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Economia

Guedes desistiu de ir à ONU para cuidar de assuntos da Economia, diz Mourão

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Ministro da Economia, Paulo Guedes, desistiu de acompanhar o presidente Jair Bolsonaro na Assembleia-Geral da ONU
Fernanda Capelli

Ministro da Economia, Paulo Guedes, desistiu de acompanhar o presidente Jair Bolsonaro na Assembleia-Geral da ONU

O ministro da Economia, Paulo Guedes, desistiu de acompanhar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na  Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e decidiu ficar em Brasília para tratar de temas em andamento em sua pasta. As informações foram dadas nesta segunda-feira (20), pelo presidente em exercício, Hamilton Mourão.

“O ministro Paulo Guedes, que estava previsto para ir, ele não viajou exatamente para trabalhar nesses assuntos da Economia aí que estão sendo negociados”, afirmou Mourão. O general não entrou em detalhes sobre quais seriam essas pautas.

Segundo interlocutores de Guedes, o ministro está trabalhando nas negociações da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios junto ao Congresso Nacional, ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Tribunal de Contas da União (TCU). Ele também estaria focado na reforma do Imposto de Renda, que seria uma das fontes para o Auxílio Brasil.

Em conversa com jornalistas na entrada de seu gabinete, em Brasília, o presidente interino também afirmou que, antes de embarcar para Nova York, Bolsonaro demonstrou preocupação com os níveis de desemprego no país. A declaração aconteceu após Mourão ser questionado sobre o reajuste de alíquotas do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF) , anunciadas pelo governo na última semana, para financiar o novo Bolsa Família.

“O que pude entender é até o final do ano (a vigência do reajuste). Essa arrecadação não é tão expressiva assim. De R$ 2 bilhões. É mais para dar uma folga nas manobras que estão sendo feitas. O presidente mesmo comentou ontem que muita gente está desempregada, tem muita gente sem perspectiva. Compete ao governo auxiliar”, afirmou o general.

Presidente do Conselho Nacional da Amazônia, Hamilton Mourão também falou sobre a inclusão de temas ambientais no discurso de Jair Bolsonaro na abertura da Assembleia-Geral . Segundo ele, esse deve ser um dos “um dos pontos fortes” da apresentação. Ao longo desta segunda-feira, o texto ainda passará por reajustes, segundo o vice-presidente do Brasil.

Mourão ainda comentou sobre o projeto de lei elaborado pelo governo federal que altera o Marco Civil da Internet e pretende dificultar a exclusão de perfis e conteúdos das redes sociais . “Essa questão das plataformas de internet regularem o que pode ou não pode ser publicado está um tanto quanto desorganizado. Nada mais justo que o Congresso decida como isso deve acontecer”, justificou ele.

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Atraso na PEC dos precatórios ameaça Auxílio Brasil e Roma se diz “preocupado”

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Ministro da Cidadania queria que a proposta fosse aprovada no Legislativo no início de novembro
Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

Ministro da Cidadania queria que a proposta fosse aprovada no Legislativo no início de novembro

O ministro da Cidadania, João Roma, disse nesta quarta-feira (27) que está “bastante preocupado” com o atraso para aprovação da PEC dos precatórios . A proposta estava na pauta da Câmara dos Deputados ontem, mas os deputados não chegaram a um acordo e adiaram o texto

A PEC é vital para viabilizar o novo benefício social administrado pela sua pasta, o Auxílio Brasil . Sem a aprovação do texto, não sobra espaço fiscal no Orçamento para os R$ 400 prometidos pelo governo. 

Segundo Roma, seria “muito importante” que a PEC fosse aprovada “ainda no início de novembro”, já que os depósitos estão previstos para o início deste mês.

“Não há mais tempo hábil”, alertou Roma, que chegou nesta noite para mais uma reunião com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

Ao mesmo tempo, ele comemorou a decisão do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), de que pode levar a PEC direto ao plenário após sua aprovação na Câmara, evitando as comissões.

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Após o encerramento da sessão que estava analisando a PEC, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), se reuniu em seu gabinete com líderes de partidos e três ministros do governo Bolsonaro, João Roma (Cidadania), Flávia Arruda (Secretaria de Governo) e Ciro Nogueira (Casa Civil). Eles conversaram sobre estratégias para alcançar maioria e votar o texto na quarta-feira da semana que vem. Lira, porém, não descartou a hipótese de tentar a votação ainda nesta quinta, cenário considerado improvável pelos líderes e até por Ciro Nogueira.

O presidente da Câmara ainda terá, durante a madrugada, conversas para tentar construir um consenso.

Sempre é possível fazer ajustes (no texto). Estou saindo agora para falar com deputados da oposição. Foi feita agora uma reunião com líderes da base, com a presença do ministro Ciro Nogueira, com a ministra Flávia, com o ministro João Roma. E agora vou conversar com membros e líderes da oposição e tentar chegar a uma composição plausível.”

Assim como os demais líderes, Lira atribuiu o adiamento às dificuldades do retorno ao trabalho presencial.


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