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Economia

Governo prevê fechar ano no azul com PEC dos Precatórios e dividendos

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Ministério da Economia prevê leve superávit nas contas públicas neste ano
Geraldo Magela/Agência Senado

Ministério da Economia prevê leve superávit nas contas públicas neste ano

O Ministério da Economia afirmou que trabalha para o país fechar com o primeiro superávit primário nas contas públicas em oito anos. A declaração foi dada pelo secretário especial do Tesouro e Orçamento, Esteves Colnago, em coletiva realizada na segunda-feira (26).

A projeção da pasta é que o país fechar no vermelho em R$ 59,3 bilhões, longe dos R$ 170 bilhões máximos estipulados na Lei Orçamentária Anual.

“A gente está caminhando para chegar no final do ano com déficit muito baixo, próximo de zero, ou com superávit. Seria o primeiro superávit fiscal após oito anos”, disse Colnago.

“A expectativa que está se consolidando é que nesse final de ano a gente tenha superávit, ainda que pequeno, do governo central”, completou.

A pasta trabalha com a manobra na PEC dos Precatórios, que reduziu o gasto de R$ 88 bilhões para R$ 44 bilhões, além dos R$ 18 bilhões em dividendos do BNDES para encerrar o ano com saldo positivo. Para especialistas, a iniciativa deixa os dados artificiais.

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A proposta que adia precatórios é foi aprovada no ano passado como tentativa de segurar os gastos do governo federal e liberar novas parcelas do auxílio emergencial. O texto aprovado pelo Congresso Nacional prevê o pagamento em cima de um teto parecido com o dos gastos.

O superávit das contas públicas era uma promessa do governo Bolsonaro feita nas eleições de 2018. A equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, encontrou obstáculos durante o período, principalmente com os gastos destinados para o combate à Covid-19.

O governo lembrou que os gastos eleitorais também não devem impactar nas contas, já que as medidas serão financiadas pela venda da Eletrobras e dividendos da Petrobras.

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Uber vai acabar com o Rewards, seu programa de fidelidade

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O programa Rewards chegou ao Brasil em 2019
Giovanni Santa Rosa

O programa Rewards chegou ao Brasil em 2019

A Uber comunicou a usuários do aplicativo de transporte neste fim de semana que vai encerrar o seu programa de fidelidade, o Rewards, que chegou ao Brasil em 2019. A decisão, segundo a empresa, é global e não haverá um programa substituto, ao menos por enquanto.

O programa permitia a usuários da plataforma acumular pontos a cada corrida ou pedido (no caso do Uber Eats), os quais poderiam ser trocados por benefícios como descontos na própria plataforma ou em parceiros como serviços de streaming.

Neste sábado, usuários da plataforma no Brasil receberam um comunicado sobre o assunto. “Você tem até o dia 31 de agosto para acumular pontos. Depois dessa data, os benefícios atrelados aos níveis do programa também deixarão de existir.”

Segundo o comunicado, os pontos já acumulados poderão ser trocados por benefícios até 31 de outubro de 2022. Em 1º de novembro, o Uber Rewards será “totalmente encerrado”, segundo o anúncio. Os usuários podem visualizar seus pontos e resgatar seus benefícios na seção ‘Conta’ no app da Uber.

O fim do programa não ocorrerá apenas no Brasil, e sim em todas as operações da Uber no mundo. Segundo o site The Verge, usuários nos Estados Unidos também receberam comunicado semelhante. O encerramento do benefício ocorre após a plataforma realizar, no Brasil, pesquisas com usuários sobre a avaliação que faziam dos benefícios oferecidos. Por aqui, a plataforma enfrenta forte concorrência da 99, controlada pela chinesa Didi.

“No sábado, dia 13 de agosto, anunciamos aos nossos usuários que o Uber Rewards será encerrado em 1° de novembro. (…) Agradecemos aos nossos usuários pela fidelidade e por fazerem parte do Uber Rewards”, disse a Uber em nota.

No segundo semestre deste ano, a Uber teve, globalmente, um prejuízo de US$ 2,6 bilhões (R$ 13,2 bilhões no câmbio atual), ante lucro de US$ 1,14 bilhão registrado no mesmo período de 2021.

Apesar disso, e de buscar encerrar suas operações mais deficitárias (a exemplo da operação de delivery do Uber Eats no Brasil), a plataforma tem aumentado sua receita. O faturamento no segundo semestre deste ano foi de US$ 8,07 bilhões, o dobro do registrado de abril a junho de 2021.

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Fonte: IG ECONOMIA

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