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Sem gastar muito: veja dicas de equipamentos para uma boa videoconferência

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Unsplash/Chris Montgomery

Confira as dicas para uma videoconferência de sucesso


Com o isolamento social imposto pela pandemia de Covid-19, o home office se tornou mais popular, e as videoconferências passaram a fazer parte do dia a dia de muitas pessoas. Plataformas como  ZoomMicrosoft Teams registraram aumentos expressivos no número de usuários. 


Para quem usa muito esse recurso, algumas dicas são valiosas para tornar a experiência da videoconferência ainda melhor. Confira quais gadgets valem a pena e como improvisar sem gastar muito.

Novos equipamentos

Para quem usa videoconferências no trabalho, investir em novos equipamentos pode ser uma boa forma de deixar as chamadas mais profissionais. Para Débora Costa, UX Design Lead na ilegra, empresa global de inovação, design e software, um headphone , uma boa câmera e uma internet boa são indispensáveis para manter a qualidade de uma chamada de vídeo.

Um bom fone de ouvido é responsável por excluir os ruídos externos, assim como ajudar as outras pessoas da chamada a te ouvirem bem. E uma câmera com qualidade te ajuda se mostrar mais presente nas reuniões. “Nas reuniões online é importante manter a câmera ligada para que as pessoas consigam se enxergar, isso facilita a comunicação e ajuda a dar visibilidade a todos”, opina Débora.

Ela diz, porém, que esses gadgets são essenciais principalmente para quem quer se profissionalizar mais ou precisa divulgar sua imagem na internet. “Se você está à frente da promoção de lives, por exemplo, pode ser interessante investir em equipamentos extras pensando em profissionalizar e aumentar a qualidade do seu trabalho”, diz.

Grana curta

Para quem não recebe apoio da empresa para novos equipamentos e não pretende gastar com o home office , algumas dicas podem servir para improvisar uma experiência melhor durante a chamada de vídeo. 

Um fone de ouvido caro e poderoso pode ser substituído por um mais simples, que tenha um bom microfone . E se a câmera do notebook  ou computador não tiver uma qualidade muito boa, o uso do celular pode substituir a compra de uma webcam externa – o que pode economizar um bom dinheiro. 

“Caso a pessoa não tenha uma webcam, ela pode se conectar nas chamadas usando o seu celular. Hoje em dia, grande parte das pessoas possui um smartphone com câmera que irá suprir a necessidade”, aconselha Débora.

Os celulares dificultam, porém, na hora de compartilhar a tela em videoconferências. Se for esse o caso, a dica é entrar com os dois dispositivos na chamada, deixando vídeo e áudio para o celular e usando o computador ou notebook apenas para transmitir as informações da tela. Nesse caso, é importante não se esquecer de deixar o áudio do computador no mudo, para não causar interferências.

Internet está fraca, e agora? 

Um dos grandes problemas que atrapalha a experiência em chamadas de vídeo é a internet lenta . Para evitar que isso aconteça, é importante se atentar a algumas questões antes de começar a videoconferência

A primeira dica está na escolha da plataforma utilizada . Algumas demandam mais dados do que outras, então vale a pena testar antes para escolher o meio mais estável para realizar a reunião. 

A segunda dica é garantir que sua internet estará em sua melhor performance. Para isso, negocie com a família os horários de uso da rede doméstica. Se você tiver uma reunião importante, por exemplo, é interessante pedir para que ninguém veja vídeos pesados, faça downloads extensos ou realize outras videoconferências no mesmo horário. 

Além disso, um repetidor de sinal Wi-Fi pode ser um bom investimento para fazer o sinal chegar com mais força a todos os cantos da casa. O uso de cabos Ethernet também é uma dica preciosa para quando o Wi-Fi está fraco, já que a rede com fio é mais rápida e estável. 

Mesmo tomando todas essas precauções prévias, a internet ainda pode cair no meio de uma reunião importante. Nesse caso, a dica é usar o pacote de dados do celular, que costuma estar abandonado em tempos de isolamento social. Se o sinal estiver fraco, desligar a câmera pode ajudar a solucionar o problema. “É melhor áudio do que nada”, diz Débora.

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Tudum: veja como o som da Netflix foi feito e o que uma cabra tem a ver com isso

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Unsplash/freestocks.org

Entenda como foi criado o som inicial da Netflix


O som ‘tudum’ da  Netflix  se tornou um dos áudios mais distintos e conhecidos do mundo, alcançando milhões de assinantes que acessam o serviço todos os dias. Mas o que permanece é o mistério de como ele foi criado. Dallas Taylor, apresentador do podcast Twenty Thousand Hertz, parece ter descoberto o segredo.

A criação do logotipo em áudio foi liderada por Todd Yellin, vice-presidente de produto da Netflix . A ideia dele era criar um som que fizesse as pessoas pensarem que estão prestes a “receber um presente”. Como estamos em uma era em que tudo é muito rápido, essa criação deveria ser curta e mais cinematográfica que eletrônica.

Para ajudar com isso, Yellin contratou Lon Bender, designer de som famoso em Hollywood. Após muito trabalho de criação, as possibilidades foram reduzidas a 20 ou 30 clipes de áudio vindos de diferentes instrumentos e efeitos.

Por um tempo, a equipe ficou entusiasmada com a ideia de incluir o som de uma cabra ao fim do ‘tudum’, mas a possibilidade foi rejeitada. Além disso, falou-se em utilizar um efeito do tipo subaquático borbulhante.

Após mais algumas eliminações, os selecionados foram tocados para grupos de pessoas que não tinham ideia para o que seriam usados. Após ouvir todos os candidatos, a maioria sugeriu o que conhecemos, pois alegaram que era o único que remetia a filmes.

Composição

Agora a parte mais interessante. O som principal do logo é composto por uma gravação de Lon Bender batendo sua aliança de casamento contra um armário, com o clipe tendo sua velocidade diminuída. No entanto, foi decidido que um elemento musical também era necessário para dar um “tom” final.

É aqui que o designer de som Charlie Campagna entra na história. Nos anos 90, ele criou uma música de 30 segundos usando sua guitarra elétrica conectada a um processador de efeitos. O trecho continha seções de guitarra invertida, uma das quais foi isolada e usada no efeito final da plataforma.

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