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Polícia Civil esclarece homicídio em Juína com prisão de enteado e comparsa identificados como autores do crime

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Um homicídio ocorrido no mês de julho na cidade de Juína (735 km a noroeste de Cuiabá) foi esclarecido pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (17.09), com o cumprimento do mandado de prisão preventiva de dois suspeitos identificados como autores do crime.

Segundo as investigações da Delegacia de Juína, coordenadas pelo delegado Marco Bortolotto Remuzzi, o enteado da vítima premeditou o crime e pediu o auxílio do comparsa para execução do crime. Na sexta-feira (17), a Polícia Civil cumpriu cinco mandados, sendo três de busca e apreensão e dois de prisão contra os envolvidos no crime.

O crime que vitimou Juliano Gonçalves Leite, de 40 anos, ocorreu no dia 23 de julho, no bairro Módulo 06, em Juína. Na ocasião, a vítima foi encontrada com diversos ferimentos na cabeça, rosto e pescoço, ao lado da sua motocicleta. A vítima estava sem documentos, porém o corpo foi reconhecido pela esposa que revelou que o marido havia saído de casa com dinheiro na carteira, o qual foi subtraído.

Imediatamente após a localização do corpo, a equipe da Delegacia de Juína iniciou as diligências para identificar os autores do crime, sendo apontado como suspeito principal o enteado da vítima.

Segundo as investigações, dias as antes do fato do crime, o suspeito e a vítima tiveram uma discussão, ocasião em que o padrasto chegou a pegar uma faca e ameaçar o enteado de morte.

Desde então, o suspeito começou a planejar a morte da vítima e no dia dos fatos marcou um encontro com o padrasto, através de um aplicativo de mensagens, para que eles conversassem. A vítima foi até o local com a sua motocicleta, ocasião em que foi agredida pelos suspeitos com pauladas na cabeça e pelo corpo, não resistindo aos ferimentos.

Diante das evidências, foi representado pelos mandados de prisão e busca e apreensão contra os suspeitos pelo crime de homicídio qualificado, que foram deferidos pela Justiça e cumpridos pelos policiais da Delegacia de Juína, na sexta-feira (17).

Os suspeitos foram conduzidos à delegacia, onde foram interrogados e posteriormente colocados à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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Cinco postos de combustíveis da Capital passam por fiscalização após denúncias de consumidores

Publicado


Camila Molina/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), e o Instituto de Pesos e Medidas do Estado de Mato Grosso (Ipem-MT), fiscalizaram cinco postos de combustível de Cuiabá, em ação realizada nesta terça-feira (26.10).

A ação conjunta teve como alvo postos que foram denunciados por consumidores que suspeitaram da quantidade do combustível que abasteceram em seus veículos, e coincide com a entrada em vigor do aumento nos preços da gasolina e do óleo diesel anunciado pela Petrobras.

Durante a operação, foi analisada a vazão em dezenas de bicos e de bombas de combustível. Somente uma bomba de um posto, localizado no Bairro Parque Cuiabá, na Capital, foi reprovada por entregar 80ml a menos de combustível a cada 20 litros abastecidos pelo consumidor.

A bomba reprovada foi lacrada e o posto foi autuado pelo Ipem. A Polícia Civil vai investigar os fatos para verificar se houve adulteração dolosa da vazão, ou erro causado por problemas mecânicos ou pelas intemperes do clima.

O delegado da Decon, Rogério Ferreira, destacou que durante a ação também foi verificado se os postos fiscalizados estavam se aproveitando dos sucessivos aumentos nos preços dos combustíveis nas distribuidoras para praticar aumentos abusivos contra os consumidores.

Se for comprovada a adulteração dolosa da vazão do bico reprovado, ou a prática de aumento abusivo de preços, os responsáveis legais pelos postos irão responder por crime contra a economia popular com até dois anos de prisão, e se for verificado a comercialização de combustível adulterado, os suspeitos responderão por crime contra as relações de consumo com pena que pode chegar aos 5 anos de prisão e multa.

Todas as denúncias encaminhadas à Polícia Civil, ao Ipem, Procon Estadual e Municipal e à Agência Nacional do Petróleo – ANP são investigadas, e os postos continuarão sendo fiscalizados constantemente em Cuiabá e em toda a região metropolitana da Capital.

Fonte: PJC MT

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