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“Queima de arquivo”? Suspeito de executar jornalista saudita morre em acidente

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Jornalista saudita Jamal Khashoggi, desaparecido, foi visto pela última vez entrando na embaixada de seu país na Turquia
Reprodução/Al Manar

Jornalista saudita Jamal Khashoggi, desaparecido, foi visto pela última vez entrando na embaixada de seu país na Turquia

Um dos 15 sauditas suspeitos da execução do jornalista saudita Jamal Khashoggi, em Istambul, morreu em um acidente de carro em Riad.

Para o jornal turco Yeni Safak, o suspeito foi queima de arquivo. Os detalhes da morte no trânsito do tenente da Força Aérea Meshal Saad Al-Bostani ainda são desconhecidos.

Mais uma testemunha deverá ser eliminada, previu o jornal turco Hurriyet: o cônsul saudita Mohamed Al-Otaibi. Quando ele pediu que não torturassem Khashoggi em sua sala, um dos executores reagiu: “silêncio, do contrário você não chegará vivo a Riad”.

Este diálogo está no áudio que a Turquia tem vazado a conta-gotas. O cônsul já está em Riad.

Só alguém como o general Ahmed Al-Assiri poderia tê-lo calado e ameaçado. E só alguém como ele serviria para absolver o principal suspeito da execução de Khashoggi, o príncipe Bin Salman, se for acusado ou assumir a culpa pela operação em Istambul, no último dia 2 de outubro.

Esta é a versão em gestação no reino saudita, diz o jornal The New York Times. O presidente Donald Trump admitiu ontem (18) que Khashoggi “parece que está morto”, dezessete dias depois do anúncio de sua morte.

A Casa Branca oscila entre os valores e os interesses dos Estados Unidos na Arábia Saudita.

* Com informações da Agência Brasil.

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Advogada suspeita de atuar na fuga de Marcola vai a prisão domiciliar

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Advogada Kássia Regina Brianez, de 41 anos
Reprodução/redes sociais

Advogada Kássia Regina Brianez, de 41 anos

A advogada Kássia Regina Brianez Trulha de Assis, de 41 anos, presa suspeita de envolvimento em um plano de fuga para tentar resgatar Marco Willians Herbas Camacho – o Marcola – da Penitenciária Federal de Porto Velho (RO), teve a prisão preventiva convertida para domiciliar, após alegar que precisa cuidar do filho com Transtorno de Espectro Autista (TEA). 

Na decisão, a Justiça Federal determinou que ela use tornozeleira eletrônica e só saia de casa em situação de emergência médica.

Kássia está no Presídio Militar de Campo Grande (MS) há seis dias. A decisão é desta segunda-feira, mas, segundo a defesa, até a noite desta terça ela ainda não tinha sido solta. A previsão é que ela vá para casa na quarta-feira.

Marcola é o líder da maior facção criminosa do Brasil, que atua dentro e fora dos presídios do país. Ele foi condenado a mais de 300 anos de prisão e está preso há mais de 20 anos. Desde março deste ano, cumpre pena na unidade de Rondônia.

Agora, aos 54 anos, conforme investigação da Polícia Federal, é acusado de reunir detentos e advogados para criar um plano de fuga da penitenciária, que acabou frustrado. A PF apontou que Kássia Regina fazia parte desse grupo, servindo como ponte de informação entre os presos com outros integrantes que estavam do lado de fora.

Em nota, a defesa da advogada afirma que houve uma confusão entre as atividades exercidas por ela e que a inocência dela será provada.

“A exigência de respeito às prerrogativas do advogado nada mais é que um direito previsto em lei, porém, sabe-se que a letra fria da lei não impede que ocorram situações prejudiciais ao advogado, tal como no caso concreto”, diz o advogado Juliano Rocha de Moraes.

Kássia foi presa durante a operação “Anjos da Guarda”, deflagrada pela Polícia Federal na última quarta-feira.

Após audiência de custódia, a Justiça concedeu o alvará de soltura, estabeleceu o uso da tornozeleira e autorizou saídas de casa apenas para eventuais emergências médicas dela e do filho, assim como para acompanhamento do filho nas consultas para tratamento do autismo, mediante comunicação dos endereços dos locais em que estas são realizadas.

“[…] Poderá, também, deixar a residência para atender aos chamados da Justiça e Polícia Federal, no interesse da investigação/instrução apresentando a devida ressalva/certidão”, diz trecho da decisão.

Operação Anjos da Guarda

Na operação, a PF cumpriu 11 mandados de prisão preventiva e outros 13 de busca e apreensão em Mato Grosso do Sul, São Paulo e no Distrito Federal. O objetivo da operação foi impedir o plano de resgate de líderes de um dos maiores grupos criminosos do país.

A polícia descobriu durante as investigações que os presos e outros suspeitos de envolvimento no plano mantinham uma rede de comunicação e se falavam por meio de mensagens, mediadas por advogados.

De acordo com a PF, os profissionais usavam códigos simulando questões jurídicas que não existiam, durante os atendimentos aos clientes.

Foram identificadas três estratégias para a fuga, incluindo invasão ao presídio por 100 homens armados e com bombas, além do sequestro de autoridades e parentes de presos para negociar a liberação de Marcola e outros líderes da facção e uma rebelião na penitenciária.

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Fonte: IG Nacional

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