco, leu a Carta aos Brasileiros, na qual denunciava a ilegitimidade do então governo militar e o estado de exceção em que vivíamos. Conclamava também o restabelecimento do estado de direito e a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte.

A semente plantada rendeu frutos. O Brasil superou a ditadura militar. A Assembleia Nacional Constituinte resgatou a legitimidade de nossas instituições, restabelecendo o estado democrático de direito com a prevalência do respeito aos direitos fundamentais.

Temos os poderes da República, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, todos independentes, autônomos e com o compromisso de respeitar e zelar pela observância do pacto maior, a Constituição Federal.

Sob o manto da Constituição Federal de 1988, prestes a completar seu 34º aniversário, passamos por eleições livres e periódicas, nas quais o debate político sobre os projetos para o país sempre foi democrático, cabendo a decisão final à soberania popular.

A lição de Goffredo está estampada em nossa Constituição “Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de seus representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”.

Nossas eleições com o processo eletrônico de apuração têm servido de exemplo no mundo. Tivemos várias alternâncias de poder com respeito aos resultados das urnas e transição republicana de governo. As urnas eletrônicas revelaram-se seguras e confiáveis, assim como a Justiça Eleitoral.

Nossa democracia cresceu e amadureceu, mas muito ainda há de ser feito. Vivemos em país de profundas desigualdades sociais, com carências em serviços públicos essenciais, como saúde, educação, habitação e segurança pública. Temos muito a caminhar no desenvolvimento das nossas potencialidades econômicas de forma sustentável. O Estado apresenta-se ineficiente diante dos seus inúmeros desafios. Pleitos por maior respeito e igualdade de condições em matéria de raça, gênero e orientação sexual ainda estão longe de ser atendidos com a devida plenitude.

Nos próximos dias, em meio a estes desafios, teremos o início da campanha eleitoral para a renovação dos mandatos dos legislativos e executivos estaduais e federais. Neste momento, deveríamos ter o ápice da democracia com a disputa entre os vários projetos políticos visando convencer o eleitorado da melhor proposta para os rumos do país nos próximos anos.

Ao invés de uma festa cívica, estamos passando por momento de imenso perigo para a normalidade democrática, risco às instituições da República e insinuações de desacato ao resultado das eleições.

Ataques infundados e desacompanhados de provas questionam a lisura do processo eleitoral e o estado democrático de direito tão duramente conquistado pela sociedade brasileira. São intoleráveis as ameaças aos demais poderes e setores da sociedade civil e a incitação à violência e à ruptura da ordem constitucional.

Assistimos recentemente a desvarios autoritários que puseram em risco a secular democracia norte-americana. Lá as tentativas de desestabilizar a democracia e a confiança do povo na lisura das eleições não tiveram êxito, aqui também não terão.

Nossa consciência cívica é muito maior do que imaginam os adversários da democracia. Sabemos deixar ao lado divergências menores em prol de algo muito maior, a defesa da ordem democrática.

Imbuídos do espírito cívico que lastreou a Carta aos Brasileiros de 1977 e reunidos no mesmo território livre do Largo de São Francisco, independentemente da preferência eleitoral ou partidária de cada um, clamamos às brasileiras e brasileiros a ficarem alertas na defesa da democracia e do respeito ao resultado das eleições.

No Brasil atual não há mais espaço para retrocessos autoritários. Ditadura e tortura pertencem ao passado. A solução dos imensos desafios da sociedade brasileira passa necessariamente pelo respeito ao resultado das eleições.

Em vigília cívica contra as tentativas de rupturas, bradamos de forma uníssona:

Estado Democrático de Direito Sempre!!!!

Fonte: MP MT

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