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Agro Veracidade

Mapa prepara gestores de emergências zoossanitárias

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Dezoito médicos veterinários do Ministério da Agricultura e de Órgãos Estaduais de Sanidade Agropecuária (OESA) participaram do 2º Curso de Gestores de Emergência Zoossanitária com palestras e estudo de caso na sede da Escola Nacional de Gestão Agropecuária (Enagro), de 15 a 19 de outubro. No primeiro treinamento, realizado no período de 23 a 27 de julho, foram capacitados 20 veterinários.

O curso visou dois objetivos principais: capacitação de profissionais para exercer a função de gestores do Plano Nacional de Contingência em Emergências Zoossanitárias e composição de cadastro de gestores.
A preparação dos médicos veterinários segue as determinações legais que criaram o Sistema Unificado de Atenção a Sanidade Agropecuária (Suasa) e o Sistema Nacional de Emergências Agropecuárias (Sineagro). O Ministério da Agricultura está encarregado de elaborar planos de contingência, formar Grupos Nacionais de Emergência Sanitária e Fitossanitária e desenvolver planos de capacitação.

“A nossa preocupação é que nas emergências zoossanitárias enfrentamos dificuldades de ordem operacional, prática e técnica para executar as ações previstas nos planos de contingência para as diferentes doenças emergenciais”, explica Carlos Pizarro, médico veterinário da Coordenação de Emergências Zoossanitárias. Mas existe, conforme observou, dificuldade de dispor de profissionais com perfil de gestão, que saibam conduzir os procedimentos de emergência. “É um cenário adverso em que também há complicações políticas, econômicas e sociais. A boa gestão emergencial é fundamental para minimizar esses impactos.”

Na primeira parte do curso foram apresentadas e discutidas as teorias de aspectos relacionados à emergência zoossanitária. Na segunda parte, os alunos foram divididos em grupos para estudo de caso hipotético. A situação proposta foi um foco de febre aftosa na zona livre sem vacinação. A partir de informações sobre a região, o cadastro de propriedades rurais e a movimentação animal, a tarefa dos grupos foi a de definir quais seriam as ações de resposta a essa ocorrência nas primeiras 48 e 72 horas.

Os alunos também fizeram testes de conhecimento e de levantamento de competências. “Essa é a segunda turma”, disse Pizarro. “Já sabemos quais são as principais competências necessárias para esses gestores. Essas competências foram trabalhadas durante a capacitação com o objetivo de formar um grupo preparado para enfrentar os desafios da gestão de emergência zoossanitária.”

Mais informações à Imprensa:
Coordenação-geral de Comunicação Social
[email protected]

 

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CAFÉ/CEPEA: Com safra 2022/23 ainda incerta, opiniões de agentes divergem

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Cepea, 26/01/2022 – Agentes consultados pelo Cepea têm opiniões divergentes quanto à produção de café da temporada 2022/23. A Conab indicou, em sua primeira estimativa, que a produção de arábica deve totalizar 38,7 milhões de sacas de 60 kg, aumento de 23,4% em relação à 2021/22. Apesar do avanço, que se deve à bienalidade positiva dos cafezais, o potencial produtivo esperado não deve ser atingido, por conta dos problemas climáticos nos últimos meses. Uma parte dos colaboradores do Cepea acredita que a produção nacional deve ser inferior ao indicado pela Conab, devido à alta taxa de abortamento das flores nos cafezais, por conta da seca e das geadas. Outros agentes, por sua vez, afirmam que o bom volume de chuvas desde dezembro, que vem auxiliando na condição das lavouras e no enchimento dos grãos, pode elevar o rendimento da safra 2022/23. Para esses agentes, o volume colhido na próxima temporada pode se aproximar do projetado pela Companhia. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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