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Governo deve cortar R$ 6,7 bilhões dos ministérios da Saúde e Educação

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O secretário do Tesouro e Orçamento Esteves Colnago
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O secretário do Tesouro e Orçamento Esteves Colnago

O Ministério da Economia anunciou nesta segunda-feira (25) um corte de R$ 6,73 bilhões no orçamento do Estado. O dinheiro deve ser tirado dos Ministérios da Saúde e da Educação. Em entrevista coletiva, o secretário do Tesouro e Orçamento, Esteves Colnago, afirmou que é natural que os bloqueios venham desses ministérios, pois são as pastas de maior orçamento.

“É natural que tenha tido um contingenciamento em saúde e educação porque o orçamento deles é muito grande. Vamos ver como vai ser esse mês, mas não é uma falta de critérios”, disse.

Colnago não deu mais detalhes sobre os projetos e serviços dentro desses ministérios que serão cortados. Mais informações serão divulgadas a partir de um decreto, que ainda não tem data para ser publicado.

Em março do ano passado, o governo realizou o primeiro corte orçamentário, no valor de R$ 1,72 bilhão. O segundo ocorreu em maio, de R$ 6,96 bilhões. O órgão mais afetado, à época, foi o Ministério da Ciência e Tecnologia, com R$ 2,5 bilhões. As pastas da Educação (R$ 1,6 bilhão) e da Saúde (R$ 1,3 bilhão) também foram impactadas pela medida. 

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Fonte: IG Política

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Atos pela democracia reúnem lideranças de vários setores em SP

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Atos pela democracia reúnem lideranças de vários setores em SP
Reprodução/Twitter (@jhcordeiro)

Atos pela democracia reúnem lideranças de vários setores em SP

Advogados, juristas, empresários, intelectuais, acadêmicos e lideranças sindicais se reuniram nesta quinta-feira na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), no centro da capital paulista, para um  ato pela defesa da democracia no qual foram lidos dois manifestos.

O primeiro, organizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), com a a adesão de 107 entidades empresariais, acadêmicas e da sociedade civil. O segundo documento foi a “Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito”, organizada por ex-alunos da instituição e juristas, e que já conta com mais de 950 mil assinaturas.

Cerca de duas mil pessoas acompanharam o evento dentro do prédio no Largo São Francisco, enquanto centenas acompanharam a transmissão por um telão do lado de fora. A defesa das urnas eletrônicas e do resultado das eleições marcaram o tom dos discursos dos oradores, que evitaram citar nominalmente o presidente Jair Bolsonaro.

O ato começou no salão nobre da Faculdade de Direito, e foi aberto pelo reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti Júnior, que discursou em nome da universidade paulista e dos reitores de Unicamp, Unifesp, Unesp, UFABC E Ufscar. Ele foi aplaudido de pé ao pregar contra as fake news e contra os ataques ao sistema eleitoral.

“Estamos voltados a impedir retrocessos”, disse. Também discursaram o professor e advogado Oscar Vilhena, da Comissão Arns, o ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, a presidente da CUT de São Paulo, Telma Aparecida Andrade Victor, a representante da Coalizão Negra por Direitos, Beatriz Lourenço e o empresário Horácio Lafer Piva, entre outros.

Em seguida, foi lido o manifesto organizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), intitulado “Em Defesa da Democracia e da Justiça”. O texto, publicado nos principais jornais do país no último dia 5 de agosto, teve a adesão de 107 entidades empresariais, acadêmicas e da sociedade civil.

Em discurso antes de ler o manifesto, o ex-ministro da Justiça José Carlos Dias destacou, no ato, a união entre “capital e trabalho em defesa da democracia”.

“Hoje é um momento grandioso, talvez inédito, em que capital e trabalho se juntam em defesa da democracia. Estamos celebrando aqui com alegria e com entusiasmo o hino da democracia”, afirmou Dias.

Na sequência, o evento se transferiu para o pátio da faculdade, onde foi lido um segundo documento, a “Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito”, organizada por ex-alunos da instituição e juristas. O texto tem mais de 950 mil assinaturas.

“Ataques infundados e desacompanhados de provas questionam a lisura do processo eleitoral e o estado democrático de direito tão duramente conquistado pela sociedade brasileira. São intoleráveis as ameaças aos demais poderes e setores da sociedade civil e a incitação à violência e à ruptura da ordem constitucional”, afirma trecho da carta, em alusão aos ataques de Bolsonaro às urnas eletrônicas e ao Poder Judiciário.

A íntegra da carta pode ser lida aqui. O documento foi lido por Eunice de Jesus Prudente, professora da Faculdade Zumbi dos Palmares; Maria Paula Dallari Bucci, professora da Faculdade de Direito da USP; Flávio Flores da Cunha Bierrenbach, ex-ministro do Superior Tribunal Militar e Ana Elisa Bechara, vice-diretora da Faculdade de Direito da USP.

Ao final, a cantora Daniela Mercury fez uma pequena apresentação em uma das sacadas do prédio.

Fonte: IG Política

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