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Marina Silva declara “voto crítico” em Haddad e lamenta ideias de Bolsonaro

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Marina declara voto em Fernando Haddad no segundo turno, prometendo fazer oposição a ele caso o petista seja eleito
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Marina declara voto em Fernando Haddad no segundo turno, prometendo fazer oposição a ele caso o petista seja eleito

Na semana derradeira das eleições presidenciais, Marina Silva (Rede), candidata ao Planalto nos pleitos de 2010, 2014 e 2018, resolveu abandonar a posição de neutralidade e apoiar o presidenciável Fernando Haddad (PT). Marina declara voto em Haddad em um momento em que seu adversário, o deputado Jair Bolsonaro (PSL), surge como favorito a vencer as eleições.

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Desde o fim do primeiro turno, a Rede já havia se colocado contra Bolsonaro. O partido, contudo, não oficializou apoio à candidatura do PT. Agora, Marina declara voto
em Haddad, muito embora, em sua justificativa publicada nas redes sociais, afirme que fará oposição a quem quer que seja eleito.

“Vejo no projeto político defendido pelo candidato Bolsonaro risco imediato para três princípios fundamentais da minha prática política: promete desmontar a estrutura de proteção ambiental conquistada ao longo de décadas, por gerações de ambientalistas, fazendo uso de argumentos grotescos, tecnicamente insustentáveis e desinformados”, enumera Marina Silva.

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“Ademais, desconsidera os direitos das comunidades indígenas e quilombolas, anunciando que não será demarcado mais um centímetro de suas terras, repetindo discursos que já estão desmoralizados e cabalmente rebatidos desde o início da segunda metade do século passado. É um projeto que minimiza a importância de direitos e da diversidade existente na sociedade, promovendo a incitação sistemática ao ódio, à violência, à discriminação. Por fim, é um projeto que mostra pouco apreço às regras democráticas, acumula manifestações irresponsáveis e levianas a respeito das instituições públicas e põe em cheque as conquistas históricas desde a Constituinte de 1988
“, completa a candidata.

“Darei um voto crítico e farei oposição democrática a uma pessoa que, “pelo menos” e ainda bem, não prega a extinção dos direitos dos índios, a discriminação das minorias, a repressão aos movimentos, o aviltamento ainda maior das mulheres, negros e pobres, o fim da base legal e das estruturas da proteção ambiental, que é o professor Fernando Haddad
“, conclui a ex-ministra do Meio Ambiente.

Assim, há pouco menos de uma semana do primeiro turno, Marina declara voto
em Haddad, mas não só ela: Eymael, assíduo frequentador das disputas presidencias, também deixou a neutralidade nesta segunda-feira (22), afirmando votar no candidato petista em nome de um “pacto nacional pela democracia”.

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Ciro propõe programa de renda de R$ 1 mil para famílias carentes

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 Ciro Gomes
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Ciro Gomes

O candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes , afirmou nesta quarta-feira que deve propor, caso seja eleito, um programa de renda mínima de R$ 1 mil reais para famílias de baixa renda. Segundo o pedetista, o benefício substituiria o Auxílio Brasil, cujo valor hoje é de R$ 600 reais. O presidenciável disse que os cálculos feitos por sua campanha indicam que será possível aumentar o valor do benefício social.

A proposta de um programa de transferência novo já havia sido anunciada pelo presidenciável durante o período da pré-campanha e consta no programa de governo do pedetista, divulgado na terça-feira. No entanto, Ciro ainda não tinha informado qual seria o valor do auxílio.

“Esse programa de renda mínima, nossos primeiros ensaios estão chegando à possibilidade de nós chegarmos a R$ 1 mil por domicílio para todas as famílias carentes do Brasil”, disse Ciro, durante um evento de entidades de auditores fiscais, em Brasília.

O pedetista, no entanto, não informou quantas pessoas seriam beneficiadas pelo programa.

Para custear o programa, Ciro quer unificar o Auxílio Brasil, sucessor do Bolsa Família, com os demais benefícios sociais, como a aposentadoria rural e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Além disso, pretende conseguir o restante dos recursos com a taxação de grandes fortunas, que seria implementada após a reforma tributária defendida por Ciro. O pedetista defende uma alíquota de, no mínimo, 0,5% sobre bens acima de R$ 20 milhões.

Pelas contas do presidenciável, a medida, que atingiria cerca de 60 mil contribuintes, pode gerar aproximadamente R$ 60 bilhões em receita. Seria com esse montante que Ciro custearia seu programa de renda mínima.

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Fonte: IG Política

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