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Política Nacional

Fernando Holiday sai em defesa de Bolsonaro e compara Ku Klux Klan à esquerda

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Fernando Holiday sai em defesa do candidato Jair Bolsonaro e diz que a KKK tem 'semelhanças com a esquerda'
Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr

Fernando Holiday sai em defesa do candidato Jair Bolsonaro e diz que a KKK tem ‘semelhanças com a esquerda’

O vereador de São Paulo Fernando Holiday (DEM), que é também um dos líderes do Movimento Brasil Livre (MBL), gravou um vídeo e fez uma série de publicações em suas redes sociais, na manhã desta quarta-feira (17), em defesa do candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro. 

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No conteúdo compartilhado, Fernando Holiday
diz que o grupo racista Ku Klux Klan (KKK) possui “semelhanças com a esquerda de Fernando Haddad”, candidato do PT à Presidência. Sua declaração é dada em defesa de Bolsonaro, depois que a imprensa nacional divulgou que o historiador americano David Duke – reconhecido líder da KKK nos Estados Unidos – teria elogiado o candidato do PSL, durante um programa de rádio.

“O apoio da KKK a Jair Bolsonaro
é uma carapuça que a esquerda não encaixa nele, porque as semelhanças com a esquerda de Fernando Haddad são maiores. Ambos condenam Israel. Ambos pregam a divisão de um país. Ambos têm origens em partidos Socialistas. Ambos são das sombras”, escreveu o vereador do DEM.

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“David Duke, o ex-KKK, na década de 1960, pertenceu ao Partido Nacional Socialista da América. E os ideais de ‘igualdade’ que pregavam são muito parecidos com os ideais fundantes do petismo e dos partidos que o apoiam”, continou o líder do MBL. 

A KKK
nasceu nos Estados Unidos em 1865. Utilizando capuzes brancos, os membros da organização torturavam e assassinavam negros, tendo como um dos seus símbolos uma cruz em chamas. Atualmente, o grupo racista tornou-se expressão do neonazismo norte-americano e uma referência à chamada “supremacia branca”.

Em sua declaração, David Duke disse que Bolsonaro era um nacionalista que ‘ soava como a KKK’
. “Ele soa como nós. E também é um candidato muito forte. É um nacionalista”, disse o ex-líder do  Ku Klux Klan
, conforme reportado pela rede  BBC
. “Ele é totalmente um descendente europeu. Ele se parece com qualquer homem branco nos EUA, em Portugal, Espanha ou Alemanha e França”, afirmou o ex-líder do KKK.

Depois de ter saído em defesa de Bolsonaro,  Fernando Holiday
se tornou alvo de uma série de críticas nas redes sociais. Parte dos comentários levavam em conta o fato de que Holiday é negro, ou seja, faz parte dos grupos condenados pela KKK. Outros internautas, porém, defenderam o vereador, afirmando que seus argumentos contra a esquerda estariam corretos.  

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STF determina remoção de vídeos onde Lula chama Bolsonaro de genocida

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Jair Bolsonaro e Lula
Foto: Alan Santos e Ricardo Stuckert

Jair Bolsonaro e Lula

O ministro Raul Araújo, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atendeu a um pedido feito pelo PL, partido do presidente Jair Bolsonaro , e determinou a remoção de vídeos em que o ex-presidente e candidato Luiz Inácio Lula da Silva chama o presidente de “genocida”.

Na avaliação do ministro, “a palavra ou expressão “genocida” tem o sentido de qualificar pessoa que perpetra ou é responsável pelo extermínio ou destruição de grupo nacional, étnico, racial ou religioso”. Araújo lembra, na decisão, que “o genocídio é crime e está previsto na Lei no 2.889/1956, que foi recepcionada pela Constituição Federal de 1988”.

“Os participantes do processo eleitoral devem orientar suas condutas de forma a evitar discursos de ódio e discriminatório, bem como a propagação de mensagens falsas ou que possam caracterizar calúnia, injúria ou difamação”, disse Araújo.

Ao todo, a determinação para a remoção dos vídeos atinge sete vídeos que estão publicados no YouTube. A plataforma tem 24 horas para cumprir a ordem judicial.

Nos pedidos feitos ao TSE na última sexta-feira, o PL cita discursos de Lula em Brasília (em 12 de julho), Garanhuns-PE (20 de julho), Serra Talhada-PE (20 de julho), Recife (21 de julho), Fortaleza (30 de julho), Campina Grande-PB (2 de agosto) e Teresina (3 de agosto). Apenas em Fortaleza Lula não chamou Bolsonaro de genocida.

Para o ministro do TSE, “é plausível a tese” do partido de Bolsonaro “de que o trecho do discurso proferido pelo representado e pré-candidato Luiz Inácio Lula da Silva, durante evento no dia 20.7.2022, em Garanhuns/PE, primo ictu oculi, pode ter configurado o ilícito de propaganda eleitoral extemporânea negativa, por ofensa à honra e à imagem de outro pré- candidato ao cargo de presidente da República”.

De acordo com o PL, Lula “realizou verdadeiro discurso de ódio contra seu opositor, o que reforça a gravidade dos atos praticados e o reprovável desrespeito do pré-candidato petista ao cumprimento das normas eleitorais, em prejuízo daqueles que se portam conforme entendimento jurisprudencial sedimentado”.

“Não foram tecidas críticas políticas, naturais e idôneas, sobre posturas governamentais do mandatário maior do Brasil, típicas de um bom e saudável debate democrático! Bem longe disso! Fez-se imputação grosseira, rude e desinibida, individual e direta, de crime (!) de genocídio ao Presidente Jair Bolsonaro, responsabilizando-o, sem peias, por mortes em profusão”, diz trecho das representações.

Embora tenha determinado a remoção dos sete endereços onde as declarações de Lula sobre Bolsonaro aparecem, o ministro do TSE observa ser “viável a republicação dos vídeos” alvo da ação desde que “excluído o trecho em que se imputa o atributo de genocida”.

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Fonte: IG Política

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