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Saúde

Desvio de septo: entenda a cirurgia que o ex-BBB Eliezer vai realizar

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Ex-BBB Eliezer irá para operar desvio de septo
Islany Oliveira

Ex-BBB Eliezer irá para operar desvio de septo

Uma das características do ex-BBB, Eliezer durante o reality show foram suas risadas que lembravam um porco. O barulho anasalado, entretanto, pode ocorrer devido um desvio de septo que o artista tem e o impede de respirar melhor. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou que marcou uma cirurgia para tratar do acometimento, pois os sintomas começaram a atrapalha-lo no cotidiano.

“Estou sempre com o nariz entupido, escorrendo. Com muita dor de cabeça. Tenho a sensação de estar com sinusite”, disse.

Chamada de Septoplastia, a cirurgia de desvio de septo é considerada invasiva, pois é necessário internação e anestesia geral. Antes do procedimento é preciso, ainda, realizar exames de sangue, cardíacos e ter uma avaliação feita pelo anestesista.

Entretanto, o período de internação é curto, não ultrapassando 24 horas. Geralmente, o paciente passa a noite após a cirurgia no hospital para observação, mas dependendo do quadro clínico, pode ser liberado no mesmo dia.

Especialistas explicam que o pós-operatório chega a ser mais importante do que a cirurgia em si, pois o sucesso do procedimento depende do repouso bem feito e respeitado, além dos dois próximos meses de cicatrização. Como a região do nariz é extremamente sensível, ela pode ocorrer sangramentos com muita facilidade. O repouso é importante nas primeiras semanas principalmente, sem que haja um esforço físico intenso com o intuito de não ter hemorragias.

Deve-se também evitar a exposição excessiva a temperaturas altas, banhos e comidas quentes, por exemplo, bem como esquivar dos raios solares nas primeiras semanas. A média de cicatrização de uma cirurgia no nariz é em torno de dois meses. E, claro, evitar qualquer trauma na região, como bater o nariz, ou levar uma bolada durante algum esporte. Também é recomendado não mexer, e não colocar a mão na região constantemente.

Os pacientes que tem renite alérgica e rinite à mudança de temperatura, precisam ter um acompanhamento por um período maior no pós-operatório, pois, por já ter essa condição, pode causar uma irritação, inflamação, edema e até inchaços, gerando desconforto.

É importante ter o acompanhamento e a manutenção do nariz com um otorrino nos anos posteriores para saber se está tudo bem, principalmente com o fator rinite.

Desvio de Septo O septo nasal é uma pequena cartilagem e osso cuja função é separar as paredes das narinas. Ele precisa estar localizado bem no meio do nariz, separando um lado do outro. Quando esse septo não está reto e possui algum tipo de desvio, o indivíduo é diagnosticado com desvio de septo. A doença é muito comum no Brasil, estima-se que oito em cada dez brasileiros vivem com a doença, sendo que 2 milhões buscam algum tipo de tratamento para a enfermidade por ano.

Causas

Os pacientes podem ter esse desvio de nascença ou adquirida, como resultado de um trauma ou alguma pancada que sofreu na região do nariz. Existem diferentes graus de desvio de septo, que costumam ser determinados pelo médico que trata da condição. Quanto mais torto for o septo nasal do paciente, maior a classificação desse desvio.

Sintomas

Na maioria dos casos, o desvio de septo é assintomático, mas pacientes relatam sinais como o nariz constantemente entupido, dificuldade de respirar, a fala um pouco anasalada e hemorragias nasais com facilidade. Durante o sono, pode ter dificuldade para dormir, além de apresentar roncos ou barulhos com o nariz. Por isso, outras manifestações como má qualidade do sono, irritabilidade e cansaço constante também podem ser sintomas do desvio de septo. Pacientes com a condição são mais propensos a apresentarem sinusite e/ou rinite crônica.

Tratamento

É importante sempre consultar um profissional médico, geralmente o otorrinolaringologista, para o diagnóstico correto. Ele é quem vai decidir os melhores meios de tratamento. Nem sempre a cirurgia é indicada para o desvio de septo. Em casos em que a condição apresenta apenas nariz entupido ou roncos constantes, ela pode ser tratada com uma simples lavagem do nariz diariamente ou o uso de determinados medicamentos para melhorar os sintomas.

