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Policial

Investigador ministra palestra sobre drogas para alunos do Projeto Bombeiros do Futuro

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Assessoria | PJC-MT

Aproximadamente 40 alunos do projeto “Bombeiros do Futuro”, com idades entre 8 e 12 anos, participaram de uma palestra de cunho social e preventivo, ministrada na manhã desta terça-feira (22.10), pelo investigador Gláucio Galvão, lotado na Delegacia Especializada do Adolescente (DEA) de Várzea Grande.

A palestra com o tema “Droga Lícitas e Ilícitas – Abuso e Consequência”, foi realizada no auditório da 2ª Delegacia de Polícia do Parque do Lago, Cristo Rei, onde os meninos assistiram atentamente a apresentação, assim como tiraram dúvidas e compartilharam experiências.

No início deste ano, a Polícia Civil junto a Secretaria de Assistência Social de Várzea Grande e o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, assinaram o Termo de Parceria para implantação do Projeto Bombeiros do Futuro, na região do Grande Cristo Rei, e desde então, toda terça-feira são realizadas ações e atividades nas dependências da 2ª Delegacia de Polícia do Parque do Lago.

O trabalho social tem como principal objetivo contribuir na formação de cidadãos mais conscientes, além de fomentar a cultura da paz e da não violência.

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Para o investigador, Gláucio Galvão, que realiza palestras educativas e orientativas do programa social De Cara Limpa Contra as Drogas em suas horas vagas, a prevenção é o melhor caminho para evitar crianças e entorpecentes entrem para o mundo das drogas, experimentando substâncias entorpecentes e se envolvendo em situações de risco.

“A droga é um problema de toda sociedade. A dependência não escolhe classe social, crédulo ou profissão, podendo assim atingir a todos. Nossa missão, é de forma positiva passar orientações que possam contribuir para o futuro dessa geração”, destacou.

 

Fonte: PJC MT
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Jurídico

Procon notifica RNI Rodobens por riscos de desabamento em condomínio em VG

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Os moradores do Condomínio Terra Nova VG, em Várzea Grande, Construído pela Construtora RNI Rodoben, se reuniram com a superintendente do Procon Estadual de Mato Grosso, Gisela Simona, para discutir os problemas enfrentados por 54 famílias que compraram casas com problemas no solo do residencial, que oferece risco de desabamento.

Conforme os moradores, o solo onde as casas foram construídas começou a ceder e as paredes, pisos e tetos começaram a rachar. Algumas rachaduras chegam a medir até 8 Centímetros de largura. Muitas das casas, desde que os moradores receberam as chaves, já foram reformadas até 5 vezes, mas poucos meses depois da reforma, as rachaduras voltaram a aparecer, cada vez com mais intensidade.

Segundo os estudos realizados, o solo onde as casas foram construídas, não poderia receber nenhum tipo de construção, era apenas para ser uma área verde, pois o solo não estava preparado, nem compactado. Era necessária ainda, a construção de um muro de arrimo, para evitar um futuro desabamento, o que “hoje”, pode acontecer a qualquer momento em algumas das casas, principalmente com a chegada das chuvas. Durante os estudos, segundo os moradores, foram encontrados no solo garrafas pets e até restos de móveis.

Na última quinta-feira (14), alguns moradores se reuniram com a superintendente do Procon Estadual, Gisela Simona, para apresentar a situação vivida por eles, já que o órgão trata das relações de consumo. Segundo Gisela, cabe ao Procon neste momento, tendo ciência do problema que está acontecendo, tentar resolver o conflito entre consumidores e a Rodobens, Já que a empresa teve ciência, inclusive com laudos de órgãos oficiais dizendo da gravidade do problema. ”A ela (Rodobens) cabe agora assumir a responsabilidade reparando os danos atuais desses consumidores, para que no futuro ela possa reparar de uma forma mais geral essa situação do prejuízo que estão tendo os consumidores” declarou.

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Conforme Gisela, o Procon notificou nesta segunda-feira (18) a Empresa Rodobens, para tentar uma conciliação entre as partes no que se refere um acordo que seja justo para ambas as partes, sem que para isso, elas tenham que renunciar qualquer tipo de direito. “Porque na verdade o prejuízo ele já existe, as pessoas estão sofrendo isso. Então o mínimo que se faça agora, é tentar minimizar esse dano, sem que para isso se imponha condições. A Rodobens não está na condição de impor nenhuma condição para os moradores do Condomínio Terra Nova”, disse a superintendente do Procon.

Gisela ressaltou ainda, que a reunião com a Empresa Rodobens deve acontecer na próxima segunda-feira (25), as 9 hs. O encontro é para discutir o assunto e achar uma solução para o problema, evitando então, mais prejuízos aos moradores que relataram estar vivendo um “pesadelo”.

Segundo a moradora Kalyna Lima, o problema no Condomínio não é recente, e foi diante do medo e desespero por conta das rachaduras e solo cedendo, que alguns moradores decidiram fazer um abaixo assinado e procuraram os órgãos responsáveis para tomar devidas medidas. Além de procurarem a mídia, o que possibilitou um contato imediato da empresa Rodobens, o que antes, era impossível. “Recebemos no último dia 29, uma ordem da Defesa Civil para desocupar as casas em 48 horas. Ninguém tinha para onde ir, muitos não tinham nem dinheiro para pagar aluguel e mudança. No outro dia meus pais e eu fomos atrás de uma casa às pressas. Eu perdi 2 dias de serviço, tive que pedir licença para meu patrão. Foi desesperador” declarou a moradora.

Outra moradora, Eila Jesus, relata que foram muitas as dificuldade enfrentadas a partir do momento em que recebeu a ordem para sair da casa. “Sem contar a humilhação e o descaso que a gente passa diante de todo esse acontecimento, pois se compramos essa casa foi com muito trabalho e suor para obtermos uma casa própria. E de repente vem uma bomba e cai sobre nossas cabeças, simples assim! Sem ninguém para dar um suporte, aí vem a empresa RODOBENS/RNI, dizendo que está nos ajudando! Que ajuda é essa? Quando vou poder voltar para meu lar? E se é que voltarei um dia!!. E ainda fica o sentimento de muita dor e humilhação”, desabafou a moradora.

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Em nota de esclarecimento a Construtora RNI informou que se compromete a ajudar com alugueis de R$ 2.000, às famílias que as casas não são ampliadas e R$ 2.500 para as que tem aplicações, além de R$ 285 para pagar a taxa de condomínio do Terra Nova, mais 4 mil para despesas com mudanças de saída e volta para as casas. Porém, o termo de acordo enviado pela Rodobens não foi aceito pelos moradores, e por isso, a maioria não está tendo nenhum auxilio até o momento. “Nós moradores não concordamos com o acordo oferecido pela Rodobens, pois para receber o valor do aluguel, precisamos assinar um termo eximindo a construtora Rodobens da culpa e ainda abrir mão de um futuro processo judicial. Nós achamos essas cláusulas abusivas”. Declarou a moradora Carla Manfre, que afirmou não ter sido informada sobre o solo onde foi construída a casa quando comprou. Segundo ela, só descobriu que o imóvel estava sobre uma altura de aproximadamente 8 metros e que oferecia riscos, quando pegou a chave, além da obra ter tido um atraso na entrega. ”Eu peguei a casa em 2011, há 9 anos. O desespero para sair do aluguel e morar na casa própria era tão grande, que a gente não se atentou com a gravidade que foram aparecendo ao longo do tempo. Achávamos que eram movimentações do solo natural, por isso que não buscamos a justiça antes.

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