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Economia

Mercado reduz em R$ 4 bilhões previsão de rombo nas contas do governo para 2018

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Deficit das contas públicas será reduzido de acordo com projeçoes.
Arquivo/Agência Brasil

Deficit das contas públicas será reduzido de acordo com projeçoes.

A pesquisa mensal Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda e baseada em informações fornecidas pelo mercado financeiro, indica redução no deficit das contas públicas em relação à estimativa do governo para o ano de 2018.

Leia também: Deficit das contas públicas sobe 77,1% em agosto em relação a 2017

Instituições Financeiras consultadas pelo Ministério da Fazenda reduziram a previsão para o deficit das contas públicas
em 2018. A estimativa de défice primário do Governo Central, formado por Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, passou de R$ 141,038 bilhões para R$ 137,259 bilhões e segue abaixo da meta estipulada pelo governo Temer, de R$ 159 bilhões. 

Deficit primário é o resultado da subtração entre receitas e despesas durante determinado período de tempo (a conta realizada é anual), desconsiderando gastos com juros. Para 2019, a estimativa é de deficit de R$ 117,772 bilhões, diante dos R$ 123,808 bilhões previstos pelas instituições financeiras em setembro.

Leia também: Número de negativados cresce 3,9% e chega a 62,4 milhões no Brasil em setembro

Deficit das contas públicas maior em 2019


Deficit das contas públicas deverá ser ainda maior em 2019, segundo projeções.
Marcelo Jorge Vieira de Brazil – Flickr

Deficit das contas públicas deverá ser ainda maior em 2019, segundo projeções.

No relatório divulgado nesta quinta-feira (11), há previsão de menos despesas, mas também menos receitas. A estimativa passou de R$ 1,364 trilhão para R$ 1,362 trilhão nas despesas e o ajuste nas receitas líquidas foi de R$ 1,224 trilhão para R$ 1,223 trilhão.

Para 2019, a projeção de receita líquida do Governo Central é de R$ 1,311 trilhão, contra a quantia de R$ 1,306 trilhão prevista em setembro. Em relação à despesa total, também houve aumento em relação ao projetado no último mês: de R$ 1,423 trilhão para R$ 1,427 trilhão.

Na pesquisa, há também a divulgação de projeção sobre a dívida bruta do Governo Central. Na análise das instituições financeiras consultadas, o número deve girar em torno de 77% do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. O PIB é a soma de todas as riquezas produzidas pelo País. A previsão anterior era de 76,1% do PIB e, para 2019, há projeção de 78,65%, sendo que em setembro esse número também era inferior: 78,12% foi o número estimado em setembro.

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A redução do deficit das contas públicas
ocorre após grande aumento do endividamento em relação ao ano anterior. Até agosto, o deficit havia subido 77,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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Bolsonaro veta reajuste salarial para PF, PRF e Abin na LDO 2023

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Bolsonaro disse que já enviou a recomposição salarial no projeto
PRF-BA/Divulgação

Bolsonaro disse que já enviou a recomposição salarial no projeto

Entre os 36 vetos do presidente Jair Bolsonaro na sanção da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023, foram barrados os artigos que previam reajustes a policiais e servidores da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). A decisão foi publicada na edição desta quarta-feira (dia 10) do Diário Oficial da União.

Apesar de ter mantido a reserva ao orçamento secreto, que deve consumir cerca de R$ 19 bilhões no ano que vem, o presidente vetou os itens que previam restruturação e recomposição salarial de integrantes das polícias Federal, Rodoviária Federal e Civil do Distrito Federal, além dos policiais penais federal, estaduais e distrital e os servidores da Abin.

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No texto, Bolsonaro justificou que as proposições já foram contempladas na proposta original enviada pelo governo federal.

“As disposições contrariam o interesse público, pois criariam, no ordenamento jurídico, desnecessária assimetria de tratamento entre as carreiras dos órgãos e entidades que compõem a administração pública federal. Esse fato provocaria desequilíbrio entre os órgãos responsáveis pela gestão das carreiras e prejudicaria o desempenho do Poder Executivo federal na atuação integrada e harmônica entre as diversas áreas de atuação governamental e do Estado brasileiro”, diz o texto.

Fonte: IG ECONOMIA

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