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Política Nacional

Médicos fazem nova avaliação e liberam Bolsonaro para participação em debates

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Médicos Leandro Echenique, cirurgião, e Antonio Luiz Macedo, cardiologista, foram ao Rio de Janeiro fazer uma nova avaliação médica de Bolsonaro
Arquivo/Agência Brasil

Médicos Leandro Echenique, cirurgião, e Antonio Luiz Macedo, cardiologista, foram ao Rio de Janeiro fazer uma nova avaliação médica de Bolsonaro

Uma equipe do Hospital Albert Einstein composta por cinco médicos, entre eles o cirurgião Leandro Echenique e o cardiologista Antonio Luiz de Vasconcellos Macedo foi até o Rio de Janeiro e fez uma avaliação médica de Bolsonaro, candidato à Presidência da República pelo PSL, que durou pouco mais de uma hora e meia e concluiu que Bolsonaro apresentou evolução clínica e nutricional e que está liberado para participar dos eventos de campanha.

Leia também: Saiba quais são as principais propostas de Bolsonaro e Haddad para a saúde

Após a avaliação médica de Bolsonaro
, a assessoria do candidato divulgou uma nota informando que ele passou por exames de imagem e de laboratório e que “apresenta boa evolução clínica e a avaliação nutricional evidenciou melhora da composição corpórea, mas ainda exigindo suporte nutricional e fisioterapia”.

Uma nota emitida pelo cirurgião e pelo cardiologista, no entanto, esclareceu que a participação em debates por parte de Bolsonaro depende dele, ou seja, do ponto de vista clínico, ele está liberado.

A conclusão é, portanto, bem diferente da apresentada na penúltima avaliação feita em 10 de outubro, quando os próprios médicos avaliaram que Bolsonaro ainda estava com anemia e precisava recuperar massa perdida estando vetado de fazer atividades de campanhas. Na ocasião, o cirurgião disse que “ele ainda tem anemia. Então, a liberação não é completa. Não pode fazer viagens, nem atividades mais prolongadas”, mas o cardiologista declarou que “com certeza ele terá condições na semana que vem”, se referindo a avaliação realizada hoje.

Avaliação médica de Bolsonaro


Avaliação médica realizada nesta quinta-feira (18) liberou Bolsonaro para retomar atividades de campanha, 42 dias após facada no abdômen
Reprodução

Avaliação médica realizada nesta quinta-feira (18) liberou Bolsonaro para retomar atividades de campanha, 42 dias após facada no abdômen

A avaliação médica de Bolsonaro foi feita pelo cirurgião Antônio Luiz Macedo, o mesmo que operou o candidato em São Paulo no dia 12 de setebrmo, e por Leandro Echenique, cardiolosita da equipe, na casa de Bolsonaro, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. 

Eles chegaram até a residência por volta das 9h45 e deixaram o local às 11h20 sem falar com a imprensa. Pouco tempo depois, no entanto, ambos emitiram uma nota em que afirmaram que o quadro de saúde do candidato está evoluindo bem e que “depende dele” querer retomar as atividades de campanha, inclusive a participação em debates.

Os médicos afirmaram que há pacientes que, com colostomia, como é o caso de Bolsonaro, ficam fragilizadas e que há pacientes que toleram bem antes de ressaltar que a colostomia é recente e que depende de como o cadndiato vai se sentir ao ficar muito tempo fora do ambiente domicilar.

Os médicos explicam que a colostomia é uma procedimento que liga uma parte do intestinto à parede do abdomen para criar um novo trajeto pras fezes e gases que ficam armaezanas numa bolsa externa. Por fima, a nota emitida pela Hospital Israelita Albert Einstein, explica que após ser submetido a avaliação médica multiprofissional, de exames de imagem e laboratoriais, a colostomia permanece como fator limitante relativo.

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Ciro propõe programa de renda de R$ 1 mil para famílias carentes

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 Ciro Gomes
Divulgação

Ciro Gomes

O candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes , afirmou nesta quarta-feira que deve propor, caso seja eleito, um programa de renda mínima de R$ 1 mil reais para famílias de baixa renda. Segundo o pedetista, o benefício substituiria o Auxílio Brasil, cujo valor hoje é de R$ 600 reais. O presidenciável disse que os cálculos feitos por sua campanha indicam que será possível aumentar o valor do benefício social.

A proposta de um programa de transferência novo já havia sido anunciada pelo presidenciável durante o período da pré-campanha e consta no programa de governo do pedetista, divulgado na terça-feira. No entanto, Ciro ainda não tinha informado qual seria o valor do auxílio.

“Esse programa de renda mínima, nossos primeiros ensaios estão chegando à possibilidade de nós chegarmos a R$ 1 mil por domicílio para todas as famílias carentes do Brasil”, disse Ciro, durante um evento de entidades de auditores fiscais, em Brasília.

O pedetista, no entanto, não informou quantas pessoas seriam beneficiadas pelo programa.

Para custear o programa, Ciro quer unificar o Auxílio Brasil, sucessor do Bolsa Família, com os demais benefícios sociais, como a aposentadoria rural e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Além disso, pretende conseguir o restante dos recursos com a taxação de grandes fortunas, que seria implementada após a reforma tributária defendida por Ciro. O pedetista defende uma alíquota de, no mínimo, 0,5% sobre bens acima de R$ 20 milhões.

Pelas contas do presidenciável, a medida, que atingiria cerca de 60 mil contribuintes, pode gerar aproximadamente R$ 60 bilhões em receita. Seria com esse montante que Ciro custearia seu programa de renda mínima.

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Fonte: IG Política

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