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Política MT

Mauro Mendes vai governar Mato Grosso

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

HAROLDO ASSUNÇÃO / Secretaria de Comunicação

O empresário e ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (DEM), foi escolhido pelos eleitores de Mato Grosso para comandar os destinos do estado pelos próximos quatro anos – com mais de 800 mil votos, quase 60% dos sufrágios válidos. O senador Welington Fagundes (PR) teve cerca de 278 mil votos, aproximadamente 20% dos válidos.

O atual mandatário, Pedro Taques (PSDB) – que na eleição passada fora eleito em primeiro turno, com cerca de 270 mil votos-  20% do eleitorado. Arthur Nogueira (Rede) teve algo em torno de 25 mil votos – 2%. Moisés Franz (PSOL) passou acima de um ponto percentual – quase quinze mil votos.

SENADO

Primeira colocada na disputa pelo Senado da República, a ex-titular da Vara Especializada de Combate ao Crime Organizado, juíza aposentada Selma Arruda (PSL) – que, durante a campanha identificou-se como “a senadora do Bolsonaro” -, teve votação surpreendente: quase 680 mil votos, aproximadamente 25% dos válidos.

Ex-senador, Jayme Campos (DEM) voltará à Câmara Federal – teve a confiança de quase 500 mil mato-grossenses, o equivalente a aproximados 18% dos votos válidos. Os representantes do agronegócio tiveram resultado pouco diferente do esperado.

Ex-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grossp (Aprosoja/MT) e ex-vice governador do estado, Carlos Fávaro (PSD), ficou em terceira colocação, com pouco mais de 400 mil votos, aproximados 15,80% do eleitorado.

Apoiado com toda a força pelo ex-governador, senador-licenciado e atual titular do Ministério da Agricultura, Blairo Maggi, o produtor rural Adilton Sachetti (PRB) – ainda deputado federal e ex-prefeito de Rondonópolis – teve pouco mais de 300 mil votos, cerca de 13% dos válidos. Ex-prefeito de Sinop e também deputado federal até janeiro próximo, Nilson Leitão (PSDB), teve votação semelhante.

Apontado pelas pesquisas ao longo da campanha na condição de forte candidato a uma das duas vagas ao Senado Federal, "Procurador Mauro (PSOL)" foi outro cuja votação surpreendeu – pouco mais de 200 mil eleitores – algo em torno de 8% dos votos válidos.

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Política MT

CFAEO promove segunda audiência sobre o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou, na tarde desta quarta-feira (10), audiência pública para discutir o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para o ano de 2023 (PLDO-573/2022). O debate foi conduzido pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária e contou com participação de representantes da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz/MT), sindicatos, Defensoria Pública, Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

A receita total líquida para o ano de 2023 prevista na PLDO é de cerca de R$ 28,6 bilhões. O secretário-adjunto da Receita Pública da Sefaz/MT, Vinícius José Simioni da Silva, explicou os indicadores e parâmetros levados em consideração para chegar ao número apresentado na peça orçamentária. Porém, a estimativa foi alvo de questionamentos de participantes que acreditam na possibilidade de excesso de arrecadação.

Segundo o secretário-adjunto do Orçamento Estadual, Ricardo Capistrano, números podem ser atualizados para apresentação do projeto de lei orçamentária, que deve chegar em setembro para apreciação da Assembleia. O representante da Sefaz ainda destacou que a PLDO-2023 cria dispositivo para medir impactos e retorno econômicos das políticas públicas feitas pelo Estado de Mato Grosso.

Entre as prioridades contidas no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2023 estão manutenção de espaços educacionais, construção e reforma de estabelecimentos assistenciais de saúde, implementação de programas sociais e pavimentação e conservação de rodovias e gestão da regularização ambiental de imóveis rurais.

Representantes de sindicatos do funcionalismo público estadual cobraram a realização de concursos públicos para diferentes órgãos e secretarias e o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) dos anos em que a correção não foi concedida. A falta de oferta de qualificação profissional e a efetividade da renúncia fiscal dada pelo governo também foram alvo de discussões.

Fonte: ALMT

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