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Saúde

Prevent Senior ocultou mortes em estudo sobre cloroquina

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Estudo tinha como objetivo testar a eficácia do medicamento
Reprodução: BBC News Brasil

Estudo tinha como objetivo testar a eficácia do medicamento

Investigado na CPI da Covid, o plano de saúde Prevent Senior ocultou mortes de pessoas que fizeram parte de um estudo realizado para testar a eficácia da cloroquina no tratamento da Covid-19. A pesquisa teria sido apoiada pelo presidente Bolsonaro. 

Em documentos, a CPI da Covid tomou conhecimento de diversas irregularidades praticadas por médicos e ex-médicos do plano. De acordo com informações contidas no material, a disseminação da cloroquina e outros medicamentos como alternativas para o tratamento da Covid-19, foram resultados de um acordo entre o Ministério da Saúde e o presidente Jair Bolsonaro. 

A GloboNews teve acesso a uma planilha com nome e informações dos participantes do estudo que começou no dia 25 de março de 2020. Nove pessoas moreram durante o teste. Entre elas, seis tomaram hidroxicloroquina e azitromicina, duas não se medicaram e um não é possível identificar se ingeriu ou não o medicamento. 

Em mensagem publicadas em aplicativos, Fernando Oikawa, diretor da Prevent, orienta que os pacientes e familiares não sejam avisados sobre a medicação. A cloroquina resultou no dobro de mortes entre aqueles que ingeriram o remédio. 

Um mês após o início do estudo, o presidente Bolsonaro publicou em sua conta no Twitter um texto mencionando cinco mortes entre os pacientes que não tomaram a medicação no estudo da Prevent Senior. Segundo ele, não houve óbitos entre aqueles que ingeriram a cloroquina. 

A CPI ouviria o depoimento de Pedro Batista Júnior, diretor-executivo da Prevent Senior, nesta quinta-feira (16), mas ele não compareceu. 

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Saúde firma acordo para instalar unidade da Universidade de Oxford no Brasil

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Registro da Universidade de Oxford, no Reino Unido
Reprodução/ Oxford Student

Registro da Universidade de Oxford, no Reino Unido


Uma unidade da Universidade de Oxford deve ser instalada no Brasil até 2022. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (27) pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na sede da instituição de ensino, no Reino Unido.

Segundo a Folha de S. Paulo, o plano foi firmado com a assinatura de um termo de compromisso entre Queiroga e a universidade. O objetivo da unidade brasileira é priorizar a pesquisa em saúde global e promover a formação de novos profissionais especializados em doenças infecciosas, pesquisas clínicas e no desenvolvimento de vacinas.

Ao lado do laboratório AstraZeneca, a Universidade de Oxford é responsável pelo desenvolvimento de um dos principais imunizantes contra a Covid-19 . De acordo com a publicação, mais de 113 milhões de doses dessa vacina foram distribuídas no Brasil.


Diante dos propósitos apontados, a unidade brasileira deverá ter cursos de mestrado, PhD e também atualizações para profissionais da área. O jornal conta que a iniciativa tem apoio do governo britânico e suporte acadêmico e científico da Universidade de Siena, na Itália, do Institute for Global Health, do Internacional Vaccines Institute e de outras entidades internacionais. Um candidato considerado provável para sediar o projeto no Brasil é o Instituto Nacional de Cardiologia, que fica no Rio de Janeiro.

Fonte: IG SAÚDE

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