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Política MT

Max Russi defende olhar diferenciado e vontade de agir no combate à pobreza em MT

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Na data em que se celebrou o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, o deputado Max Russi (PSB) alertou sobre a necessidade da implementação de outras políticas públicas em Mato Grosso, para o combate às desigualdades sociais e concepção de novas oportunidades. O parlamentar fez uso da tribuna na sessão ordinária vespertina da Assembleia Legislativa, na última quarta-feira (17).

“É necessário determinação e vontade de agir o tempo todo, não apenas em momentos de crise. Estamos em tempo de seguir nessa luta e alertar a sociedade para a necessidade de defender o direito humano de se viver uma vida digna e sobre o elevado número de pessoas vivendo em extrema pobreza, exposto à miséria, fome e violência”, alertou.

O deputado Max Russi foi gestor da Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas/MT) e criou, junto ao Governo do Estado, o considerado maior programa de combate à vulnerabilidade de MT, o Pró-família, que já atende mais de 22 mil famílias na grande maioria dos municípios.

Além de receber o valor mensal de R$ 100 reais, que podem ser gastos apenas para a compra de alimentos, ao longo de 12 meses, cada família participa de cursos de capacitação, além de serem encaminhadas ao mercado de trabalho.

Com o funcionamento dessa rede de proteção social, somada a aplicação de outros trabalhos, Mato Grosso teve uma diminuição de quase 2% no índice de extrema pobreza, conforme o último levantamento feito por meio da base de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  

“Mesmo sendo um dos únicos estados a diminuir este índice, considero um número muito baixo. A partir dele, podemos comprovar que Mato Grosso necessita do investimento na área social”, concluiu o parlamentar.

Max Russi assegurou que vai continuar defendendo a bandeira nos próximos 4 anos de sua gestão. “Precisamos construir esses mecanismos de políticas públicas sociais e os colocarmos em prática para materializar um novo caminho, para quem não tem e não teve oportunidade”, finalizou.

A pobreza extrema cresceu em 25 dos 27 estados brasileiros nos últimos anos, segundo esses mesmos levantamentos baseados no IBGE. Ele contabiliza mais de 13 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da miséria. Observa-se, inclusive, que o Brasil começou a viver esse calvário principalmente a partir de 2015, com a estagnação da economia, o aumento do desemprego e cortes nos investimentos de políticas públicas de assistência social.

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Política MT

CFAEO promove segunda audiência sobre o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou, na tarde desta quarta-feira (10), audiência pública para discutir o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para o ano de 2023 (PLDO-573/2022). O debate foi conduzido pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária e contou com participação de representantes da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz/MT), sindicatos, Defensoria Pública, Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

A receita total líquida para o ano de 2023 prevista na PLDO é de cerca de R$ 28,6 bilhões. O secretário-adjunto da Receita Pública da Sefaz/MT, Vinícius José Simioni da Silva, explicou os indicadores e parâmetros levados em consideração para chegar ao número apresentado na peça orçamentária. Porém, a estimativa foi alvo de questionamentos de participantes que acreditam na possibilidade de excesso de arrecadação.

Segundo o secretário-adjunto do Orçamento Estadual, Ricardo Capistrano, números podem ser atualizados para apresentação do projeto de lei orçamentária, que deve chegar em setembro para apreciação da Assembleia. O representante da Sefaz ainda destacou que a PLDO-2023 cria dispositivo para medir impactos e retorno econômicos das políticas públicas feitas pelo Estado de Mato Grosso.

Entre as prioridades contidas no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2023 estão manutenção de espaços educacionais, construção e reforma de estabelecimentos assistenciais de saúde, implementação de programas sociais e pavimentação e conservação de rodovias e gestão da regularização ambiental de imóveis rurais.

Representantes de sindicatos do funcionalismo público estadual cobraram a realização de concursos públicos para diferentes órgãos e secretarias e o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) dos anos em que a correção não foi concedida. A falta de oferta de qualificação profissional e a efetividade da renúncia fiscal dada pelo governo também foram alvo de discussões.

Fonte: ALMT

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