Connect with us

Saúde

Em caso inédito, mulher tem artéria rompida no pescoço ao ser atingida por onda

Publicado em


O acidente na praia deixou a senhora de 60 anos com uma condição rara, chamada Síndrome de Horner
Reprodução/Daily Mail

O acidente na praia deixou a senhora de 60 anos com uma condição rara, chamada Síndrome de Horner

Uma mulher de 60 anos, cuja identidade não foi divulgada, sofreu um grave e inédito acidente na praia enquanto descansava. Segundo informações do Daily Mail
, a irlandesa foi atingida por uma onda tão forte que conseguiu romper uma das artérias de seu pescoço.

Leia também: Mulher tem duas agulhas removidas do estômago 66 anos depois de acidente

O caso do acidente na praia
foi publicado na revista científica BMJ Case Reports
, e segundo os médicos, a senhora passou a sentir fortes dores de cabeça e no pescoço logo após ser atingida pela água. Ela só foi ao hospital duas semanas depois, quando suas pupilas ficaram com tamanhos diferentes e suas pálpebras caíram.

Os especialistas realizaram exames cerebrais e descobriram que uma das artérias, que leva oxigênio para o cérebro, estava rompida. E tudo isso aconteceu por causa da onda que a atingiu, quebrando os pequenos vasos sanguíneos dentro da artéria.

A condição deixou os nervos de seu rosto lesionados, o que resultou no seu globo ocular afundado dentro de sua cavidade. Para além dos movimentos involuntários dos órgãos do sistema visual, a paciente desenvolveu dissecção da artéria carótida
.

O problema acontece quando gotas de sangue vazam para a parede da artéria, e com seu acúmulo, fazem as laterais se separarem. Essa é a causa de 25% dos AVCs em jovens adultos, já que o problema impede que o oxigênio chegue até o cérebro.

A mulher foi diagnosticada com Síndrome de Horner, que é o resultado de alguma lesão dos nervos faciais, em um caso inédito na medicina.

Leia também: Chinesa quase perde o pulmão direito após pata de lagostim se alojar no órgão

Caso do acidente na praia é inédito


O acidente na praia foi considerado um caso inédito na medicina, já que nunca antes uma onda rompeu uma artéria
Reprodução/Daily Mail

O acidente na praia foi considerado um caso inédito na medicina, já que nunca antes uma onda rompeu uma artéria

Ela foi tratada com aspirina, para reduzir suas chances de ter um AVC
, e a quebra em sua artéria foi reparada de maneira natural dentro de seis meses.

“Eu continuei sentindo muitas dores na testa durante algumas semanas, e ela não passava com analgésicos”, a paciente descreveu. “Eventualmente, depois de tomar pregabalina [para o tratamento das dores], em alguns meses tudo voltou ao normal”.

Leia também: Indiano sofre fratura peniana após ‘ereção eterna’ causada por viagra

A médica Etimbuk Umana, responsável por divulgar o caso, explicou que traumas físicos são a causa de 40% das dissecções da artéria carótida, contudo, essa foi a primeira vez que ondas em um  acidente na praia
 conseguiram gerar a lesão.

Comentários Facebook
Advertisement

Saúde

Covid: Coreia do Norte declara que venceu doença 3 meses após 1° caso

Published

on

Kim Jong-un declara que Coreia do Norte venceu a Covid
Reprodução

Kim Jong-un declara que Coreia do Norte venceu a Covid

O governo da Coreia do Norte declarou “vitória” sobre a Covid-19 , cerca de três meses depois do primeiro caso da doença ter sido confirmado no país, ainda virtualmente isolado do exterior por conta da estratégia sanitária local para enfrentar a doença. 

E em uma declaração ainda pouco clara, a irmã do líder do país, Kim Jong-un, afirmou que ele ficou “gravemente doente” durante o pico de casos, mas sem confirmar se ele foi contaminado.

“Nosso Partido e o governo avaliaram a atual situação de quarentena e chegaram à conclusão de que a crise epidêmica maligna que se criou no país foi completamente resolvida com base nos dados de análise detalhada apresentados pelo departamento de pesquisa científica”, disse Kim Jong-un, durante uma conferência para analisar a situação da pandemia, de acordo com a KCNA. “A dolorosa guerra de quarentena chegou ao fim e hoje finalmente declaramos vitória.”

A Coreia do Norte estabeleceu, ainda em fevereiro de 2020, uma das mais duras estratégias do mundo para tentar conter a doença: fronteiras foram fechadas, diplomatas estrangeiros e suas famílias deixaram o país e foram aplicadas restrições sobre movimentações internas, aliadas a práticas como o uso de máscaras.

Como resultado, o país não registrou, ao menos oficialmente, casos de Covid-19 até maio, quando surgiram os primeiros relatos de uma “febre”, como as autoridades se referem à doença. Ao todo, foram registrados 4,8 milhões de casos e 74 mortes, um número relativamente baixo, ainda mais em um país onde o sistema de saúde é considerado precário e onde poucas pessoas foram vacinadas.

“É mais uma vitória brilhante proteger de forma confiável o bem-estar nacional e popular do maior perigo de saúde pública global que mergulhou o mundo em uma situação catastrófica, e eliminar o desafio mais importante e ameaçador que enfrentamos em tão curto tempo”, disse Kim Jong-un, destacando que não há registro de casos desde o dia 29 de julho.

No discurso, ele destacou que as medidas de controle de fronteiras seguirão em vigor, apontando para o risco de novas variantes do coronavírus, da varíola dos macacos e de “várias doenças infecciosas causadas pelas mudanças climáticas”.

”Febre” de Kim Jong-un

Em outro discurso, a irmã de Kim Jong-il, Kim Yo-jong, apontada como segunda na linha de comando, acusou a Coreia do Sul de ter introduzido o vírus no país, mencionando “objetos estranhos”, uma referência aos itens mandados por grupos de oposição a Pyongyang através da fronteira, como pendrives, panfletos e dinheiro. Esse tipo de envio, normalmente feito com balões, está proibido desde 2020.

“Já consideramos vários planos de reação, mas nossas ações devem ser de uma forma retaliatória mortal”, declarou, segundo a KCNA. “Se o inimigo persistir em tais ações perigosas, como fomentar o caminho do vírus para nossa república, vamos responder não apenas exterminando o vírus, mas também eliminando as autoridades sul-coreanas.”

No meio da fala, ela afirmou que Kim Jong-un chegou a ficar “gravemente doente” durante o pico de casos, no que seria uma rara menção à saúde do líder norte-coreano, normalmente mantida em sigilo.

“O Marechal [Kim Jong-un], que estava gravemente doente com alta febre diária nesta guerra da quarentena, mas não podia deitar-se nem por um momento por causa do pensamento nas pessoas que deveriam ser responsabilizadas”, declarou Kim Yo-jong.

Não ficou exatamente claro se ele foi contaminado pela Covid-19, ou se foi apenas um dos recorrentes exageros em falas oficiais em uma tentativa de aproximá-lo do povo, no momento em que o país enfrenta um difícil período na economia, agravado por secas, inundações e pelo isolamento comercial.

A menção à febre estava presente apenas no artigo em coreano sobre o discurso, e não apareceu na versão em inglês divulgada pela KCNA.

* Com informações da agências internacionais

Entre no  canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo.  Siga também o  perfil geral do Portal iG.

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook
Continue Reading

Policial

Política MT

Mato Grosso

Nacional

Entretenimento

Tecnologia

Mais Lidas