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Doria vai criar comissão externa em investigação de Paraisópolis

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Governo do Estado de São Paulo/Divulgação

Civis poderão participar de apuração de ação policial que resultou na morte de nove pessoas em baile funk

O governador de São Paulo, João Doria , vai criar uma comissão externa formada por membros da socidade civil para participar da apuração da ação policial que deixou nove pessoas mortas durante o Baile da 17 , em Paraisópolis . Os mortos foram pisoteados depois que oficiais conduziram a multidão para vielas e disparou balas de borracha e usou gás lacrimogêneo nas pessoas. A proposta era uma reivindicação de familiares das vítimas e de organizações de direitos humanos.

A decisão de criar a comissão foi feita após uma reunião com parentes dos mortos e centenas de pessoas marcharem de Paraisópolis até o Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi.

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Até agora as versões sobre os acontecimentos na noite de baile ainda são contraditórias. Segundo a Polícia Militar, o tumulto começou após dois suspeitos em uma moto atirarem contra policiais e se esconderem na multidão do baile.

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Os moradores, no entanto, dizem que a PM já chegou ao local atirando e teria provocado a tragédia ao tentar realizar uma dispersão truculenta no pancadão.

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Na segunda-feira (2), a gestão Doria decidiu afastar das ruas seis policiais militares que participaram da ação.

Fonte: IG Nacional
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Chuvas: cidade decreta emergência após ficar 85% submersa

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Porciúncula / Ascom

Emergência foi decretada na cidade

O município de Porciúncula , no Noroeste fluminense, decretou, na noite deste domingo, situação de emergência por conta das fortes chuvas. Segundo a prefeitura, 85% da cidade chegou a ficar submersa e não há água potável para a população, já que a Cedae interrompeu o fornecimento após o transbordamento do Rio Carangola . A morte de um morador foi confirmada no Centro por conta das enchentes. As informações são do jornal O Dia.

O decreto 2.000/2020, que instituiu a situação de emergência, em nível 2, dando detalhes do desastre, conforme previsto na Instrução Normativa 02/2016 do Ministério da Integração Nacional. As chuvas que alagam a cidade começaram no dia 21 e as cheias aumentaram a partir da tarde do dia 24, com o transbordamento do Rio Carangola.

Segundo números da prefeitura, alagaram ruas dos bairros Centro, Operário, Ilha, João Braz, Nova Caeté, Nossa Senhora da Penha, Barra, Olívia Peres, atingindo aproximadamente 4,5 mil pessoas.

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O governador do Rio, Wilson Witzel, esteve em Porciúncula neste domingo para ver os estragos causados pelas chuvas e anunciou a descentralização de R$ 23 milhões para ajudar cidades do Norte e Noroeste fluminense atingidas pela chuva.

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O rio Carangola chegou ao ápice na madrugada de sábado, chegando a medir 8,22 metros. O nível de transbordo é de 5,20m. A Cedae cortou o abastecimento de água , deixando a situação mais complicada. A partir da manhã de domingo, a água começou a baixar lentamente, e até a última medição, às 19h30, o nível do rio estava em 6,38m.

Uma casa antiga, construída em 1925, foi derrubada pela equipe municipal de Defesa Civil após a solicitação de uma moradora do Centro da cidade. Segundo a solicitação, a casa estava parcialmente destruída e oferecia risco de desabamento sobre o poste, que cairia na casa da moradora.

Abrigos recebem desabrigados 

A Secretaria de Promoção Social montou três abrigos para receber desabrigados por conta das enchentes: nas escolas José de Lannes (CIEP), Orlinda Veiga e no Centro de Comercialização do Parque de Exposições. Os abrigados pela prefeitura estão recebendo alimentação e todo o suporte. Na noite de sábado foram distribuídos colchões, cobertores, travesseiros e lençóis.

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No Centro Cultural Dr. Edésio Barbosa da Silva foi montado um ponto de entrega e organização de doações . A população atingida pela enchente está precisando de água para consumo e para uso doméstico, além de roupas e alimentos.

“Muita gente não acreditou nos alertas que foram dados na quinta-feira e preferiram ficar em casa. Com o aumento do nível, muita gente perdeu tudo. Estamos diante da maior enchente da história de Porciúncula”, concluiu Gilmar Gonçalves, secretário municipal de Defesa Civil.

Todos os funcionários da Prefeitura Municipal e voluntários estão mobilizados para oferecer assistência e apoio à população porciunculense.

Fonte: IG Nacional
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