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Saúde

Entenda como funciona a aromaterapia e conheça os seus benefícios

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Entenda como funciona a aromaterapia e conheça os seus benefícios
Andreza Melo

Entenda como funciona a aromaterapia e conheça os seus benefícios

Técnica utiliza óleos essenciais para melhorar a saúde física e mental

Aromaterapia é uma terapia que utiliza os óleos essenciais, extraídos de plantas, flores, frutas, raízes, resinas e cascas. A técnica equilibra, harmoniza e promove o bem-estar da saúde física, mental e emocional.

Atualmente, é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como terapia complementar. Inclusive, é oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) como uma Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares.

A seguir, a aromaterapeuta Solange Lima explica mais sobre a prática. Confira!

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Objetivo da aromaterapia

Segundo Solange Lima, a aromaterapia é uma prática integrativa que ajuda a equilibrar e harmonizar a saúde física, mental e emocional, oferecendo bem-estar e equilíbrio. Quando aliada a massagem, acupuntura, reiki, psicoterapia ou técnicas energéticas, por exemplo, podem potencializar o efeito dos óleos essenciais e trazer resultados a curto prazo.

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Benefícios da aromaterapia

Alguns benefícios do uso dos óleos essenciais:

  • Ajuda a aliviar situações de estresse;
  • Combate a irritação e a agressividade;
  • Gera efeitos calmantes;
  • Ajuda a elevar a autoestima e amor-próprio;
  • Pode melhorar uma relação afetiva, familiar e profissional;
  • Traz equilíbrio emocional e sensação de bem-estar;
  • Ajuda nos estados de ansiedade e depressão;
  • Alivia sintomas de doenças;
  • Ameniza dores crônicas;
  • Melhora na qualidade do sono, trazendo calma e tranquilidade;
  • Contribui para o funcionamento do sistema imunológico.

“Lembrando que é um trabalho que complementa um tratamento médico, por meio do equilíbrio emocional e atuando sobre a causa emocional das doenças”, ressalta Solange Lima.

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Como são usados os óleos essenciais

Uma das formas de uso dos óleos essenciais é por meio da inalação. A aromaterapia mostra que há ligações entre o olfato e os sentimentos. Ao inalar os aromas, os canais olfativos mandam mensagem diretamente para o sistema límbico, que é a parte do sistema nervoso responsável pelas emoções. Para isso, podem ser usados inaladores nasais, aromatizadores de ambiente, difusores elétricos e ultrassônicos e colares aromáticos pessoais.

“O olfato é o sentido que está mais ligado às regiões do cérebro envolvidas em emoções e memórias. Alguns cheiros podem fazer com que ocorra a ativação do hipotálamo, resultando na produção de hormônios que controlam as funções fisiológicas, como apetite e comportamento sexual,” esclarece Solange Lima.

Outra maneira de usar os óleos essenciais é por meio da aplicação na pele. No entanto, eles devem ser usados em forma de cosméticos naturais a base de óleos vegetais e óleos essenciais, como cremes, xampus, sabonete, produtos faciais, escalda-pés, entre outros.

“Nunca utilize um óleo puro sobre a pele. Por isso, é preciso ter o cuidado ao usá-los apenas diluídos em óleos vegetais, bases neutras de creme hidratante ou álcool de cereais. Somente os aromaterapeutas podem indicar as quantidades e diluições corretas para um tratamento individualizado “, enfatiza a especialista.

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Óleos essenciais e memórias

Outra região do cérebro ativada pelos óleos essenciais é o hipocampo, importante para a formação das memórias olfativas. Um cheiro pode, por exemplo, desencadear memórias de nossa infância ou de experiências que foram boas ou ruins.

“Não apagamos memórias, uma vez registradas, elas passarão a fazer parte de nossas vidas, pois estão registradas no cérebro. Aí que podemos trabalhar com uso dos óleos essenciais emoções atreladas a estas memórias. Existem muitos óleos essenciais apropriados para limpar velhas emoções, que podem estar contaminando nossa memória”, explica Solange Lima.

