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Saúde

É verdade que estalar o corpo faz mal? Saiba quando há riscos e como evitá-los

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Você é viciado em estalar os dedos? Consegue fazer isso com o pescoço para “relaxar”? Independente da parte do corpo, quando o assunto é provocar estalos para o alívio de qualquer tensão, não faltam alertas. Risco de artrose, perda de movimentos e possibilidade de “engrossar” as articulações são alguns dos mitos que rondam o hábito. 

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Quiropraxista explica em quais situações estalar qualquer parte do corpo pode ser prejudicial e representar perigos à saúde

De acordo com o quiropraxista e diretor da clínica Mais Coluna David Porto, o ajuste das articulações – que causa o som de estalo – pode, sim, ser bastante prejudicial, mas só quando provocado pela própria pessoa ou por um profissional pouco capacitado, podendo gerar ou agravar lesões. 

Segundo ele, o barulho característico desses movimentos acontece quando existe um afastamento das faces articulares que estão sob pressão negativa. Ou seja, para o profissional de saúde, é como “o barulho de um desentupidor de pia quando puxamos com força”.  

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“Apesar de o estalo causar uma sensação de alívio momentâneo em muitos casos, quando executado de forma errada pode gerar sérios danos às estruturas da coluna vertebral, bem como causar vício em se ‘auto estalar’, o que piora o quadro”, afirma David. “Uma coisa é provocar o estalido, a outra é movimentar a articulação para o lado certo e respeitar seu limite”, completa.

Também existem partes do corpo que merecem uma atenção redobrada quanto aos riscos de lesões: coluna vertebral e pescoço – no qual, além das articulações, existem artérias importantes – além de áreas que recebem impacto específico em algumas atividades, como os joelhos.

David, porém, garante que – quando proporcionados da maneira correta – os estalos podem trazer benefícios duradouros ao paciente. “O estímulo mecânico provoca um efeito reflexo de relaxamento muscular e de analgesia local. Pode ser realmente saudável se realizada por um quiropraxista graduado, que promove o conforto e o ajuste de partes importantes do corpo”, diz.

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Fonte: IG Saúde
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Saúde

Entenda o que é o tumor retirado do cérebro de Gloria Maria e quais os sintomas

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Gloria Maria passou por uma cirurgia no cérebro nessa segunda-feira (11) no Hospital Copa Star, no Rio de Janeiro, para retirar uma lesão expansiva cerebral. Na última quinta-feira (7), a jornalista passou mal em sua casa e foi submetida a um exame de ressonância magnética. A lesão foi totalmente removida e ela passa bem. A alta deve acontecer até o fim de semana.

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Reprodução/Instagram/Gloria Maria

Gloria Maria passou por uma cirurgia para retirar uma lesão expansiva cerebral; neurologista explica o que é o tumor

Segundo Leonardo Takahashi, neurologista e neurocirurgião da Clínica Everest, a lesão expansiva, geralmente, é um tumor que está crescendo. É a manifestação de uma neoplasia. “É um crescimento novo. Tumor não quer dizer câncer. 2/3 dos tumores na cabeça vêm de outro lugar”, pontua o especialista.

Takahashi explica que o tumor é acompanhado de alguns sintomas . “Crise convulsiva pela primeira vez; dor de cabeça constante, principalmente quando a pessoa acorda; alteração de comportamento, como alguém que passou a ser agressivo; perda de memória; fraqueza no corpo, em uma parte específica; sonolência”, detalha. 

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Na presença de alguns dos sinais listados, o ideal é procurar um médico especialista, que deve pedir uma tomografia. Também é possível solicitar uma ressonância magnética, exame feito por  Gloria Maria , que é geralmente realizado quando há um processo expansivo notório. 

“Na tomografia, é como uma pessoa míope ver um quadro sem óculos. Mas, na ressonância magnética, é muito mais fácil ver os detalhes”, compara o médico. 

Quando fazer a cirurgia?

A jornalista teve de ser operada por conta da lesão expansiva cerebral e, para chegar ao ponto de fazer uma cirurgia, vai depender do tamanho do tumor. “Se for maligno, se a pessoa pode entrar em coma, tem que fazer rápido. Caso não, dá para programar melhor”, diz. No entanto, quanto mais rápido tirar o tumor, melhor, alerta Takahashi.

Após o procedimento cirúrgico, os pontos são retirados depois de 15 a 21 dias. “Tem que fazer repouso para a cicatrização ir bem”, destaca. Além disso, o paciente precisa evitar quedas ao máximo. Também recomenda-se que a pessoa não ande de avião nesse período. Além disso, a cicatriz não pode ficar exposta ao sol. 

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Depois que o tumor é retirado, o patologista, junto com o oncologista, faz a avaliação para que o paciente tenha o tratamento correto. No caso do tumor cerebral, tabagismo, doenças hereditárias e exposição à radiação são fatores que podem levar ao surgimento da doença. 

“Com o diagnóstico precoce, ao pegar o tumor na fase inicial, o tratamento é muito bom, rápido. Com isso, consegue garantir melhor sobrevida, ótima qualidade de vida e menor risco de sequelas”, finaliza. 

Fonte: IG Saúde
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