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Imagem corporal: influenciadora muda hábito para se enxergar de forma diferente

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A influenciadora
digital Mary Jelkovsky compartilhou uma foto no Instagram que vem chamando a atenção de seus 95,9 mil seguidores. Em uma comparação de duas fotos
 , ela aparece contraindo o abdômen e, depois, com a barriga relaxada.  A ideia é mostrar como a imagem corporal pode ser afetada quando você se sente confiante sobre o próprio corpo. 


A influenciadora Mary Jelkovsky compartilhou uma comparação de imagens para abrir um debate sobre imagem corporal
Reprodução/Instagram/maryscupofteaa/

A influenciadora Mary Jelkovsky compartilhou uma comparação de imagens para abrir um debate sobre imagem corporal

Nas redes sociais
, Mary lembra que, durante a infância, costumava ouvir a avó dizer para ela “colocar a barriga para dentro” e isso afetou bastante a própria imagem corporal
. “Esse hábito ficou tão preso em mim que eu ainda estou aprendendo a relaxar o meu abdômen. Até dois anos trás, minha confiança estava atrelada ao quão flácido meu estômago estava”, diz. 

Ela conta que tinha o hábito de andar com o abdômen contraído e só publicava fotos em que parecia mais magra, além de fazer dieta e praticar exercícios físicos todos os dias para ter um corpo “definido”. “Se eu não gostava de como eu estava de manhã, meu dia inteiro estava arruinado. Eu não queria conversar com ninguém, começava a restringir o que ia comer ou simplesmente iria comer compusivalmente porque estava me sentindo mal comigo.” 

Segundo relato, levou anos para que Mary conseguisse aceitar a própria aparência e deixar que isso não controlasse mais sua vida. “Eu não deixo minha imagem corporal entrar no caminho da minha experiência de vida. Sim, existem dias que eu não gosto necessariamente de como estou, mas eu não deixo que isso interfira nos meus valores. Meu corpo não está mais ligado à minha autoconfiança porque são coisas separadas.”

Para ela, esse processo de aceitação teve resultado. “Deixei as expectativas da sociedade sobre o ‘corpo perfeito’
de lado, ganhei peso e percei que isso não foi o fim do mundo, meus amigos e familiares ainda me amam e eu posso ser maravilhosa sem ter o ‘abdômem perfeito’”.

Mudando a visão da própria imagem corporal


Segundo influenciadora, é preciso mudar a forma como se enxerga a própria imagem corporal para se aceitar como é
Reprodução/Instagram/maryscupofteaa/

Segundo influenciadora, é preciso mudar a forma como se enxerga a própria imagem corporal para se aceitar como é

Em 2015, Mary participava de concursos de biquíni e, por isso, sofria ainda mais pressão para “manter a forma”. Isso também fez com que ela acreditasse que perder peso era a única forma de se sentir confiante consigo mesma. “Eu comia menos, fazia mais exercícios, pesquisava sobre formas rápidas de perder peso e tomava suplementos para me sentir confiante.” 

Ela conta que tinha um plano de vida: perder peso, se tornar uma modelo fitness, encontrar o “homem dos sonhos”, viajar o mundo, tirar fotos de biquíni e ser confiante. “Mas a realidade era muito diferente. Eu estava posando semi-nua, procurando alguma forma de preencher a minha vida sexual vazia, perdida no vazio e me afundando nas minhas inseguranças.” 

Nesse processo de autoaceitação, ela descobriu que perder peso não seria a solução
para todos os problemas. “Eu percebi que estava o mais insegura comigo mesma quando ficava mais magra. Por que? Porque a sua confiança não depende de validação externa. O sentimento de safisfação que você tem quando é elogiada é temporário, mas mesmo assim você nunca vai achar que tem valor suficiente ou que é suficientemente bonita.” 

Por isso, ela acredita que é preciso mudar a forma como se vê a própria imagem corporal
e, assim, a confiança vai chegar. “Você é suficiente do jeito que é, mas tem que trabalhar internamente para perceber isso”, finaliza. 

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Sem força de vontade para malhar? Áudios podem servir de motivação

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Se você sente preguiça de ir malhar, não está sozinho. Muitos brasileiros sofrem desse problema na hora de praticar exercícios. Para tentar melhorar essa situação, uma boa ideia pode ser ouvir áudios motivacionais.

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Ouvir áudios motivacionais durante o treino pode incentivar exercícios arrow-options
Divulgação

Ouvir áudios motivacionais durante o treino pode incentivar exercícios


Como funciona?

Os áudios motivacionais funcionam na mesma lógica dos ‘coachings’. Apenas com fones de ouvido, a pessoa ouvirá palavras de incentivo para inúmeras situações, o que a ajudará a ter mais vontade para alcançar seus objetivos.

São várias as categorias de áudios disponíveis: para dormir melhor, sobre o processo de perda de peso, self talk (ou conversa interior), recuperação de exercícios, motivação, incentivo para voltar a treinar, além dos exercícios guiados, que dão as coordenadas para fazer agachamentos e flexões, por exemplo. 

Esses áudios podem funcionar para diferentes desafios, como por exemplo, encarar o estresse depois de um dia ruim. Além disso, podem ser adaptados para treinos fáceis ou difíceis, para “não dar desculpas” e também para preservar a saúde mental.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo aplicativo da Freeletics, especializado em treinamento fitness, 66% dos brasileiros se sentiriam mais motivados caso escutassem áudios na atividade física.

O aplicativo oferece áudios específicos para cada ocasião, desenvolvidos com base em pesquisas científicas e trabalhados em conjunto com um algoritmo de inteligência artificial.

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Corpo e mente

A partir do entendimento de que o bem-estar da mente é prioridade na vida, também surgiram os áudios direcionados às pessoas que querem meditar e relaxar , focando em construir uma ideia de saúde que englobe corpo e mente.

A ideia é ajudar as pessoas a criarem uma mentalidade equilibrada, voltada para objetivos . Os áudios auxiliam na execução de metas voltadas à saúde e ao universo fitness, com a reserva de poucos minutos diários para a escuta.

Alguns dos ensinamentos propagados nos áudios da Freeletics, por exemplo, são: estabelecimento de rotinas, como lidar com contratempos, gerenciamento do estresse, melhoramento do foco, recuperação e sono (já que 60% dos brasileiros relataram dificuldades para dormir).

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Uma lição encontrada nos áudios voltados ao sono é o otimismo antes de dormir. Ele ajuda a refletir sobre o que aconteceu durante o dia, para voltar o pensamento na direção das coisas positivas e ajudar o ouvinte a ser mais grato e otimista. Assim, a tendência é encarar a noite com mais serenidade e calma. 

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