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Saúde

Remédio usado para tratar Aids tem bom resultado contra a Covid-19, diz estudo

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Eficácia da cloroquina precisa de comprovação médica arrow-options
Luiz Silveira/Agência CNJ

Eficácia da cloroquina precisa de comprovação médica

Uma pesquisa da Fiocruz (Fundação Osvaldo Cruz) mostra que o atazanavir, medicamento usado comumente contra a Aids tem bom resultados contra a Covid-19 . Segundo ess estudo, o remédio tem desempenho melhor até que a cloroquina e impede que o novo coronavírus (Sars-CoV-2) se replique dentro do corpo humano.

Além de atuar impedindo essa replicação, a droga também reduz a produção de proteínas que estão ligadas ao processo inflamatório nos pulmões e, portanto, ao agravamento do quadro clínico da doença.

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Os especialistas também investigaram o uso combinado do atazanavir com o ritonavir, um outro medicamento utilizado para combater o HIV. Como das duas substâncias já são usadas há muito tempo com segurança, se trata de uma substância usada há muito tempo em segurança, ambas podem ser testadas imediatamente em seres humanos.

O estudo tem três tipos de análises. Na primieira os pesquisadores observaram a interação molecular do atazanavir com o coronavírus. Depois eles também realizaram experimentos com esta enzima e testaram o medicamento in vitro, em células infectadas.

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Também foram realizados experimentos comparativos com a cloroquina, que vem sendo incluída em diversos estudos clínicos mundialmente. Neste caso os resultados obtidos apenas com o atazanavir e em associação com o ritonavir foram melhores que os observados com a cloroquina.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19 tem relação de 96,2% com vírus do morcego-ferradura, aponta novo estudo

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Morcego
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Pesquisa apontou que animal pode ser o principal responsável pelo início da transmissão para os humanos

Um novo estudo realizado em parceria por cientistas chineses e norte-americanos identificou que o Covid-19 pode ter derivado de um grupo de vírus originários de morcegos-ferradura, corroborando teses anteriores de que o animal poderia ser o responsável pela transmissão original em humanos .

Segundo informações da revista Science, onde o artigo foi publicado, os pesquisadores analisaram mais de 781 vírus da família do  novo coronavírus (Sars-Cov-2) e apontaram fortes indícios de que o morcego-ferradura também possa ser o responsável pela transmissão de outras variações do coronavírus, como o Sars-Cov-, por serem uma espécie de “reservatório” da doença.

Apesar das conclusões do estudo, apontando a maior troca genética entre os morcegos da familia Rhinolophidae e citando o gênero  Rhinolophus como “reservatório” da Sars, os pesquisadores não conseguiram confirmar que o vírus tenha sido originado nos animais.

“Em nossa análise filogenética, que inclui todos os coronavírus de morcegos conhecidos da China , descobrimos que o Sars CoV-2 é provavelmente derivado de um grupo de vírus originários de morcegos-ferradura. Parece que, por pura má sorte histórica e evolutiva, os Rhinolophus são o principal reservatório de coronavírus”, afirmou Peter Daszk, autor do estudo.

Ao lado da também pesquisadora Shi Zheng-li, Daszk construiu uma “árvore genealógica” das espécies, o que possibilitou a identificação de que o vírus atual tem quase 100% de igualdade com o encontrado nos Rhinolophus. Entretanto, a grande variedade genética do coronavírus impossibilita a confirmação de que a transmissão tenha ocorrido desta forma.

Fonte: IG SAÚDE

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