Connect with us

Economia

Maioria das privatizações previstas por Temer não sairá do papel neste ano

Publicado em


Muitas privatizações previstas por Temer não sairão do papel em 2018
Anderson Riedel / PR

Muitas privatizações previstas por Temer não sairão do papel em 2018

Somente 21 dos 88 projetos da ambiciosa agenda de privatizações elaborada durante o governo Michel Temer (MDB) devem sair do papel até o fim deste ano, quando se encerra o mandato do emedebista. As informações são do portal Uol
.

Leia também: Governo Temer é ruim ou péssimo para 74%; só 5% aprovam presidente, aponta Ibope

Algumas das privatizações
que devem ficar para o ano que vem eram aguardadas com expectativa pelo mercado, casos da Eletrobras, da Casa da Moeda e de 12 aeroportos regionais.

Ainda em 2018, devem entrar nos caixas do governo R$ 46,3 bilhões fruto dos projetos que ainda têm leilão previsto na agenda do governo Temer
. Estão neste ról dez lotes de linhas de transmissão de energia, uma concessão rodoviária no sul e outra no centro-oeste.

A concessão do Comando da Aeronáutica (Comaer) por meio de uma PPP (Parceria Público-Privada) e o leilão da Loteria Instantânea Exclusiva (Lotex), marcado para 29 de novembro, tendem a sair do papel e fazer parte dos 21 projetos de privatização efetuados pelo governo federal.

Dentre os 67 projetos que não serão concluídos no ano, a maior parte está nas etapas iniciais para finalizar a venda. O processo de privatização é complexo e exige processos tais como a realização de estudos, consulta pública, avaliação do Tribunal de Contas da União (TCU) e a publicação do edital, antes da realização do leilão. A assinatura do contrato é a última fase do processo, que costuma demandar tempo.

O próximo governo, caso tenha interesse em seguir a agenda de privatizações
, terá uma série de projetos prontos para oferecer aos investidores do mercado. Alguns deles dependem de autorização do Congresso para serem leiloados, enquanto outros naturalmente terão leilões programados no decorrer do primeiro ano do novo presidente eleito.

Leia também: O que propõem Fernando Haddad e Jair Bolsonaro para a economia

Privatizações em 2019


Privatizações importantes, como as dos aeroportos regionais, devem ficar para 2019
Governo de SP

Privatizações importantes, como as dos aeroportos regionais, devem ficar para 2019

A Eletrobras, maior empresa de energia elétrica da América Latina, era vista pelo governo Temer como uma das prioridades do pacote anunciado em 2017. No entanto, a resistência enfrentada dificulta a conclusão do processo. Diferentes partidos e congressistas já se uniram e formaram duas frentes parlamentares para manter o controle da estatal. Tanto Fernando Haddad (PT) quanto Jair Bolsonaro (PSL) se mostram contrários.

Os aeroportos de Vitória (ES), Macaé (RJ), Recife (PE), Juazeiro do Norte (CE), Bayeux (PB), Campina Grande (PB), Aracaju (SE), Maceió (AL), Várzea Grande (MT), Rondonópolis (MT), Sinop (MT) e Alta Floresta (MT) estão na mira do governo federal, que pretende privatizá-los e estima R$ 3,5 bilhões em investimentos na infraestrutura desses aeroportos. O projeto não recebeu aval do TCU e o edital para concorrência não foi publicado.

O governo pretende, ainda, vender a participação da Infraero nas concessionárias dos aeroportos de Brasília (DF), Confins (MG), Galeão (RJ) e Guarulhos (SP). A estatal controla 49% do capital de cada uma dessas empresas, e o Tribunal de Contas ainda não se manifestou.

A venda da Casa da Moeda é outro sonho distante do governo Temer. Presente no pacote divulgado no ano passado, ela, até o momento, não está nem na fase de estudos, segundo o site do governo
.

A manutenção da agenda de privatizações
 está no discurso de Jair Bolsonaro, que  lidera as pesquisas
de intenções de voto do segundo turno. Fernando Haddad, em contrapartida, costuma defender as propriedades do Estado e se mostra contrário à maioria das privatizações feitas e propostas pelo governo de Michel Temer.

Comentários Facebook
Advertisement

Economia

Petrobras reduz em R$ 0,22 o preço do diesel nas refinarias

Published

on

Petrobras reduz preço de venda do diesel para as distribuidoras
Agência Brasil

Petrobras reduz preço de venda do diesel para as distribuidoras

A Petrobras anunciou que a partir de amanhã (12), o preço médio de venda de diesel para as distribuidoras passará de R$ 5,41 para R$ 5,19 por litro, uma redução de R$ 0,22 por litro.

A redução acontece  sete dias pós a última queda anunciada nos preços pela estatal. 

Entre no  canal do Brasil Econômico no Telegram e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  perfil geral do Portal iG 

Considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 4,87, em média, para R$ 4,67 a cada litro vendido na bomba.

“Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para o diesel, e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, informou a companhia. 

Fonte: IG ECONOMIA

Comentários Facebook
Continue Reading

Policial

Política MT

Mato Grosso

Nacional

Entretenimento

Tecnologia

Mais Lidas