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Política Nacional

Polícia Federal procura presidente do Pros após ordem de prisão

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Prisão temporária do presidente do Pros, por cinco dias, foi decretada pela 2ª Vara da Justiça Federal
Divulgação/ Pros

Prisão temporária do presidente do Pros, por cinco dias, foi decretada pela 2ª Vara da Justiça Federal

A Polícia Federal procura nesta quinta-feira (18) o presidente do Pros, Eurípedes Júnior, um dos alvos da Operação Partialis. A investigação mira suposto esquema de desvios de mais de R$ 2 milhões em contratos da prefeitura de Marabá para compra de gases medicinais no interior do Pará e em Brasília (DF).

Leia também: Campanha contra PT pelo Whatsapp é bancada ilegalmente por empresas, diz jornal

A prisão temporária do presidente do Pros
, por cinco dias, foi decretada pela 2ª Vara da Justiça Federal. Os agentes federais fizeram buscas na sede do Pros. A PF não divulgou detalhes dos motivos que a levaram a pedir a prisão de

Eurípedes Júnior

.

De acordo com a PF, são cumpridos 17 mandados judiciais – quatro de prisão preventiva, quatro de prisão temporária e nove mandados de busca em apreensão – nas residências dos investigados e na sede de uma empresa. Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal de Marabá.

A Operação Partialis é um desdobramento da Operação Asfixia, deflagrada em junho de 2016, com o objetivo de investigar fraudes em licitações para a compra de gases medicinais pela prefeitura de Marabá.

Ao analisar os documentos apreendidos, os investigadores descobriram ilicitudes que consistiam na cobrança de valores por parte de servidores municipais em troca da facilidade no recebimento de valores atrasados. “Chamou a atenção, em especial, uma anotação que indicava o depósito de R$ 100 mil reais para uma dita parceria”, informou a PF, em nota.

O esquema abrangia verbas federais, municipais e estaduais sacadas em espécie por assessores diretos do ex-gestor municipal, sob comando dele, “na boca do caixa de empresas que tinham contratos com a prefeitura de Marabá”, segundo a polícia.

A estimativa é que os saques superaram R$ 1,5 milhão, sendo R$ 1 milhão depositado na conta da esposa de um assessor imediato do ex-gestor municipal. Parte do dinheiro foi transferido para as contas dele por meio de terceiros.

“Além da apropriação desses montantes, também foi adquirida, com recursos públicos federais, por um dos empresários investigados e presos durante a Operação Asfixia, uma aeronave adquirida de uma empresa com sede em Altamira”, diz a nota da PF. A aeronave, inclusive, foi enviada a Goiânia, onde teria ficado sob a responsabilidade da direção nacional de um partido político.

Ainda segundo a PF, os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica, uso de documento falso e apropriação e/ou desvio de recursos públicos.

PROS diz que não tem envolvimento com atos ilícitos

Em nota divulgada no início da tarde, o Pros afirmou que está “à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários” e que os advogados do partido e do presidente da sigla estão tomando ciência do processo. A nota esclarece ainda que o ex-prefeito de Marabá, João Salame, não é filiado ao partido conforme certidão do TSE.

“O MP se pronunciou contrário à prisão temporária presente na decisão judicial que gerou a operação. Trata-se de uma acusação absurda sem fundamento jurídico algum”, informou o partido.

“A menção ao PROS na operação dá-se ao fato de o partido ter adquirido, dentro da legalidade, seguindo todos os tramites legais, uma aeronave no estado do Pará. Tanto é que a aeronave citada foi comprada, paga e já até vendida pelo partido, e informado à justiça eleitoral”, justificou a nota que defende o presidente do Pros. “Todas as movimentações partidárias são devidamente informadas aos órgãos competentes conforme legislação”, concluiu o partido.

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Política Nacional

Márcio França é vaiado em evento na USP

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Estudantes e militantes lotaram a aula aberta na USP
Letícia Martins – 15.08.2022

Estudantes e militantes lotaram a aula aberta na USP

Nesta segunda-feira (15), o candidato ao Senado Márcio França (PSB) participou de uma aula aberta na USP (Universidade de São Paulo) e foi vaiado pela plateia ao ser apresentado pela organização do evento. A recepção ao ex-governador foi completamente diferente de Eduardo Suplicy e Luiza Erundina, que foram ovacionados pelo público.

Após os discursos iniciais, os apresentadores disseram os nomes de lideranças políticas que estavam presentes no local. Randolfe Rodrigues foi o primeiro a ser citado, sendo aplaudido pelas pessoas presentes. Na sequência, França acabou sendo citado e recebeu vaias.

No entanto, apesar da crítica da plateia, o ex-presidente e candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) aplaudiram Márcio. A vice da chapa do petista na corrida para o Palácio dos Bandeirantes, Lúcia França (PSB), também foi mencionada, mas recebeu poucos aplausos.

Erundina e Suplicy estavam no local e tiveram seus nomes citados pelos organizadores. O público foi ao delírio, ovacionando a ex-prefeita de São Paulo e candidata a deputada federal e o vereador e candidato a deputado estadual pelo estado paulista.

O evento foi promovido para que o Coletivo USP Pela Democracia – formado por professores, estudantes e servidores da Universidade de São Paulo – pudesse demonstrar sua indignação e preocupação com possíveis violações contra a democracia brasileira, além de promover um debate sobre qual a importância das universidades na defesa da liberdade.

A aula ocorreu no vão dos prédios de História e Geografia, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), na Cidade Universitária.

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Fonte: IG Política

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