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Mato Grosso

Quarta-feira (24): Mato Grosso registra 551.907 casos e 13.990 óbitos por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quarta-feira (24.11), 551.907 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 13.990 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 243 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 551.907 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 997 estão em isolamento domiciliar e 536.423 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 50 internações em UTIs públicas e 28 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 27,62% para UTIs adulto e em 6% para enfermaria adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (114.254), Várzea Grande (41.833), Rondonópolis (38.506), Sinop (26.750), Sorriso (18.553), Tangará da Serra (17.860), Lucas do Rio Verde (15.763), Primavera do Leste (14.844), Cáceres (12.002) e Alta Floresta (11.293).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 402.742 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, não restam amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na terça-feira (23.11), o Governo Federal confirmou o total de 22.030.182 casos da Covid-19 no Brasil e 613.066 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país tinha 22.019.870 casos da Covid-19 no Brasil e 612.782 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados desta quarta-feira (24.11).

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;
– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
– Evitar contato próximo com pessoas doentes;
– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;
– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Pesquisa fomentada pela Fapemat analisa potencial do cumbaru para produção de carvão

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Um trabalho de iniciação tecnológica fomentada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat) estuda o cumbaru ou baru como potencial de utilização para produzir carvão convencional e ativado.

A pesquisa foi desenvolvida pelos alunos de graduação de Engenharia Florestal Kauê Picada, Lucas Trindade (coordenador), Vinícius Dovidio e os professores Edilene Moreira, Iris Viana e Reginaldo Medeiros (orientador), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT), campus Olegário Baldo, de Cáceres. A pesquisa trata da “Produção de carvão convencional e ativado a partir do fruto de cumbaru, em comunidades extrativistas de Mato Grosso”.

A espécie com potencial madeireiro e não madeireiro é a Dipteryx alata Vogel (cumbaru ou baru). O coordenador da pesquisa, Lucas Trindade, destaca o grande potencial do uso não madeireiro. Como a utilização da castanha para consumo, produção de óleos, entre outros produtos. Contudo, seu fruto (endocarpo) é descartado após a retirada da semente.

“É uma espécie com presença expressiva no Cerrado e em regiões de transição do Pantanal, com enorme viabilidade econômica, pois sua madeira e ampla utilidade do seu fruto possuem capacidade para agregação de valor e geração de renda tanto com a extração de sua castanha, quanto com a produção de carvão do endocarpo (fruto)”, descreve em uma publicação nos anais do IFMT, o “VII Workif – Workshop de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação: o papel da ciência e tecnologia: presente e futuro”.

Estudos preliminares indicam que o fruto tem potencial de uso para produção de carvão vegetal de modo convencional e pode-se agregar valor ao produto tornando-o carvão ativado, que é utilizado para diversos fins.

Utilização do cumbaru ou baru

A pesquisa para uso do vegetal como produto florestal não madeireiro é inovação.

De acordo com o estudo da Embrapa Cerrados, “Baru: biologia e uso”, dos pesquisadores Sueli Matiko Sano, José Felipe Ribeiro e Márcia Aparecida de Brito, o cumbaru ou baru pode ter utilização alimentar (com a polpa e a semente – amêndoa – comestíveis, e farinha da semente); forrageiro (uso como abrigo para gado e nutricional por concentração de potássio e fósforo); madeireiro (madeira densa e resistente); medicinal (óleo para combater reumatismo e casca para dores da coluna); industrial (óleo para a indústria alimentícia e farmacêutica) e paisagístico (baixa exigência de adubos) e para recuperar áreas degradadas.

O cumbaru ou baru é parecido com uma castanha e de acordo com informações da revista de pesquisa sobre mercados, www.factmr.com, ele é apresentado como um superalimento, pelo valor nutritivo. E a previsão é que a comercialização da espécie aumente 25% ao ano entre 2019 e 2029. 

Fonte: GOV MT

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