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Polícia investiga afogamento e mortes de trigêmeos em rio

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Arquivo pessoal / Família Brum

Trigêmeos moravam na cidade de Alto Piriqui

A Polícia Civil do Mato Grosso do Sul abriu inquérito para investigar a morte de três pessoas por afogamento e o desaparecimento de outra no Rio Paraná , na cidade de Mundo Novo. Um homem de 47 anos, identificado como Marcos Roberto de Campos, o filho dele, de 14 anos, e os três amigos do garoto, trigêmeos de 13 anos, foram nadar em um local chamado de “Prainha do Sol” quando foram levados pela correnteza.

O menino de 14 anos conseguiu sair da água, mas as outras quatro vítimas se afogaram Os corpos do homem de 47 anos e de Giovane Neves Brum e Bruna Neves Brum, irmãos, foram encontrados, mas a terceira irmã, Bianca Neves Brum, continua desaparecida.

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Mesmo sem a confirmação da morte da terceira garota, a prefeitura de Alto Piriqui, onde os trigêmeos moravam, decretou luto oficial de três dias pelos “filhos adotivos da comunidade piquiriense”. O local no qual o afogamento ocorreu não tinha salva-vidas.

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Fonte: IG Nacional
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Serviço Geológico lança mapa online sobre áreas de risco no país

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Agência Brasil

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Reprodução/TV Globo

Deslizamentos de terra são comuns quando há chuvas intensas

O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) lançou uma plataforma interativa que reúne informações sobre áreas com alto risco e muito alto risco de deslizamentos de terra, inundações, enxurradas e quedas de rocha, em mais de 1.600 municípios brasileiros. O serviço é um mapa online e contém uma base de dados que pode ser usada por gestores nacionais, estaduais e municipais, como as defesas civis de cada região, além da comunidade acadêmica, empresas privadas e a sociedade.

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Segundo a chefe da Divisão de Geologia Aplicada da CPRM, Sandra Fernandes, que coordena o trabalho de mapeamento de áreas de risco no país, o serviço é um visualizador que funciona como se fosse um mapa online .

“O mapa contém todas as informações que foram levantadas pelo Serviço Geológico do Brasil de 2012 até agora, referentes às condições de risco geológico, suscetibilidade a movimentos gravitacionais de massa e inundação e mapeamento de perigo de movimentos gravitacionais de massa”, disse Sandra.

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O mapa online mostra as áreas que apresentam condições de risco alto e muito alto nas regiões urbanas e delimita em campo, com base no número de moradias e de pessoas ali residente, quais são os processos que podem ocorrer em cada área. O mapa tem atualização constante e indica a quem o consulta se na área em pesquisada é considerada “de risco alto ou muito alto e se é propensa ou não para ocorrências que podem gerar risco”, explicou Sandra.

Os mais de 1.600 municípios que constam do mapa localizam-se em 25 estados – estão de fora apenas Mato Grosso, onde o mapeamento ainda não foi feito, e o Rio e Janeiro, onde o trabalho é feito pelo Serviço Geológico do Estado do estado.

“É um número crescente”, afirmou a chefe da Divisão de Geologia Aplicada da CPRM. Ela informou que, anualmente, é feita uma programação com o governo federal com foco em uma setorização em novos municípios ou na revisitação àqueles em que o levantamento começou, entre os anos de 2012 e 2014. “Isso porque a condição de risco é dinâmica e vai se modificando à em que aumenta a densificação urbana, ou quando o próprio município faz alguma modificação, seja estrutural, com obras de contenção,ou até mesmo não estrutural, para saber lidar com a condição de risco do município”, explicou.

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O acesso ao programa é feito pelo site do Serviço Geológico do Brasil. Pelo sistema de busca, o usuário pode localizar o município de seu interesse e, nos menus que se encontram no final do mapa, filtrar e cruzar dados sobre os produtos cartográficos elaborados pela CPRM.

Fonte: IG Nacional
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