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Mato Grosso

Prefeitura de Cuiabá retira máquina doada pelo Governo de MT

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A prefeitura de Cuiabá retirou nesta quarta-feira (27.10) a motoniveladora doada pelo Governo de Mato Grosso no dia 08 de outubro, em evento realizado na Arena Pantanal. O prefeito em exercício de Cuiabá, José Roberto Stopa, esteve na Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) onde assinou o termo de cessão de uso do equipamento com o secretário Marcelo de Oliveira, e recebeu a chave da motoniveladora.

O deputado estadual Eduardo Botelho também acompanhou o ato. A Sinfra está repassando 192 máquinas para várias cidades e consórcios de Mato Grosso, com o objetivo de ajudar na manutenção de estradas municipais não pavimentadas. As entregas representam um investimento estadual de R$ 118 milhões.

O prefeito em exercício José Roberto Stopa agradeceu o Governo do Estado pela entrega da motoniveladora. “Vamos fazer um bom uso, principalmente na zona rural, onde nós temos aproximadamente 700 km que vão ser melhorados com esse equipamento”

Para o secretário de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira, a entrega dessa motoniveladora é mais uma prova de que este é um governo municipalista. “Essa é uma demonstração inequívoca da parceria do governador Mauro Mendes com todos os municípios”, afirmou.

Entrega de Máquinas

O Governo de Mato Grosso realizou a maior entrega de equipamentos da sua história no dia 08 de outubro, contemplando todos os seus 141 municípios com máquinas para a infraestrutura e agricultura familiar. Somada a outra entrega, realizada em junho, os municípios e consórcios estão recebendo 122 motoniveladoras, 35 escavadeiras e 34 pás-carregadeiras do Executivo estadual.

Investimento em Cuiabá

A Sinfra-MT tem realizado uma série de obras que vão beneficiar a capital. No momento ela executa a pavimentação da Avenida Mário Palma, a restauração da MT-251, uma nova ponte sobre o Rio Cuiabá e as obras nos hospitais Central e Julio Muller. Além disso, já lançou a licitação para a ampliação da Avenida Parque do Barbado.

As obras fazem parte do programa Mais MT, o maior programa de investimentos públicos da história de Mato Grosso, lançado pelo governador Mauro Mendes. Apenas para o eixo de infraestrutura estão previstos investimentos de R$ 4,73 bilhões.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Pesquisa fomentada pela Fapemat analisa potencial do cumbaru para produção de carvão

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Um trabalho de iniciação tecnológica fomentada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat) estuda o cumbaru ou baru como potencial de utilização para produzir carvão convencional e ativado.

A pesquisa foi desenvolvida pelos alunos de graduação de Engenharia Florestal Kauê Picada, Lucas Trindade (coordenador), Vinícius Dovidio e os professores Edilene Moreira, Iris Viana e Reginaldo Medeiros (orientador), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT), campus Olegário Baldo, de Cáceres. A pesquisa trata da “Produção de carvão convencional e ativado a partir do fruto de cumbaru, em comunidades extrativistas de Mato Grosso”.

A espécie com potencial madeireiro e não madeireiro é a Dipteryx alata Vogel (cumbaru ou baru). O coordenador da pesquisa, Lucas Trindade, destaca o grande potencial do uso não madeireiro. Como a utilização da castanha para consumo, produção de óleos, entre outros produtos. Contudo, seu fruto (endocarpo) é descartado após a retirada da semente.

“É uma espécie com presença expressiva no Cerrado e em regiões de transição do Pantanal, com enorme viabilidade econômica, pois sua madeira e ampla utilidade do seu fruto possuem capacidade para agregação de valor e geração de renda tanto com a extração de sua castanha, quanto com a produção de carvão do endocarpo (fruto)”, descreve em uma publicação nos anais do IFMT, o “VII Workif – Workshop de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação: o papel da ciência e tecnologia: presente e futuro”.

Estudos preliminares indicam que o fruto tem potencial de uso para produção de carvão vegetal de modo convencional e pode-se agregar valor ao produto tornando-o carvão ativado, que é utilizado para diversos fins.

Utilização do cumbaru ou baru

A pesquisa para uso do vegetal como produto florestal não madeireiro é inovação.

De acordo com o estudo da Embrapa Cerrados, “Baru: biologia e uso”, dos pesquisadores Sueli Matiko Sano, José Felipe Ribeiro e Márcia Aparecida de Brito, o cumbaru ou baru pode ter utilização alimentar (com a polpa e a semente – amêndoa – comestíveis, e farinha da semente); forrageiro (uso como abrigo para gado e nutricional por concentração de potássio e fósforo); madeireiro (madeira densa e resistente); medicinal (óleo para combater reumatismo e casca para dores da coluna); industrial (óleo para a indústria alimentícia e farmacêutica) e paisagístico (baixa exigência de adubos) e para recuperar áreas degradadas.

O cumbaru ou baru é parecido com uma castanha e de acordo com informações da revista de pesquisa sobre mercados, www.factmr.com, ele é apresentado como um superalimento, pelo valor nutritivo. E a previsão é que a comercialização da espécie aumente 25% ao ano entre 2019 e 2029. 

Fonte: GOV MT

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