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Nunca 2º turno deixou de ter debates entre candidatos à Presidência

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Haddad e Bolsonaro podem não se enfrentar em debates no 2º turno das eleições; fato seria inédito em toda a história democrática
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Haddad e Bolsonaro podem não se enfrentar em debates no 2º turno das eleições; fato seria inédito em toda a história democrática

Com ampla vantagem nas pesquisas eleitorais sobre o 2º turno, o deputado federal e candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) já avisou que pode faltar dos debates na TV. Num primeiro momento, sua equipe alegou que os médicos do presidenciável vetaram sua participação, mas, em seguida, o próprio candidato admtiu que o faria por questão de “estratégia”. 

Leia também: Ibope aponta vitória de Bolsonaro no segundo turno com 59%; Haddad tem 41%

Se o deputado federal mantiver sua posição, esta será a primeira vez em que candidatos à Presidência não se enfrentam em debates no  2º turno
. Ausências dos principais postulantes ao cargo nos embates televisivos aconteceram em 1998 e 2006 – quando Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva, respectivamente, se furtaram ao debate no primeiro turno -, mas, no segundo turno, nunca um candidato deixou de comparecer ao evento.

Na semana seguinte ao primeiro turno de 2018, Fernando Haddad
(PT), adversário de Bolsonaro, avisou que iria “até a enfermaria” para debater com o candidato se fosse o caso. Estão marcados debates para a quinta-feira (18), na TV Bandeirantes, no domingo (21), na Record, e no dia 26, na TV Globo. Não se sabe, contudo, se os eventos aconteceram de fato.

Leia também: Haddad diz que está disposto a ir ‘até enfermaria’ para debater com Bolsonaro

Com vantagem nas pesquisas, a estratégia de Bolsonaro
é “jogar parado”. A primeira pesquisa Ibope para o segundo turno divulgada na segunda-feira (15) indica o candidato com 18 pontos percentuais de vantagem nas intenções de voto ddiante de Fernando Haddad.

O candidato do PSL aparece com 59% enquanto o petista tem 41% dos votos válidos, de acordo com o levantamento. 

No cálculo de votos válidos, são excluídos os brancos, nulos e indecisos. E é essa a conta que a Justiça Eleitoral faz para divulgar o resultado das eleições. Nos votos totais, Bolsonaro segue na frente, com 52%. Haddad tem 37%. Brancos e nulos somam 9% e 2% não soube ou não quis responder. No primeiro turno, Bolsonaro teve 46% dos votos válidos e Haddad, 29%.

Leia também: Bolsonaro admite não ir a debates com Haddad por ‘estratégia’

Haddad que evitar a ausência de seu adversário nos debates. Logo após o primeiro turno o petista escreveu em suas redes sociais: “Vamos fazer uma campanha propositiva e demarcar as diferenças entre projetos. Agora, meu adversário precisa participar dos debates no 2º turno
. Ninguém pode ser eleito sem apresentar as suas propostas ao povo”, disse.

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Hacker da Lava-Jato reuniu-se com líder do PL, afirma advogado

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Jair Bolsonaro abraça o presidente do PL, Valdemar Costa Neto
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Jair Bolsonaro abraça o presidente do PL, Valdemar Costa Neto

O hacker Walter Delgatti, responsável por invadir o Telegram e copiar diálogos de procuradores da Lava-Jato, esteve em Brasília nesta terça-feira e se encontrou com o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, na sede do partido, segundo afirmou ao GLOBO seu advogado, Ariovaldo Moreira. De acordo com o defensor, os dois foram levados ao local pela deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). A parlamentar nega o encontro.

“Sobre a reunião em Brasília, ela realmente aconteceu e, inclusive, eu estava presente, participei da reunião com a equipe do PL. Fomos apresentados pela deputada Carla (Zambelli) e falamos com algumas pessoas do PL”, afirmou o advogado ao GLOBO. A informação de que Delgatti se reuniu com integrantes da campanha foi antecipada pelo G1.

Ariovaldo afirmou que tratou de diversos assuntos, inclusive sobre a campanha de reeleição do presidente Jair Bolsonaro, mas negou que tenha sido levado até a sede do partido para tratar especificamente sobre isso. O advogado diz ainda que esteve com “pessoas envolvidas com o PL” que estão “à frente da campanha”, e citou o presidente da legenda.

“Eu estava em Brasília, estive com a Zambelli, estive com as pessoas envolvidas com o PL que estão à frente da campanha do presidente. Ele não foi (apresentado) para a campanha, conversamos com a Zambelli sobre vários assuntos e apresentou ao Valdemar. Falou-se sobre vários assuntos, entre elas a campanha, mas não fomos para lá com o sentido de aderir à campanha.”

Fontes do partido confirmaram ao GLOBO, em reservado, que o encontro ocorreu, mas que Valdemar teria descartado qualquer participação de Delgatti na campanha de Bolsonaro.

Procurada, Zambelli, uma das parlamentares mais próximas do presidente, nega que tenha se encontrado com Delgatti em Brasília , mas admite manter contato com o hacker.

“Não teve reunião, eu tenho contato com ele (Delgatti), mas esse advogado que está inventando coisa. Não teve nada de Brasília, nada de Alvorada, nada de PL”, disse Zambelli.

Delgatti foi o responsável por invadir o Telegram e copiar diálogos de procuradores da Lava-Jato. Ele foi preso em 2019 pela Polícia Federal na Operação Spoofing. Delgatti respondeu a pelo menos dois processos por estelionato. Em 2012, pagou uma conta de R$ 740 em um hotel em Piracicaba, no interior de São Paulo, usando um cartão de um homem de 75 anos. Ele negou o crime, mas acabou sendo condenado a um ano de prisão em regime aberto.

Em 2015, Walter usou um cartão de um escritório de advocacia para comprar móveis. Em 2018, ele foi condenado a um ano e dois meses em regime semiaberto.

Outra acusação contra ele veio em abril de 2017: tráfico de drogas e falsificação documentos. Walter foi detido comercializando comprimidos de venda proibida, usando uma carteira de estudante em nome de outra pessoa.

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Fonte: IG Nacional

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