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SBT contrata Oscar Filho para integrar programa de Maisa Silva

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O rosto de Oscar Filho já é bem conhecido nas telinhas e, agora, o humorista tem uma nova empreitada pela frente. Tudo isso porque o apresentador é o novo contratado do SBT, e será parte do “Programa da Maisa”.


Oscar Filho assina contrato com o SBT
Lourival Ribeiro/SBT

Oscar Filho assina contrato com o SBT


“O sonho de trabalhar no SBT já estava no meu inconsciente infantil, eu sempre preferi assistir aos programas da emissora, como o do Sérgio Mallandro. Quando eu estava em casa, aos domingos, gostava de competir com o meu pai quem iria vencer as brincadeiras do ‘Programa Silvio Santos’”, contou o novo contratado do SBT.

Oscar Filho já havia trabalhado com Maisa nas filmagens de “Carrossel – O Filme” e “Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina”, e comentou sobre sua nova etapa profissional ao lado da colega.

“Para mim, a Maisa é um gênio. Acompanho-a desde o início da sua carreira e eu tenho certeza de que vai ser muito legal. Temos uma relação espontânea, sempre nos demos bem nas vezes em que nos encontramos. E eu espero o melhor, de verdade. Aceito esse trabalho com toda a vontade do mundo”, declarou.

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Paulo Ricardo deve pagar R$ 390 mil após perder ação trabalhista

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Após Paulo Ricardo perder um processo, a Justiça ordenou a penhora de R$ 390 mil em direitos autorais. A ação teve início em 2010, quando o tecladista João Eugenio Marques entrou com processo trabalhista contra a empresa do cantor, a PRMusic. O músico queria ter o seu trabalho reconhecido como CLT, com direito a todos os direitos e benefícios previstos por lei.

Paulo Ricardo
Reprodução/Instagram

Paulo Ricardo deve pagar R$ 390 mil à ex-tecladista

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o juiz Renato Sabino Filho, da 6ª Vara do Trabalho, reconheceu o vínculo de trabalho do tecladista com a empresa. Ficou determinado que a RPMusic deveria pagar R$ 50 mil ao músico, que trabalhou com Paulo Ricardo de 2006 a 2010, quando o artista seguia carreira solo.

A empresa do vocalista do RPM recorreu à decisão. Em segunda instância, a decisão foi mantida no ano de 2016. O cantor tentou um acordo com o tecladista, mas não houve um consenso e, com os juros e correções, o valor subiu para R$ 390 mil. Como não foram encontrados ativos em nome da empresa para pagar a dívida, a Justiça determinou que Paulo Ricardo respondesse ao processo, por isso a penhora dos direitos autorais. 

Fonte: IG GENTE

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