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Saúde

Saúde recua e deixa de recomendar vacinação de adolescentes sem comorbidades

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Ministro da Saúde Marcelo Queiroga
Reprodução: iG Minas Gerais

Ministro da Saúde Marcelo Queiroga

O Ministério da Saúde publicou, nesta quinta-feira (15), uma nota informativa em que volta atrás sobre a  vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidades. Segundo a pasta, a vacinação deve se restringir a três perfis específicos: adolescentes com deficiência permanente; adolescentes com comorbidades e adolescentes que estejam privados de liberdade.

A mudança ocorre em um momento de falta de vacinas no país, principalmente de segundas doses. Por esse motivo, o ministro Marcelo Queiroga também decidiu não reduzir o intervalo para a segunda dose da vacina da AstraZeneca de 12 para 8 semanas. 

Sobre a imunização de menores de idade sem comorbidades, o ministério argumenta que a “Organização Mundial de Saúde não recomenda”, o que não condiz com a realidade. O que diz a OMS é que “crianças e adolescentes são menos propensos a ter complicações por causa da doença” e, por isso, é “menos urgente” a vacinação desses grupos.

O Ministério da Saúde diz ainda que a “maioria dos adolescentes sem comorbidades” não sofrem de casos graves da Covid-19, e que há “somente um imunizante” avaliado em ensaios clinicos, e que “os benefícios da vacinação em adolescentes sem comorbidades ainda não estão claramente definidos”.

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“A redução na média móvel de casos e óbitos (queda de 60% no número de casos e queda de mais de 58% no número de óbitos por covid-19 nos últimos 60 dias) com melhora do cenário epidemiológico”, continua a pasta.

Capital paulista mantém vacinação contra Covid de adolescentes

cidade de São Paulo vai manter a vacinação de adolescentes sem comorbidades, mesmo após o recuo do Ministério da Saúde. 

Segundo o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, até esta quarta-feira (15), o município já tinha vacinado 85% do grupo. Ele diz que será possível terminar a vacinação desses adolescentes até sexta-feira (17).

Natal e Salvador, porém, suspenderam a aplicação dos imunizantes nesse público após a nova orientação da pasta.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Saúde firma acordo para instalar unidade da Universidade de Oxford no Brasil

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Registro da Universidade de Oxford, no Reino Unido
Reprodução/ Oxford Student

Registro da Universidade de Oxford, no Reino Unido


Uma unidade da Universidade de Oxford deve ser instalada no Brasil até 2022. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (27) pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na sede da instituição de ensino, no Reino Unido.

Segundo a Folha de S. Paulo, o plano foi firmado com a assinatura de um termo de compromisso entre Queiroga e a universidade. O objetivo da unidade brasileira é priorizar a pesquisa em saúde global e promover a formação de novos profissionais especializados em doenças infecciosas, pesquisas clínicas e no desenvolvimento de vacinas.

Ao lado do laboratório AstraZeneca, a Universidade de Oxford é responsável pelo desenvolvimento de um dos principais imunizantes contra a Covid-19 . De acordo com a publicação, mais de 113 milhões de doses dessa vacina foram distribuídas no Brasil.


Diante dos propósitos apontados, a unidade brasileira deverá ter cursos de mestrado, PhD e também atualizações para profissionais da área. O jornal conta que a iniciativa tem apoio do governo britânico e suporte acadêmico e científico da Universidade de Siena, na Itália, do Institute for Global Health, do Internacional Vaccines Institute e de outras entidades internacionais. Um candidato considerado provável para sediar o projeto no Brasil é o Instituto Nacional de Cardiologia, que fica no Rio de Janeiro.

Fonte: IG SAÚDE

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