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Mato Grosso

Investimentos e boas práticas da PM são apresentados na 1ª Jornada Nacional de Policiamento Rural

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A Polícia Militar de Mato Grosso participou, nesta terça-feira (23.11), da 1ª Jornada Nacional de Policiamento Rural promovido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, em Sinop. O evento teve por objetivo debater e compartilhar experiências e boas práticas sobre o policiamento rural no país.

Na ocasião, o Comando Geral da Polícia Militar foi representado pelo comandante-adjunto coronel Daniel Lipi Alvarenga e pelo subchefe de Estado Maior Geral, coronel Carlos Eduardo Pinheiro, que prestigiaram a solenidade de abertura do evento nacional.

No primeiro dia do evento, o comandante da 14ª Força Tática de Rondonópolis, tenente-coronel Gleber Candido apresentou o pioneirismo do Governo do Estado em destinar investimentos para a PMMT na garantia da segurança no campo. O coronel destacou a dedicação do governador Mauro Mendes em investir “pesado” no policiamento rural no Estado.

“O Governo estadual implementou um recurso da ordem de R$ 35 milhões para aquisição de fardamentos e equipamentos para gerar uma identidade do patrulhamento rural para que o homem do campo perceba que agora ele possui uma tropa especializada para ampará-lo nos momentos mais difíceis. A Polícia Militar já recebeu viaturas distintas, fuzis, calibre 7,62, pistolas 9mm, drones, GPS, e o mais importante, o pagamento de diárias para que os policias façam jornadas de 5 ou 7 dias na zona rural. A realidade do patrulhamento hoje é bastante forte, conseguimos reduzir os índices criminais”, explanou o militar.

A solenidade de abertura da 1º Jornada Nacional sobre o policiamento rural contou com a presença do secretário Nacional de Segurança Pública, Carlos Renato Machado Paim; do secretário de Segurança Pública de Mato Grosso, Alexandre Bustamante; do prefeito de Sinop Roberto Dorner; dentre outras autoridades civis e militares. 

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Pesquisa fomentada pela Fapemat analisa potencial do cumbaru para produção de carvão

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Um trabalho de iniciação tecnológica fomentada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat) estuda o cumbaru ou baru como potencial de utilização para produzir carvão convencional e ativado.

A pesquisa foi desenvolvida pelos alunos de graduação de Engenharia Florestal Kauê Picada, Lucas Trindade (coordenador), Vinícius Dovidio e os professores Edilene Moreira, Iris Viana e Reginaldo Medeiros (orientador), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT), campus Olegário Baldo, de Cáceres. A pesquisa trata da “Produção de carvão convencional e ativado a partir do fruto de cumbaru, em comunidades extrativistas de Mato Grosso”.

A espécie com potencial madeireiro e não madeireiro é a Dipteryx alata Vogel (cumbaru ou baru). O coordenador da pesquisa, Lucas Trindade, destaca o grande potencial do uso não madeireiro. Como a utilização da castanha para consumo, produção de óleos, entre outros produtos. Contudo, seu fruto (endocarpo) é descartado após a retirada da semente.

“É uma espécie com presença expressiva no Cerrado e em regiões de transição do Pantanal, com enorme viabilidade econômica, pois sua madeira e ampla utilidade do seu fruto possuem capacidade para agregação de valor e geração de renda tanto com a extração de sua castanha, quanto com a produção de carvão do endocarpo (fruto)”, descreve em uma publicação nos anais do IFMT, o “VII Workif – Workshop de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação: o papel da ciência e tecnologia: presente e futuro”.

Estudos preliminares indicam que o fruto tem potencial de uso para produção de carvão vegetal de modo convencional e pode-se agregar valor ao produto tornando-o carvão ativado, que é utilizado para diversos fins.

Utilização do cumbaru ou baru

A pesquisa para uso do vegetal como produto florestal não madeireiro é inovação.

De acordo com o estudo da Embrapa Cerrados, “Baru: biologia e uso”, dos pesquisadores Sueli Matiko Sano, José Felipe Ribeiro e Márcia Aparecida de Brito, o cumbaru ou baru pode ter utilização alimentar (com a polpa e a semente – amêndoa – comestíveis, e farinha da semente); forrageiro (uso como abrigo para gado e nutricional por concentração de potássio e fósforo); madeireiro (madeira densa e resistente); medicinal (óleo para combater reumatismo e casca para dores da coluna); industrial (óleo para a indústria alimentícia e farmacêutica) e paisagístico (baixa exigência de adubos) e para recuperar áreas degradadas.

O cumbaru ou baru é parecido com uma castanha e de acordo com informações da revista de pesquisa sobre mercados, www.factmr.com, ele é apresentado como um superalimento, pelo valor nutritivo. E a previsão é que a comercialização da espécie aumente 25% ao ano entre 2019 e 2029. 

Fonte: GOV MT

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