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Justiça reverte demissão de mulher que foi à praia com Covid-19

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Justiça reverte demissão de mulher que foi à praia com Covid-19
Fernando Frazão/Agência Brasil

Justiça reverte demissão de mulher que foi à praia com Covid-19

A 1ª Câmara do TRT-15 (Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região) reverteu a demissão por justa causa de uma mulher moradora de Campinas (SP) que foi à praia do Guarujá (SP) em 2020 após receber diagnóstico de Covid-19 e ser afastada do trabalho em razão da doença.

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A trabalhadora havia apresentado atestado médico à lanchonete em que trabalhava com pedido de afastamento por 13 dias. A empresa tomou conhecimento da viagem após a mulher ter sido marcada em fotos no Facebook em que aparecia na praia, sem máscara e usando trajes de banho.

Na época, ela havia acabado de ser promovida para o cargo de coordenadora e foi dispensada sob o argumento de que, além de ter colocado em risco a vida de outras pessoas, sua atitude teria sido um “péssimo exemplo para os demais funcionários”.

O relator do caso, desembargador José Carlos Ábile, considerou que, apesar da ida à praia mesmo contaminada ter configurado “ausência de noção de cidadania, empatia e responsabilidade diante do contexto pandêmico”, ela não tem o condão de justificar a rescisão por justa causa.

“Afinal, a reclamante, nesse período, estava com o contrato de trabalho interrompido por um atestado médico válido e fez a escolha de viajar, o que não significa que não estivesse doente ou que não devesse se afastar do trabalho”, diz o magistrado.

“Os atos da vida privada e as escolhas feitas nesse âmbito, ainda que atualmente sejam compartilhados em redes sociais, não podem ser confundidos com as condutas realizadas no contexto empregatício”.

Fonte: IG ECONOMIA

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Uber vai acabar com o Rewards, seu programa de fidelidade

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O programa Rewards chegou ao Brasil em 2019
Giovanni Santa Rosa

O programa Rewards chegou ao Brasil em 2019

A Uber comunicou a usuários do aplicativo de transporte neste fim de semana que vai encerrar o seu programa de fidelidade, o Rewards, que chegou ao Brasil em 2019. A decisão, segundo a empresa, é global e não haverá um programa substituto, ao menos por enquanto.

O programa permitia a usuários da plataforma acumular pontos a cada corrida ou pedido (no caso do Uber Eats), os quais poderiam ser trocados por benefícios como descontos na própria plataforma ou em parceiros como serviços de streaming.

Neste sábado, usuários da plataforma no Brasil receberam um comunicado sobre o assunto. “Você tem até o dia 31 de agosto para acumular pontos. Depois dessa data, os benefícios atrelados aos níveis do programa também deixarão de existir.”

Segundo o comunicado, os pontos já acumulados poderão ser trocados por benefícios até 31 de outubro de 2022. Em 1º de novembro, o Uber Rewards será “totalmente encerrado”, segundo o anúncio. Os usuários podem visualizar seus pontos e resgatar seus benefícios na seção ‘Conta’ no app da Uber.

O fim do programa não ocorrerá apenas no Brasil, e sim em todas as operações da Uber no mundo. Segundo o site The Verge, usuários nos Estados Unidos também receberam comunicado semelhante. O encerramento do benefício ocorre após a plataforma realizar, no Brasil, pesquisas com usuários sobre a avaliação que faziam dos benefícios oferecidos. Por aqui, a plataforma enfrenta forte concorrência da 99, controlada pela chinesa Didi.

“No sábado, dia 13 de agosto, anunciamos aos nossos usuários que o Uber Rewards será encerrado em 1° de novembro. (…) Agradecemos aos nossos usuários pela fidelidade e por fazerem parte do Uber Rewards”, disse a Uber em nota.

No segundo semestre deste ano, a Uber teve, globalmente, um prejuízo de US$ 2,6 bilhões (R$ 13,2 bilhões no câmbio atual), ante lucro de US$ 1,14 bilhão registrado no mesmo período de 2021.

Apesar disso, e de buscar encerrar suas operações mais deficitárias (a exemplo da operação de delivery do Uber Eats no Brasil), a plataforma tem aumentado sua receita. O faturamento no segundo semestre deste ano foi de US$ 8,07 bilhões, o dobro do registrado de abril a junho de 2021.

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Fonte: IG ECONOMIA

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