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Economia

Hoje tem! Mega-Sena sorteia R$ 32 milhões nesta terça-feira (21)

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Sete modalidades das Loterias Caixa podem pagar, até a próxima terça-feira (21), mais de R$ 66,1 milhões. O destaque será a Mega-Sena, que tem três sorteios previstos para a Mega-Semana de Verão, sendo que o primeiro deles será realizado nesta terça, com um prêmio acumulado de R$ 32 milhões.

Ainda na terça, o Dia de Sorte pode pagar R$ 350 mil, a Dupla-Sena R$ 800 mil, a Lotomania R$ 1,3 milhão e a Timemania R$ 28,5 milhões.

O sorteio desta terça é o primeiro da Mega-Semana de Verão, que oferece uma chance extra ao apostador ao realizar três concursos semanais, ao invés de dois.

Mega-sena acumula e prêmio sobe para R$ 32 milhões

Os próximos sorteios da Mega-Sena serão na quinta-feira (23) e no sábado (25), concluindo os três concursos da semana especial.

Aplicado na Poupança da Caixa, os R$ 32 milhões da Mega-Sena podem render R$ 82 mil mensais ao sortudo que acertar os seis números. Com o valor de R$ 28,5 milhões da Timemania, segundo maior prêmio entre as sete modalidades, é possível adquirir duas mansões em Jurerê (SC), com mais de mil metros quadrados de área privativa.

Os sorteios são realizados no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo. O público pode acompanhar os sorteios presencialmente ou pela TV e redes sociais.

Como apostar:

As apostas podem ser feitas até às 19h em qualquer lotérica do país e também pela internet no site da Caixa.(www.loteriasonline.caixa.gov.br). Clientes com acesso ao Internet Banking podem fazer suas apostas, na Mega-Sena, pelo seu computador pessoal, tablet ou smartphone.

O serviço funciona das 8h às 22h (horário de Brasília), exceto em dias de sorteios, quando as apostas se encerram às 19h, retornando às 21h para o concurso seguinte.

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Economia

Menos da metade da população adulta tem emprego, diz IBGE; desocupação é recorde

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Aaron Favila/Agência Pública

Menos da metade da população adulta brasileira tinha emprego ao final do segundo trimestre, segundo o IBGE

97.256 mortes, 2.859.073 casos confirmados  e 8,9 milhões de demitidos . O saldo da pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil é desolador, crítico e preocupante. Se outrora o debate tinha como foco a “disputa” entre preservar vidas ou a economia, hoje vê-se que o País foi absolutamente incapaz de lidar com qualquer dos aspectos. Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta quinta-feira (6), menos da metade (47,9%) da população com idade para trabalhar no Brasil tem um emprego. A desocupação é recorde e não há perspectiva de melhora.

O nível de ocupação da população adulta, 47,9%, é o menor da série histórica do IBGE, iniciada em 2012. A taxa de desemprego, porém, ainda não reflete as 8,9 milhões de demissões no segundo trimestre. Para o instituto de pesquisa, só é desempregado aquele que procura emprego, e como muitos não conseguem nem sair de casa em busca de uma vaga por conta da pandemia, os números não sobem com a mesma velocidade que as demissões.

Hoje, a população ocupada no Brasil é de 83,3 milhões de pessoas, número que era de 92,2 milhões ao final do primeiro trimestre.

Ao todo, 5,2 milhões de pessoas entraram no grupo chamado “força de trabalho potencial”, que reúne pessoas que não trabalhavam nem estavam procurando emprego no segundo trimestre. Com esse importante crescimento, o grupo chega agora a 13,5 milhões de pessoas. 5,7 milhões desse total são desalentados , ou seja, aqueles que gostariam de trabalhar e estavam disponíveis, mas não procuraram emprego. No período, o desalento cresceu 19,1%, com 913 mil brasileiros a mais vivendo essa situação.

CLTs, informais ou por conta própria: onde a queda é maior?

Entre os trabalhadores com carteira assinada , os CLTs, 2,9 milhões perderam emprego, queda de 8,9%. Agora, há 30,2 milhões de pessoas empregadas com carteira no Brasil, o menor nível da série histórica.

O trabalho informal, muito afetado pela pandemia e em grande parte sustentado pelo auxílio emergencial de R$ 600 nesses últimos meses, perdeu 2,4 milhões de trabalhadores. O grupo reúne agora 8,6 milhões de pessoas. A queda, de 21,8%, é maior do que entre os CLTs e os trabalhadores por conta própria.

O grupo das pessoas que trabalhavam por conta própria passou de 24,2 milhões de pessoas a 21,7 milhões, com 2,5 milhões desocupados. A queda foi de 10,3%.

Entre os setores da economia, o comércio foi o mais afetado, respondendo por 2,1 milhões das 8,9 milhões de demissões, mas todos os grupos de atividades pesquisados tiveram queda na ocupação. Na categoria Alojamento e alimentação, por exemplo, a queda foi de 25,2%, com 1,3 milhão de pessoas demitidas.

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