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Polícia Civil cumpre prisões e buscas para apurar desvios de dinheiro público na antiga Cepromat

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (DECCOR), em conjunto com o Comitê Interestadual de Recuperação de Ativos (CIRA), Delegacia de Capturas e Polícia Interestadual (DCPI) de Brasília e Ministério Público Estadual (MPE), deflagrou na manhã desta terça-feira (22.10), a operação “Quadro Negro”.

A operação visa dar cumprimentos a mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão domiciliar com o objetivo de apurar desvios ocorridos no antigo Centro de Processamento de Dados do Estado (Cepromat), atual Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI). 

As ordens judiciais foram decretadas pela juíza Ana Cristina Silva Mendes da 7ª Vara Criminal da Capital. Ao todo foram expedidos 06 mandados de prisão preventiva e 07 de busca e apreensão domiciliar, que serão cumpridos nas cidades de Cuiabá (MT), Brasília (DF) e Luziânia-GO.

Além dos mandados, foi decretado o sequestro de mais de R$10 milhões, em valores, imóveis e veículos de luxo. 

A operação é coordenada pelos delegados Anderson Veiga, Luiz Henrique Damasceno e Bruno Lima Barcellos e contou com apoio do delegado chefe da DCPI, Amarildo Fernandes e do delegado adjunto, Henry Galdino. Detalhes sobre os trabalhos serão passados em coletiva de imprensa, às 09h30, na Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz).

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Nome da operação

Operação Quadro Negro, remete ao quadro e giz que ainda funcionam nas escolas, já que as lousas digitais eram falsas, bem como à situação (quadro) estrutural crítica que a educação básica se encontra em razão dos prejuízos causados pelos desvios.

Fonte: PJC MT
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Operação Hydrus cumpre 22 mandados de prisões contra suspeitos de organização criminosa

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por

Assessoria/PJC-MT

A Polícia Judiciária Civil de Guarantã do Norte deflagrou na manhã desta terça-feira (12.11), a Operação Hydrus para cumprimento de 22 mandados de prisões temporárias contra alvos suspeitos de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

As investigações que deram origem à operação Hydrus se basearam em informações obtidas a partir de outra operação, a ‘Mercúrio’ deflagrada no início deste ano também em Guarantã do Norte. Ambas investigam organização criminosa que tentava se instalar no município.

Foram oito meses de investigação dos crimes de tráfico de drogas, associação ao tráfico, lavagem de dinheiro e organização criminosa conduzidas pela Delegacia Municipal de Guarantã do Norte, com apoio do Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional. O delegado Waner dos Santos Neves representou pela prisão temporária dos suspeitos e pelos mandados de buscas e apreensões deferidos pela justiça local.

Vinte pessoas foram presas em Guarantã do Norte e outras duas em Peixoto de Azevedo.  Foram apreendidas durante a operação cinco armas de fogo, sendo três pistolas, uma carabina e um revólver; um simulacro de arma de fogo, entorpecentes, munições e R$ 40 mil. As drogas ainda estão sendo pesadas.

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Participaram da operação 70 policiais entre, investigadores, escrivães e delegados das regionais, de Sinop, Nova Mutum, Alta Floresta, todas as unidades da regional de Guarantã do Norte, equipes do Grupo de Operações Especiais (GOE) e da Polinter.

Fonte: PJC MT
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