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Saúde

Mulher tem braço direito amputado após contrair infecção que pode levar à morte

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Após acordar com uma dor insuportável no braço direito, Keirra Eames, do estado de Utah, nos Estados Unidos, achou que havia deslocado o ombro. No entanto, ela descobriu que, na verdade, havia contraído uma infecção bacteriana, conhecida como fasciíte necrosante, que se espalha rapidamente pelo corpo e pode levar à morte.

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Reprodução/Facebook e The Sun

A americana Keirra Eames teve o braço direito amputado após contrair uma infecção bacteriana que pode levar à morte

A mulher ficou em coma por 11 dias enquanto os cirurgiões tentavam impedir que a infecção se espalhasse. Na ocasião, os médicos alertaram ao marido e outros parentes que ela poderia não sobreviver ao passar pelo primeiro procedimento cirúrgico. A cirurgia foi para remover parte massa muscular do seu braço , mas a sepse continuou a se espalhar.

“Eu estava em estado crítico quando meus rins começaram a se fechar e a parte superior do meu braço estava preta. Os médicos removeram 40% do meu braço, mas não houve melhora e a infecção não estava diminuindo”, diz Keirra, em entrevista à Caters News Agency , segundo informações do The Sun

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“Meus órgãos estavam se fechando e havia líquido no meu cérebro, os médicos tentaram reduzi-lo com a cirurgia, mas, quando me deitaram, minha cabeça começou a ficar roxa”, ressalta. Ela ainda diz que três coágulos de sangue se desenvolveram no outro braço e ela foi transferida para outro hospital de helicóptero.

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Keirra também destaca que sua família foi avisada sobre suas probabilidades antes da cirurgia para remover os coágulos em seu braço bom. Em janeiro, passou pelo procedimento para amputar o braço direito. Ela disse que, quando percebeu que seu braço havia sumido, “se sentiu impotente”, mas está aprendendo a se adaptar em casa desde que foi liberada do hospital.

O que é fasciíte necrosante?

No caso da fasciíte necrosante , diagnóstico preciso, tratamento rápido com antibióticos e cirurgia imediata são pontos essenciais para impedir a propagação da infecção. Geralmente, as bactérias entram no corpo através de uma ruptura na pele, como cortes e arranhões, queimaduras, picadas de insetos, perfurações ou feridas cirúrgicas.

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Além de uma área vermelha inchada da pele, fortes dores além da área da pele infectada e febre podem ser sinais da condição. Ao sentir alguns dos sintomas mencionados, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) orienta buscar ajuda médica imediatamente, uma vez que a infecção pode matar.

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Os sintomas posteriores da infecção podem incluir úlceras, bolhas ou manchas pretas na pele, alterações na cor da pele, pus, tontura, fadiga, diarréia ou náusea. A fasciíte necrosante pode causar sepse e falência de órgãos ou complicações ao longo da vida decorrentes de cicatrizes graves e perda de membros, como o caso do braço amputado de Keirra.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Jovem usa cigarro eletrônico, contrai inflamação pulmonar e quase morre

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Ewan Fisher, um jovem inglês de 18 anos, quase morreu após contrair uma inflamação pulmonar que seus médicos afirmam estar associada ao uso de cigarro eletrônico com sabor. O episódio, ocorrido em 2017, veio à tona nesta terça-feira (12), com a publicação do estudo na revista médica “Archives of Disease in Childhood”.

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shutterstock

Um jovem inglês de 18 anos quase morreu após usar cigarro eletrônico com sabor em 2017

Descrita como uma pneumonite por hipersensibilidade, a doença aguda surgiu após o adolescente consumir o produto e se manifestou como uma alergia severa que levou à falência respiratória. Admitido no pronto-socorro, o adolescente piorou rapidamente, mesmo depois de internado.

Inicialmente colocado em um apareclho de oxigenação comum, ele continuou a piorar e só foi salvo depois de transferido a um hospital que possuía um aparelho de oxigenação por membrana extracorpórea.

Os médicos atribuem aquilo que descrevem como ” doença respiratória catastrófica “a uma reação a algum componente do líquido no cartucho do cigarro eletrônico que o paciente usava. O jovem vinha consumindo o produto nos últimos quatro meses e foi levado pela mãe ao hospital Queen’s Medical Centre, em Nottingham, na Inglaterra, depois de uma semana com tosse e apneia.

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“Nunca se ouviu falar de um caso assim ser uma apresentação inicial de asma”, escreve a equipe médica, liderada por Nisha Nair, dos Hospitais Universitários de Nottingham. “Há duas lições importantes aqui. A primeira é sempre levarmos em conta uma possível reação a cigarros eletrônicos em alguém apresentando doença respiratória incomum. A segunda é que assumimos um risco se considerarmos que cigarros eletrônicos são ‘muito mais saudáveis que o tabaco’.”

O paciente em questão deu entrevista nesta manhã a vários veículos de imprensa britânicos e contou a história do cigarro eletrônico com mais detalhes. Sua internação durou 35 dias, após os quais ele recebeu alta ainda sob prescrição de medicamentos. Em uma noite, ele voltou a piorar e acabou sendo readmitido no pronto-socorro para reforço respiratório.

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Os médicos afirmam que os índices de função pulmonar do paciente só voltaram ao normal um ano e dois meses após sua primeira internação. Em entrevista à BBC , porém, Ewan diz ainda não estar totalmente recuperado: “Ainda não estou de volta ao normal, eu diria que estou uns 75% ou 80%. Só nos últimos seis meses é que passei a me sentir um pouco mais forte”, finaliza.

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Fonte: IG Saúde
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