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Política Nacional

Eleições: confira as datas do primeiro e eventual segundo turno

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Urna eletrônica
Divulgação/TSE

Urna eletrônica

O primeiro turno das eleições este ano está marcado para o dia 2 de outubro. Antes de o eleitor finalizar o voto na urna, porém, estão previstos diversos eventos importantes do processo eleitoral desde a definição de candidatos, o registro das candidatura e início oficial da campanha e da propaganda eleitoral no rádio e na TV.

Os eleitores também devem ficar de olho nos prazos para solicitar voto em trânsito e justificar em caso de não poder votar.

Confira as principais datas do calendário eleitoral:

18 de julho a 18 de agosto – prazo para solicitar o voto em trânsito (direito de votar em cidade diferente daquela do título) e transferência para seção com acessibilidade.

20 de julho a 5 agosto – prazo para as convocações partidárias escolherem candidatas e candidatos.

15 de agosto – prazo final para o registro de candidaturas.

16 de agosto – início da propaganda eleitoral, inclusive na internet.

26 de agosto a 29 de setembro – propaganda eleitoral na TV e no Rádio.

17 de setembro – candidatas e candidatos não podem ser presos, exceto em flagrante delito.

27 de setembro – eleitoras e eleitores não podem ser presos, exceto em flagrante de delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável.

2 de outubro – primeiro turno

3 a 29 de outubro – volta a ser permitida propaganda eleitoral.

7 a 28 de outubro – início da propaganda eleitoral no rádio e na TV.

30 de outubro – segundo turno

3 de novembro – Último dia para todas as candidatas e candidatos e todos os partidos políticos encaminharem à Justiça Eleitoral as prestações de contas referentes ao primeiro turno

1º de dezembro – Último dia para a eleitora ou o eleitor que deixou de votar no primeiro turno das eleições apresentar justificativa fundamentada ao juízo eleitoral.

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Lula sobre baixa entre evangélicos: ‘Não sou candidato de uma facção’

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Lula usa a pauta religiosa para criticar Bolsonaro
Reprodução/Twitter – 16.08.2022

Lula usa a pauta religiosa para criticar Bolsonaro

O candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse que não é “candidato de uma facção religiosa”. A declaração foi feita em entrevista à Rádio Super, de Minas Gerais, nesta quarta-feira. Ele havia sido questionado sobre a baixa intenção de voto dos evangélicos nele.

“Eu não sou candidato de uma facção religiosa. Eu sou candidato do povo brasileiro. Eu quero tratar evangélico igual católico, islâmico, judaicos. Quero tratar todas as religiões, inclusive a religião de matriz africana, com o respeito que todas as religiões devem ser tratadas. Não quero uma guerra santa no país. Eu não quero estabelecer rivalidade entre as religiões.”

Lula disse que a religião não deve ser usada “para fazer política”.

O petista também disse que as urnas eletrônicas e a Justiça Eleitoral “saíram fortalecidas” depois do evento de posse do ministro Alexandre de Moraes como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na terça-feira.

Lula avaliou que o presidente Jair Bolsonaro (PL) ficou “incomodado” no evento por causa das falas em defesa à democracia. Bolsonaro é contra as urnas eletrônicas e acusa, sem provas, de haver fraude no processo eleitoral — declaração apontada como falsa pela Justiça Eleitoral.

“Ontem foi um ato de fortalecimento do processo do Estado Democrático de Direito. Bolsonaro estava muito incomodado porque ele não gosta de democracia”, disse Lula.

O ex-presidente também disse que fará uma “política de boa convivência” com os outros partidos caso seja eleito, mesmo com aqueles da base bolsonarista, como o PL, partido do presidente. Também disse ser contra “criminalizar” políticos que foram investigados ou condenados no passado:

“Essas pessoas cometeram erros, foram julgadas, foram condenadas, mas estão livres e estão fazendo política. Essas pessoas são presidentes de partido e são dirigentes partidárias, essas pessoas têm mandato.”

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Fonte: IG Política

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