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Mato Grosso

Polícia Civil recebe 2 mil cestas básicas para distribuir a famílias em situação de vulnerabilidade social

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Coordenadoria de Polícia Comunitária, recebeu 2 mil kits com alimentos básicos e produtos de higiene e limpeza, do programa “Vem ser Mais Solidário” coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc).

A retirada das cestas básicas ocorreu na manhã desta quarta-feira (24.11), na Arena Pantanal, em Cuiabá, e faz parte do lançamento da campanha institucional “Natal Solidário PJC 2021”, promovida em parceria com a Diretoria do Interior. 

Os alimentos não perecíveis serão entregues pela Polícia Civil a famílias em situação de vulnerabilidade social dos 141 municípios de Mato Grosso, proporcionando assim um natal mais feliz e fraterno.

Cada cesta é composta por arroz, feijão, óleo, macarrão, café, açúcar, sal, sardinha, farinha de trigo, extrato de tomate, além de kit de limpeza e de higiene pessoal, com sabonete, água sanitária, detergente líquido e sabão em barra.

Foram entregues 140 kits para cada uma das treze Delegacias Regionais do interior: Água Boa, Alta Floresta, Barra do Garças, Cáceres, Guarantã do Norte, Juína, Nova Mutum, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Rondonópolis, Sinop, Sorriso e Tangará da Serra.

Os kits das Delegacias Regionais de Cuiabá e Várzea Grande serão distribuídos pela equipe da Coordenadoria de Polícia Comunitária na região metropolitana, durante a ação simultânea que ocorrerá no dia 17 de dezembro.

Além das cestas repassadas pela Unidade de Ações Sociais e Atenção a Família (UNAF), as Delegacias Regionais também estão promovendo nas respectivas unidades arrecadações de alimentos, roupas e brinquedos que contribuirão com a campanha “Natal Solidário PJC 2021”.

Conforme o coordenador de Polícia Comunitária, Jefferson Dias Chaves, este ano a Polícia Civil fará a campanha de natal de forma integrada, trabalhando com um único objetivo de atender o maior número possível de famílias. 

“É uma forma de unirmos mais uma vez para uma missão tão nobre, que é levar um pouco de alento para as famílias que não tem sequer o que comer. É fundamental essa parceria com a Setasc que nos dá esse incentivo, para que cada regional retorne para sua unidade, e aumente mais ainda essa colaboração para nossa campanha solidária”, finalizou o delegado.

A assessora da primeira-dama, professora Julieta Domingues, falou sobre a importância da adesão da Polícia Civil ao trabalho social coordenado por Virgínia Mendes, que tem como princípio fazer com que nenhuma família sinta a dor da fome.

“Esta é a segunda etapa dessa parceria que somente fortalece e estreita os laços com a Polícia Civil. Há alguns meses já houve a primeira entrega de alimentos, e agora é segundo momento de grande porte, onde estão sendo encaminhadas para os treze polos, 2 mil kits destinados às famílias mais vulneráveis, e que precisam do olhar e da força da mão do estado”, destacou a professora.

Julieta agradeceu a Polícia Civil pelo empenho na campanha solidária. “A Polícia Civil é nossa parceira, a qual precisamos do apoio e queremos sempre por perto”. 

Após percorrer mais de 700 quilômetros para chegar na Capital, a investigadora Rayd Wassem Osti, da Regional de Guarantã do Norte, descreveu a satisfação em buscar as cestas básicas e poder levar para as pessoas mais necessitadas de sua região. “Meu sentimento de resume em gratidão. É maravilhoso poder carregar esperança em forma de alimento e principalmente ajudar aqueles que realmente precisam e passam por necessidades”, disse a policial civil.

Parceria

O Governo do Estado, por meio da primeira-dama Virginia Mendes, é a idealizadora da ação social que tem como objetivo amenizar o sofrimento das pessoas em situação de vulnerabilidade, bem como ajudar famílias mato-grossenses que foram fragilizadas e atingidas pela pandemia.

A distribuição dos alimentos nos municípios está sob a responsabilidade das Secretarias Municipais de Assistência Social e orientação e monitoramento da Setasc. As famílias beneficiadas são cadastradas no Cadastro Único dos Programas Sociais.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Pesquisa fomentada pela Fapemat analisa potencial do cumbaru para produção de carvão

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Um trabalho de iniciação tecnológica fomentada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat) estuda o cumbaru ou baru como potencial de utilização para produzir carvão convencional e ativado.

A pesquisa foi desenvolvida pelos alunos de graduação de Engenharia Florestal Kauê Picada, Lucas Trindade (coordenador), Vinícius Dovidio e os professores Edilene Moreira, Iris Viana e Reginaldo Medeiros (orientador), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT), campus Olegário Baldo, de Cáceres. A pesquisa trata da “Produção de carvão convencional e ativado a partir do fruto de cumbaru, em comunidades extrativistas de Mato Grosso”.

A espécie com potencial madeireiro e não madeireiro é a Dipteryx alata Vogel (cumbaru ou baru). O coordenador da pesquisa, Lucas Trindade, destaca o grande potencial do uso não madeireiro. Como a utilização da castanha para consumo, produção de óleos, entre outros produtos. Contudo, seu fruto (endocarpo) é descartado após a retirada da semente.

“É uma espécie com presença expressiva no Cerrado e em regiões de transição do Pantanal, com enorme viabilidade econômica, pois sua madeira e ampla utilidade do seu fruto possuem capacidade para agregação de valor e geração de renda tanto com a extração de sua castanha, quanto com a produção de carvão do endocarpo (fruto)”, descreve em uma publicação nos anais do IFMT, o “VII Workif – Workshop de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação: o papel da ciência e tecnologia: presente e futuro”.

Estudos preliminares indicam que o fruto tem potencial de uso para produção de carvão vegetal de modo convencional e pode-se agregar valor ao produto tornando-o carvão ativado, que é utilizado para diversos fins.

Utilização do cumbaru ou baru

A pesquisa para uso do vegetal como produto florestal não madeireiro é inovação.

De acordo com o estudo da Embrapa Cerrados, “Baru: biologia e uso”, dos pesquisadores Sueli Matiko Sano, José Felipe Ribeiro e Márcia Aparecida de Brito, o cumbaru ou baru pode ter utilização alimentar (com a polpa e a semente – amêndoa – comestíveis, e farinha da semente); forrageiro (uso como abrigo para gado e nutricional por concentração de potássio e fósforo); madeireiro (madeira densa e resistente); medicinal (óleo para combater reumatismo e casca para dores da coluna); industrial (óleo para a indústria alimentícia e farmacêutica) e paisagístico (baixa exigência de adubos) e para recuperar áreas degradadas.

O cumbaru ou baru é parecido com uma castanha e de acordo com informações da revista de pesquisa sobre mercados, www.factmr.com, ele é apresentado como um superalimento, pelo valor nutritivo. E a previsão é que a comercialização da espécie aumente 25% ao ano entre 2019 e 2029. 

Fonte: GOV MT

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