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Contraindicações da aromaterapia

Solange Lima esclarece que mesmo sendo uma prática natural , existem contraindicações. Gestantes, crianças e idosos, por exemplo, precisam tomar cuidado com o uso de óleos essenciais. “Como os óleos essenciais são concentrados e, cada gota pode ter mais de 200 componentes químicos em sua composição, podem, sim, ter contraindicações diversas, vai depender da individualidade de cada pessoa”, afirma.

O óleo essencial de ylang ylang (flor oriental), por exemplo, que possui um aroma forte e exótico. Por isso, deve ser evitado por quem tem pressão baixa. “Alguns óleos, como o alecrim, não podem ser usados em caso de hipertensão e epilepsia. Por isso, a importância sempre de acompanhamento com um aromaterapeuta, que é o profissional mais indicado”, acrescenta a especialista.

História da aromaterapia

O termo ‘aromaterapia’ foi usado pela primeira vez no século XX, por Maurice René Gattefossé , químico francês. Mas, os princípios em que a técnica se baseia, remontam a tempos muito antigos. Há 40.000 a.C., os aborígenes australianos já utilizavam plantas aromáticas, como a Melaleuca alternifolia (também conhecido como Tea tree), que tem ação antiviral e antibactericida.

Aromaterapia na Ásia

A Índia é uma das regiões mais ricas em plantas aromáticas. Há mais de 7000 a.C., as famosas “águas aromáticas” eram utilizadas na medicina ayurvédica. Na China, há 4500 a.C., o Imperador Vermelho Shen Nong redigiu o mais antigo tratado da fitoterapia, em que cita inúmeras plantas aromáticas.

Uso de ervas aromáticas no Egito Antigo

No Egito Antigo, considerado um dos berços da medicina, as plantas aromáticas também eram utilizadas. Na técnica de embalsamento, por exemplo, essências aromáticas e unções alquímicas eram usadas para preservar o corpo de faraós e sacerdotes. Além disso, muitos conhecimentos sobre usos de ervas e óleos essenciais foram registrados em papiros. Inclusive, alguns deles estão expostos no Museu de Leipzig, na Alemanha.

“Cleópatra foi a primeira aromaterapeuta da história, que costumava usar jasmim, patchouli e rosas, com o intuito de seduzir. Conta-se que ela enchia recipientes de águas com pétalas de rosas e mergulhava os pombos, depois os soltava no ambiente e, conforme eles batiam as asas, aromatizavam o ambiente. Desse modo, ela seduzia os homens”, conta a aromaterapeuta Solange Lima.

Solange Lima

Terapeuta integrativa e numeróloga. Trabalha com terapia holística há mais de 10 anos associada as técnicas naturais: Cromoterapia, Aromaterapia, Reiki, Florais para ajudar a amenizar e equilibrar as emoções.

Acompanhe mais notícias sobre saúde na  revista ‘Seja Saúde’

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Ministério da Saúde: Queiroga anuncia novo secretário-executivo

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Marcelo Queiroga e Bruno Silva Dalcolmo
Reprodução: redes sociais – 14/08/2022

Marcelo Queiroga e Bruno Silva Dalcolmo

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, indicou Bruno Silva Dalcolmo para assumir a secretaria-executiva do Ministério da Saúde. O anúncio foi feito neste sábado através das redes sociais do ministro.

“Dalcolmo substituirá Daniel Pereira, que passa a fazer parte da diretoria da Anvisa”, disse Queiroga em uma rede social.

Em postagem, o ministro da Saúde ainda teceu elogios ao novo secretário e disse que recebeu referências dos ministros Paulo Guedes e Bruno Bianco.

“Já conhecia o Bruno e seu trabalho e também recebi ótimas referências dos Ministros Paulo Guedes e Bruno Bianco. Certamente ele ajudará muito a saúde do nosso País. Sigo usando os mesmo critérios para escolha dos secretários do Ministério da Saúde: servidores de carreira, especializados e com larga experiência nas áreas em que assumem. Desejo sorte ao servidor Daniel Pereira, que certamente contribuirá muito para a Anvisa e para o Brasil”, disse Queiroga.

Dalcolmo já foi secretário-executivo do Ministério do Trabalho e é servidor de carreira. Além disso, ele também já atuou como secretário do Trabalho do Ministério da Economia, sub-chefe adjunto da Subchefia de Análise Governamental (SAG) da Presidência da República e assessor especial da Casa Civil.






Fonte: IG SAÚDE

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