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Serviço Geológico lança mapa online sobre áreas de risco no país

Publicado

Agência Brasil

Deslizamento de terra arrow-options
Reprodução/TV Globo

Deslizamentos de terra são comuns quando há chuvas intensas

O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) lançou uma plataforma interativa que reúne informações sobre áreas com alto risco e muito alto risco de deslizamentos de terra, inundações, enxurradas e quedas de rocha, em mais de 1.600 municípios brasileiros. O serviço é um mapa online e contém uma base de dados que pode ser usada por gestores nacionais, estaduais e municipais, como as defesas civis de cada região, além da comunidade acadêmica, empresas privadas e a sociedade.

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Segundo a chefe da Divisão de Geologia Aplicada da CPRM, Sandra Fernandes, que coordena o trabalho de mapeamento de áreas de risco no país, o serviço é um visualizador que funciona como se fosse um mapa online .

“O mapa contém todas as informações que foram levantadas pelo Serviço Geológico do Brasil de 2012 até agora, referentes às condições de risco geológico, suscetibilidade a movimentos gravitacionais de massa e inundação e mapeamento de perigo de movimentos gravitacionais de massa”, disse Sandra.

O mapa online mostra as áreas que apresentam condições de risco alto e muito alto nas regiões urbanas e delimita em campo, com base no número de moradias e de pessoas ali residente, quais são os processos que podem ocorrer em cada área. O mapa tem atualização constante e indica a quem o consulta se na área em pesquisada é considerada “de risco alto ou muito alto e se é propensa ou não para ocorrências que podem gerar risco”, explicou Sandra.

Os mais de 1.600 municípios que constam do mapa localizam-se em 25 estados – estão de fora apenas Mato Grosso, onde o mapeamento ainda não foi feito, e o Rio e Janeiro, onde o trabalho é feito pelo Serviço Geológico do Estado do estado.

“É um número crescente”, afirmou a chefe da Divisão de Geologia Aplicada da CPRM. Ela informou que, anualmente, é feita uma programação com o governo federal com foco em uma setorização em novos municípios ou na revisitação àqueles em que o levantamento começou, entre os anos de 2012 e 2014. “Isso porque a condição de risco é dinâmica e vai se modificando à em que aumenta a densificação urbana, ou quando o próprio município faz alguma modificação, seja estrutural, com obras de contenção,ou até mesmo não estrutural, para saber lidar com a condição de risco do município”, explicou.

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O acesso ao programa é feito pelo site do Serviço Geológico do Brasil. Pelo sistema de busca, o usuário pode localizar o município de seu interesse e, nos menus que se encontram no final do mapa, filtrar e cruzar dados sobre os produtos cartográficos elaborados pela CPRM.

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“Não cabe à mãe do Miguel julgar”, diz Sari Corte Real

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Sarí Corte Real
Reprodução / Facebook

Sari Corte Real concedeu entrevista ao Fantástico.

A primeira-dama de Tamandaré, em Pernambuco, Sari Corte Real , disse, em entrevista ao Fantástico que “não cabe à mãe de Miguel julgar” o que aconteceu. Ela foi indiciada pela morte do menino Miguel, de 5 anos de idade, que caiu do 9º andar em que Sari mora no começo de junho. 

Na entrevista, Sari, que não utilizava máscaras, disse que não apertou o botão do elevador, como consta no inquérito. Quando questionada sobre se ela havia imaginado o que aconteceria, Sari respondeu: “Não me passou pela cabeça. Não achei que seria essa tragédia. Acreditei que ele voltaria por lá (elevador).”.

A primeira-dama disse ainda que acredita ter feito “tudo que podia” para ajudar o menino Miguel. “E se eu pudesse voltar no tempo, eu voltava. Se eu soubesse que tudo isso ia acontecer, eu voltava e tentava fazer mais do que eu fiz”, completou Sari.

Quando foi questionada sobre o motivo pelo qual ela não monitorou a movimentação de Miguel pelo prédio, Sari disse que “Eu liguei pra Mirtes, mas eu tava tentando acalmar minha filha. Eu me vi naquela situação com toda aquela movimentação. Foi tudo muito rápido”.

Ela disse ainda que não puxou Miguel para fora do elevador por não ter se sentido “segura para isso”.

“Todas as vezes que precisou ser chamado a atenção dele, eu solicitava ou a mãe ou avó que fizessem isso. Eu nunca me dirigi diretamente a ele”, afirmou.

A repórter também questionou se Sari se sentia culpada pela morte de Miguel. A primeira-dama ficou em silêncio.

Ela também disse que está firme porque “muita gente depende” dela e afirmou que irá seguir as determinações da justiça. “Até hoje eu to aqui firme, porque muita gente depende de mim. Se lá na frente, o resultado for esse, eu vou cumprir o que a lei pedir. Tá na mão da justiça. Eu vou aguardar a justiça”, afirmou.

Lado da Mãe

Na mesma reportagem, Mirtes Renata, mãe de Miguel, lamentou a morte do filho. “Eu não se essa dor vai passar”, disse Mirtes, que completou “Cada dia que passa é mais difícil”.  

Ela também acusou a ex-patroa de ter sido irresponsável ao tomar conta de Miguel. “Ela foi irresponsável com o meu filho. Em nenhum momento ela se preocupou”, disse a mãe do garoto. Por fim, Mirtes também disse que “não tem como perdoar” Sari pelo que aconteceu. 

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