conecte-se conosco


Economia

Extinto por Bolsonaro, consórcio do DPVAT tem participação da empresa de Bivar

Publicado

source
Bolsonaro e Luciano Bivar, presidente do PSL arrow-options
Divulgação/PSL

Empresa de Bivar, presidente do PSL, tem participação em consórcio do DPVAT extinto por Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta segunda-feira (11) uma Medida Provisória (MP) que acaba com o seguro obrigatório DPVAT , responsável por indenizar vítimas de acidentes de trânsito, e a medida afeta diretamente Luciano Bivar, presidente de seu partido atual, o PSL, já que a empresa de Bivar tem participação no consórcio. A medida valerá a partir de 2020.

A Excelsior Seguros, empresa do deputado federal e presidente do PSL, detém cerca de 1% da Seguradora Líder, consórcio que administra o seguro DPVAT . Ao jornal O GLOBO , Bivar negou que a medida de Bolsonaro tenha sido um ataque a ele.

“Acho que não, isso foi uma coisa da estrutura do governo, não foi nada direcionado a mim — afirmou Bivar ao GLOBO . “Isso é uma questão do Ministério da Economia. Sou pelo que é melhor para o Brasil, independentemente dos meus interesses privados”, concluiu.

Os recursos do DPVAT são divididos: 50% vão para a União e 50% são direcionados para despesas, reservas e pagamento de indenização às vítimas de acidentes (administrados pela Líder).

Leia mais:  Joice promete defender Guedes em comissão: “Gritar a gente também sabe”

Leia também: Governo estuda acabar com deduções médicas do IR para reduzir alíquota

Os acidentes ocorridos até 31 de dezembro de 2019 ainda seguem cobertos pelo DPVAT, segundo o governo. A Líder continuará responsável até dezembro de 2025 pela cobertura dos acidentes ocorridos até este ano. Após 31 dezembro 2025, a União sucederá a Seguradora Líder nos direitos e obrigações envolvendo o DPVAT.

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
publicidade

Economia

Conheça a proposta de reforma da Previdência que motivou confusão na Alesp

Publicado

por

source
confusão alesp arrow-options
Reprodução/TV Alesp

Confusão generalizada acabou interrompendo a sessão da reforma da Previdência na Alesp nesta quarta-feira

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), sede do poder Legislativo estadual, virou palco de briga e confusão nesta quarta-feira (4), em meio às discussões da proposta de reforma da Previdência para os servidores do Estado.

Leia também: Briga entre deputados na Alesp tem xingamentos, empurrões e até mordida; assista

A confusão começou quando o deputado Arthur do Val (atualmente sem partido), conhecido como Mamãe Falei, discursava na tribuna da Alesp e passou a atacar servidores simpatizantes do PT que estavam na galeria.

O projeto foi enviado à Alesp pelo governador João Doria (PSDB) e entrou na pauta de votações da Casa nesta terça (2). Há dois textos em tramitação, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC 18/2019) e um Projeto de Lei Complementar (PLC 80), este em caráter de urgência.

A principal mudança, tal qual na reforma previdenciária da União, apresentada pelo governo de Jair Bolsonaro , é em relação a idade mínima para aposentadoria dos contribuintes: 62 anos, para mulheres, e 65, para homens. O tempo mínimo de contribuição é de 25 anos. Hoje, a regra geral permite solicitar benefício com 30 anos de contribuição e 55 de idade, no caso das mulheres, e com 35 anos de contribuição e 60 anos de idade, para homens.

Leia mais:  Joice promete defender Guedes em comissão: “Gritar a gente também sabe”

A proposta também aumentaria a alíquota de contribuição previdenciária dos servidores públicos de 11% para 14%, o que é um dos principais pontos da confusão. Mamãe Falei defende a elevação da alíquota e classificou parte dos servidores como “bando de vagabundos”.

Para servidores na ativa, haverá duas regras de transição , que envolvem idade mínima e pontos e o pedágio de 100% . As novas pensões por morte também serão reduzidas após a aprovação final da reforma.

Aprovadas e efetivadas as medidas propostas por Doria, dependentes passariam a receber pensão de 50% do valor atual, acrescido de cotas.

Com a adoção das regras mais rígidas para os servidores, o governo estima economizar cerca de R$ 32 bilhões em dez anos. Professores e demais funcionários públicos se movimentam para tentar barrar as mudanças propostas pelo governo Doria.

Leia também: Estados terão dificuldades para reformar Previdência, prevê Meirelles

Veja as principais mudanças propostas por categoria

Servidores públicos:

Hoje, a idade mínima é de 55 anos para mulheres e 60 para homens. Passaria para 62 anos no caso das mulheres e 65 no dos homens. O tempo de contribuição, atualmente de 30 anos para mulheres e 35 para os homens, passaria a ser de 25 anos para homens e mulheres, sendo 10 no tempo de serviço e cinco no cargo. O benefício, contudo, seria reduzido com aposentadoria após contribuir pelo tempo mínimo exigido.

Leia mais:  Aneel lança aplicativo que ajuda a entender cobranças de sua conta de luz

Professores:

Idade mínima passaria dos atuais 50 anos (mulheres) e 55 (homens) a 57 anos (mulheres) e 60 (homens). Tempo mínimo de contribuição iria de 25 anos (mulheres) e 30 (homens) para 25 anos para os dois, mas o benefício seria reduzido com a aposentadoria após contribuir pelo tempo mínimo.

Servidores com deficiência:

Os servidores com deficiência são divididos entre três categorias: grave, moderada e leve. Para todos, as idades mínimas são de 55 anos para mulheres e 60 para homens, mas o tempo de contribuição exigido é gradual. Para deficiência grave, o tempo é de 20 anos para mulheres e 25 para homens; para moderada, 24 e 29 anos, respectivamente; e, para deficiência leve, 28 e 33 anos para mulheres e homens.

Servidores da Polícia Civil, Agente Penitenciário, Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária:

Idade mínima de 55 anos para mulheres e homens e tempo mínimo de contribuição de 30 anos para ambos, sendo 25 no tempo de serviço e cinco no cargo.

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
Continue lendo

Policial

Política MT

Mato Grosso

Nacional

Entretenimento

Tecnologia

Mais Lidas