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Saúde libera R$ 4 milhões em recursos para vítimas da tragédia de Brumadinho

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Ministério da Saúde vai liberar R$ 4 milhões para vítimas da tragédia de Brumadinho
Corpo de Bombeiros MG/Divulgação

Ministério da Saúde vai liberar R$ 4 milhões para vítimas da tragédia de Brumadinho

O Ministério da Saúde (MS) anunciou, hoje (18), a liberação de R$ 4 milhões para custear ações assistenciais para os moradores de 18 cidades afetadas pelo rompimento da barragem da Mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho, no último dia 25.

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Segundo o Ministério da Saúde , os recursos serão destinados a assistência psicológica à população e aos profissionais que participam dos trabalhos de resgate das vítimas, bem como para ações de monitoramento da qualidade da água e do solo, com o propósito de prevenir doenças.

Entre as principais preocupações das autoridades em saúde estão os consequentes casos de ansiedade e depressão decorrentes do estresse pós-traumático – seja por vivência direta do desastre, seja pela perda de amigos e parentes.

De acordo com o ministério, em Brumadinho dois Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e três Equipes Multiprofissionais de Atenção Especializada em Saúde Mental já foram habilitados, e mais dois Núcleos Ampliados da Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB) ainda serão credenciados. No total, a cidade receberá R$ 1,65 milhão.

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O ministério promete liberar os R$ 2,3 milhões restantes para Brumadinho e mais 17 cidades atingidas pelo desastre investirem em ações de vigilância, como prevenção e controle de epidemias e doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela. Essa quantia será distribuída entre Betim, Curvelo, Esmeraldas, Felixlândia, Florestal, Fortuna de Minas, Igarapé, Juatuba, Maravilhas, Mário Campos, Papagaios, Pará de Minas, Paraopeba, Pequi, Pompéu, São Joaquim de Bicas e São José da Varginha, além de Brumadinho.

A pasta ainda se comprometeu a acompanhar pelos próximos 20 anos o quadro de saúde de cerca de mil profissionais que participam dos resgates e buscas (Bombeiros, Força Nacional de Segurança, Defesa Civil, Ibama e outros) e das vítimas do rompimento da barragem .

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A ação do Ministério da Saúde terá a colaboração de pesquisadores de instituições como a Fiocruz, as universidades Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Rio de Janeiro (UFRJ) e a organização Médicos Sem Fronteiras. Se necessário, outras instituições referenciadas também poderão ser envolvidas.

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Fonte: IG Saúde
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Coronavírus: funcionários de hospital usam fralda por falta de tempo

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A doença respiratória causada pelo coronavírus já atinge 13 países em quatro continentes

Trabalhadores chineses da área da saúde estão usando fraldas para adultos porque não têm tempo de ir ao banheiro devido à grande demanda de pacientes em decorrência do surto do novo coronavírus . Outros preferem usar as fraldas para não precisarem remover seus trajes de proteção e correr o risco de rasgá-los. As informações foram dadas pelo The Independent .

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Os moradores de Wuhan , epicentro da epidemia do coronavírus na China, descrevem como um filme de terror o cenário caótico atual nos hospitais da cidade. Corredores lotados, pacientes abandonados e uma espera angustiante e interminável. Até o momento, o coronavírus matou 56 pessoas e infectou outras 2 mil.

No hospital da Cruz Vermelha, vários pacientes relataram o seu cansaço e impotência diante da AFP . Todos aceitaram comentar a situação, mas preferiram não se identificar.

“Há dois dias não durmo e fico andando de hospital em hospital. No melhor dos casos, irão me atender amanhã de manhã”,  conta um homem, de 30 anos, que está com febre e gostaria de ser examinado.

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A epidemia gerou uma psicose na cidade. Muitas pessoas têm ido às urgências hospitalares desesperadas para saber se contraíram o novo vírus.

Na entrada do hospital, uma longa fila de doentes exercitam a paciência durante a longa espera. No local, aguardam sua vez para ser atendidos em pé ou sentados em pequenos bancos de plástico. Outros, mais prevenidos, trouxeram suas próprias cadeiras desmontáveis.

Diante da multidão de pacientes, os esforços parecem insuficientes: a epidemia surgiu no país pouco antes do Ano Novo chinês, quando milhares de trabalhadores retornam para as suas cidades de origem, sobrecarregando o sistema de saúde de cada um desses locais.

“As enfermeiras são muito determinadas, mas o gerenciamento dessa situação é caótico”, admite uma mulher, de 60 anos, que se apoia no filho para conseguir manter-se de pé. Segundo o seu relato, ela teve a sorte de “somente esperar cinco horas para ser atendida”.

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Pouco depois, um idoso queixou-se de ter perdido todo o dia à espera do atendimento e ser mandado para casa por não haver camas disponíveis.

Fonte: IG Saúde
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