Agora, se causa sintomas maiores, como o do próprio ex-BBB Eliezer, que atrapalhem o bem-estar como dores de cabeça, dificuldades para respirar, é importante realizar o procedimento cirúrgico, chamado de septoplastia.

A cirurgia do desvio de septo pode ser feita em qualquer idade, dependendo da indicação e da deformidade que pode estar causando. Para a maioria das pessoas, recomenda-se operar após a fase de crescimento, ou seja, após os 16 anos. A partir daí, já cessou o crescimento, o osso nasal já está definido. Em crianças, há exceções, quando o desvio é tão grave que pode iniciar uma deformidade facial.

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Fonte: IG SAÚDE

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Vacina reduz em 82,7% hospitalização de crianças pela variante Ômicron

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Vacina reduz em 82,7% hospitalização de crianças pela variante Ômicron
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Vacina reduz em 82,7% hospitalização de crianças pela variante Ômicron

Mesmo com a predominância da variante Ômicron, a proteção das vacinas contra a Covid-19 permanece alta, especialmente para prevenir quadros graves que demandam hospitalização e aumentam o risco de óbito. Entre crianças de 5 a 11 anos, as duas doses do imunizante da Pfizer/BioNTech, utilizado no Brasil para a faixa etária, proporcionaram uma redução de 82,7% das internações pela doença. Para infecções, a eficácia foi de 36,8%.

A conclusão é de um novo estudo, publicado nesta quinta-feira na revista científica New England Journal of Medicine, conduzida por pesquisadores de Cingapura. O trabalho analisou dados de 255.936 crianças no país entre janeiro e abril deste ano, durante o avanço da variante Ômicron. Os cientistas buscaram estimar a queda na proteção das vacinas com a chegada da cepa, que consegue escapar parcialmente da resposta imune.

Em comparação com os não vacinados, as crianças de 5 a 11 anos que receberam apenas a primeira dose do imunizante já apresentaram uma redução de 13,6% nos casos da Covid-19 e de 42,3% das hospitalizações pela doença. Entre aquelas com o esquema vacinal completo, ou seja, após a segunda dose, o número de infecções pelo vírus Sars-CoV-2 foi 36,8% menor, e o de hospitalizações, 82,7% menor.

“Embora a cobertura vacinal seja alta entre adultos jovens e idosos em muitos países, a adesão à vacinação entre as crianças muitas vezes tem sido defasada.(…) Foi relatado que a variante Ômicron resulta em doença menos grave, mas o número absoluto e a taxa de hospitalizações entre crianças não vacinadas ainda podem ser altos devido ao aumento da transmissibilidade. Nossos resultados indicam que as vacinas podem desempenhar um papel importante na redução de infecções e hospitalizações durante a onda (da variante) Ômicron”, escreveram os autores do estudo.

No Brasil, a cobertura vacinal dos mais novos de fato caminha a passos lentos. Autorizada para aqueles de 3 a 11 anos, a vacinação cobriu apenas 51% do público-alvo com a primeira dose, mostram dados do consórcio de veículos de imprensa, do qual O GLOBO faz parte. Com ambas as aplicações, o percentual é de aproximadamente 33%.

As doses são aplicadas no intervalo de 21 dias a 8 semanas, no caso do imunizante da Pfizer, liberado para aqueles com mais de 5 anos. Já para as crianças com mais de 3 anos, que são vacinadas com a CoronaVac, o período entre as doses é de 28 dias.

Dose de reforço em análise pela Anvisa

Os autores do estudo destacam que, embora a eficácia para contaminação de fato tenha caído – nos estudos clínicos antes da Ômicron o percentual era de aproximadamente 90% na faixa etária –, a proteção contra desfechos graves da doença permaneceu alta.

Ainda assim, para reduzir o risco de infecção e garantir uma eficácia duradoura, a Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos Estados Unidos, autorizou a dose de reforço para as crianças, até cinco meses após a última aplicação.

No Brasil, a Pfizer também solicitou a ampliação da terceira dose para a faixa etária à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em junho. No último mês, a agência pediu mais dados à farmacêutica sobre o reforço em crianças de 5 a 11 anos.

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Fonte: IG SAÚDE

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