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“Não é ‘se’, mas ‘quando’ nova pandemia vai acontecer”, diz especialista da OMS

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O mundo nem se livrou da pandemia do coronavírus, que já chega a uma quarta onda na Europa , e a Organização Mundial da Saúde (OMS) já se preocupa com as próximas. A entidade montou um grupo de especialistas para investigar as origens das pandemias, com a participação do pesquisador brasileiro Carlos Medicis Morel.

“A gente está buscando não somente essa pandemia, mas as próximas. O nome do grupo é ‘Origens de Novos Patógenos’. A gente diz que não é ‘se’, mas ‘quando’ uma nova pandemia vai acontecer”, disse Morel, coordenador-geral do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS) da Fiocruz, em entrevista à CNN Brasil.

Ele afirmou que a primeira investigação da OMS “foi muito complicada”. Por isso, a entidade decidiu retomar a busca em outro formato. O comitê agora é permanente, com membros nomeados para um mandato de dois anos que pode ser renovado.

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“O interessante foi que decidiram escolher apenas um membro por país. Então não há dominância de um país. Eu até destaquei ontem, na primeira reunião do comitê, que foi montada na verdade uma mini Assembleia Mundial da Saúde. Cada país tem uma voz. São 27 países, 27 membros”, explicou o pesquisador.


Os trabalhos são iniciados no contexto em que a vacinação avança no mundo, mas os casos de coronavírus voltam a crescer na Europa. Isso fez com que a OMS emitisse o alerta de que o continente pode perder mais 700 mil pessoas para a Covid-19 .

Fonte: IG SAÚDE

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Ômicron: 4 gráficos para compreender variante do coronavírus

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BBC News Brasil

Ômicron: 4 gráficos para entender variante do coronavírus
Reprodução: BBC News Brasil

Ômicron: 4 gráficos para entender variante do coronavírus

Países vêm tomando uma série de medidas para tentar barrar a disseminação de uma nova cepa do novo coronavírus. A Ômicron foi classificada como uma “variante de preocupação”. As primeiras evidências sugerem que ela oferece um risco elevado de reinfecção.

A variante foi detectada na África do Sul no início deste mês e relatada à Organização Mundial da Saúde (OMS) na última quarta-feira (24/11).

A Ômicron é responsável pela maioria das infecções encontradas na Província mais populosa da África do Sul, Gauteng, nas últimas duas semanas.O número de casos de “parece estar aumentando em quase todas as Províncias” do país, segundo a OMS.

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Apesar disso, o ministro da Saúde da África do Sul diz que “não há absolutamente nenhuma necessidade de pânico”. Joe Phaahla ainda acrescentou que o país já esteve nesta posição antes, referindo-se à variante Beta, detectada na África do Sul em dezembro do ano passado.

A Ômicron também já foi detectada em outros países, enquanto nações fechando suas fronteiras para viajantes do sul da África para tentar barrar a entrada do vírus. Ao mesmo tempo, os programas de imunização estão acelerando a aplicação das doses de reforço na tentativa de prevenir casos graves e mortes.

Por sua vez, a China disse que distribuirá 1 bilhão de doses de imunizantes para países africanos para tentar aumentar os níveis de vacinação locais. A desigualdade entre países ricos e pobres na imunização contra o coronavírus tem sido bastante criticada e um ponto de preocupação entre especialistas.

Mas por que a Ômicron preocupa? Como ela é detectada?

Afinal, o que são essas variantes e quantas existem até agora?

A BBC News Brasil preparou os gráficos a seguir para ajudar a tirar essas e outras dúvidas. Confira.


1. Por que a Ômicron é preocupante?

Gráfico

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2. O que distingue a nova variante

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3. O que são variantes?

Gráfico

BBC

4. As variantes do coronavírus conhecidas até agora

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Fonte: IG SAÚDE

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