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‘Gatinha da Cracolândia’ alega que não vendia drogas: “Ia para comprar”

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'Gatinha da Cracolândia' alega que não vendia drogas:
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‘Gatinha da Cracolândia’ alega que não vendia drogas: “Ia para comprar”

Conhecida como ‘Gatinha da Cracolândia’, Lorraine Bauer Romeiro encontra-se detida desde julho deste ano sob acusação de tráfico de drogas na região do centro de São Paulo . A moça, porém, concedeu uma entrevista à Rede Record e alegou que suas idas ao local ocorriam porque ela “é usuária”.

“Não [sou traficante]. Sou usuária. Tinha uns 14, 15 anos [na primeira vez que usou drogas]. Uma vez, me ofereceram maconha e acabei fumando. Eu acabei gostando da sensação, e aí, no outro dia, queria de novo e de novo. Foi aí que percebi que tinha virado dependente. Já usei bala, cocaína, lança-perfume e maconha”, afirmou Lorraine.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, no momento em que ela foi presa, dois meses atrás, a ‘Gatinha’ encontrava-se sob posse de mais de 400 porções de crack, cocaína, maconha e ecstasy. Em outro cômodo, haviam outros 100 frascos de lança-perfume. “Nunca vendi, só ia para comprar”, alega.


“Tudo que está acontecendo na minha vida é uma injustiça. Se eu estivesse pagando por coisas que eu fiz, estaria com o coração mais tranquilo. A pior coisa do mundo é ser acusada por coisas que você não fez. Nada daquilo era meu. Não sou chefe de crime de tráfico nenhum”, afirma. Em junho deste ano, porém, Lorraine foi flagrada com drogas escondidas no sutiã e na calcinha. De acordo com o boletim de ocorrência, a moça aparentava nervosismo e tentou fugir do cordão de isolamento criado para organizar o fluxo de usuários de drogas na região.

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Homem morre após passar três dias internado por engasgar com pedaço de carne

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Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, em Três Lagoas, no Mato Grosso
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Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, em Três Lagoas, no Mato Grosso

Um homem de 31 anos morreu na manhã de quarta-feira (27) depois de passar três dias internado por se engasgar com um pedaço de carne, em Três Lagoas (MS). Após o incidente, ele teve uma parada cardiorrespiratória na madrugada de sábado.

Gledisson Pires Ferreira passou por diversos procedimentos médicos. No dia do incidente, com quadro de parada cardiorrespiratória, ele teve o pedaço de carne retirado, recebeu 30 minutos de reanimação, teve os sinais vitais recuperados, foi sedado e conduzido o à UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital.

Ontem, porém, teve nova parada cardiorrespiratória, que evoluiu para morte encefálica. Logo depois, a morte foi constatada.

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