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Enquanto Bolsonaro encontra católicos no Rio, Haddad visita evangélicos em SP

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Os candidatos à Presidência Haddad e Bolsonaro planejam se encontrar com líderes religiosos na manhã desta quarta
Arquivo/Agência Brasil

Os candidatos à Presidência Haddad e Bolsonaro planejam se encontrar com líderes religiosos na manhã desta quarta

Os candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) têm reuniões hoje (17), no Rio de Janeiro e em São Paulo, com representantes da Igreja Católica e dos evangélicos, respectivamente.

De manhã, Bolsonaro se encontra com o arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta, na sede da Arquidiocese, no bairro da Glória.

Também de manhã, Haddad tem encontro com pastores evangélicos, no Excelsior São Paulo Hotel, no centro da capital paulista.

Redes sociais

Os dois candidatos têm utilizado as redes sociais para enviar mensagens aos eleitores. Bolsonaro publica posts em que apresenta as propostas de governo e compara com as do adversário.

Haddad divulga trechos de entrevistas que concede ao longo do dia. Hoje, ele conversará com a Rede RBS por telefone e dará entrevista exclusiva ao SBT, ao vivo, à noite.

* Com informações da Agência Brasil.

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Atos pela democracia reúnem lideranças de vários setores em SP

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Atos pela democracia reúnem lideranças de vários setores em SP
Reprodução/Twitter (@jhcordeiro)

Atos pela democracia reúnem lideranças de vários setores em SP

Advogados, juristas, empresários, intelectuais, acadêmicos e lideranças sindicais se reuniram nesta quinta-feira na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), no centro da capital paulista, para um  ato pela defesa da democracia no qual foram lidos dois manifestos.

O primeiro, organizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), com a a adesão de 107 entidades empresariais, acadêmicas e da sociedade civil. O segundo documento foi a “Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito”, organizada por ex-alunos da instituição e juristas, e que já conta com mais de 950 mil assinaturas.

Cerca de duas mil pessoas acompanharam o evento dentro do prédio no Largo São Francisco, enquanto centenas acompanharam a transmissão por um telão do lado de fora. A defesa das urnas eletrônicas e do resultado das eleições marcaram o tom dos discursos dos oradores, que evitaram citar nominalmente o presidente Jair Bolsonaro.

O ato começou no salão nobre da Faculdade de Direito, e foi aberto pelo reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti Júnior, que discursou em nome da universidade paulista e dos reitores de Unicamp, Unifesp, Unesp, UFABC E Ufscar. Ele foi aplaudido de pé ao pregar contra as fake news e contra os ataques ao sistema eleitoral.

“Estamos voltados a impedir retrocessos”, disse. Também discursaram o professor e advogado Oscar Vilhena, da Comissão Arns, o ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, a presidente da CUT de São Paulo, Telma Aparecida Andrade Victor, a representante da Coalizão Negra por Direitos, Beatriz Lourenço e o empresário Horácio Lafer Piva, entre outros.

Em seguida, foi lido o manifesto organizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), intitulado “Em Defesa da Democracia e da Justiça”. O texto, publicado nos principais jornais do país no último dia 5 de agosto, teve a adesão de 107 entidades empresariais, acadêmicas e da sociedade civil.

Em discurso antes de ler o manifesto, o ex-ministro da Justiça José Carlos Dias destacou, no ato, a união entre “capital e trabalho em defesa da democracia”.

“Hoje é um momento grandioso, talvez inédito, em que capital e trabalho se juntam em defesa da democracia. Estamos celebrando aqui com alegria e com entusiasmo o hino da democracia”, afirmou Dias.

Na sequência, o evento se transferiu para o pátio da faculdade, onde foi lido um segundo documento, a “Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito”, organizada por ex-alunos da instituição e juristas. O texto tem mais de 950 mil assinaturas.

“Ataques infundados e desacompanhados de provas questionam a lisura do processo eleitoral e o estado democrático de direito tão duramente conquistado pela sociedade brasileira. São intoleráveis as ameaças aos demais poderes e setores da sociedade civil e a incitação à violência e à ruptura da ordem constitucional”, afirma trecho da carta, em alusão aos ataques de Bolsonaro às urnas eletrônicas e ao Poder Judiciário.

A íntegra da carta pode ser lida aqui. O documento foi lido por Eunice de Jesus Prudente, professora da Faculdade Zumbi dos Palmares; Maria Paula Dallari Bucci, professora da Faculdade de Direito da USP; Flávio Flores da Cunha Bierrenbach, ex-ministro do Superior Tribunal Militar e Ana Elisa Bechara, vice-diretora da Faculdade de Direito da USP.

Ao final, a cantora Daniela Mercury fez uma pequena apresentação em uma das sacadas do prédio.

Fonte: IG Política

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